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Capacetes azuis debaixo de fogo em Mafra

A Polícia de Segurança Pública participa activamente em seis missões internacionais. Em Timor-Leste, no Chade e na Guiné-Bissau integram missões da ONU, enquanto no Kosovo, no Congo e na Georgia, da União Europeia.
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Os 49 elementos que estão em Timor serão rendidos em Março (sendo que oito partem já no dia 21), os 16 do Kosovo em Junho e os 17 que se encontram no Chade em Julho.
Para além do valor que a experiência internacional traz a qualquer folha de serviço, a compensação financeira também pesa bastante na decisão de partir.
Sem especificar o montante, até porque "depende dos cenários e das missões", o subintendente Luís Elias garante que estes polícias podem ver os seus vencimentos crescer em 30%.

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Polícias no limite
Para poderem participar numa missão além-fronteiras, os homens da PSP têm de frequentar um curso com a duração de três semanas. Nesta segunda edição da Formação Comum para Missões Internacionais, realizada de acordo com as normas das Nações Unidas, participaram 29 polícias, entre oficiais, chefes e agentes de todo o país.

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Segundo o subintendente Luís Elias, a PSP deverá organizar dois cursos por ano, tendo em conta que será necessário formar cerca de 60 elementos policiais por ano.
O curso termina com um exercício prático durante o qual os formandos são confrontados com situações limite tais como linchamentos e emboscadas.

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Um exercício com elevado grau de realismo, que desta feita começou às 14h de terça-feira, 9, e terminou às 8h do dia seguinte, a norte de Mafra. Ou seja, 18 horas seguidas sob uma tensão permanente, pondo à prova a resistência física e psicológica dos polícias.

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1000 Profissionais da PSP que já participaram em missões internacionais desde Março de 1992, ano em que o governo português decidiu enviar polícia civil para a missão da ONU na ex-Jugoslávia.
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fonte "expresso"

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