Este, é um espaço não oficial.


ESTE É UM ESPAÇO NÃO OFICIAL.
Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

Tomada de Posse do Director Nacional da PSP Superintendente Paulo Valente Gomes.

O Diretor Nacional da PSP tomou posse, hoje, 01 de Fevereiro pelas 12H00 no Ministério da Administração Interna (MAI). O Superintendente Paulo Jorge Valente Gomes, assinou a sua nomeação na presença do Primeiro Ministro do Governo Português, Dr. Passos Coelho, numa cerimónia que se realizou no Salão Nobre do MAI.
fotos GIRP/PSP (fb PSP)

PSP deteve 33 pessoas no Porto


A PSP do Porto anunciou este sábado ter detido 33 pessoas, 30 das quais por condução sob o efeito de álcool, durante uma operação de fiscalização rodoviária nas zonas do Porto, Matosinhos e Gondomar.

Em comunicado, a PSP adianta que duas outras detenções aconteceram por falta de habilitação legal para a condução e uma outra por desobediência, tendo os detidos sido notificados para comparecerem junto do tribunal, escreve a Lusa.

Durante a operação, a polícia procedeu à identificação de 639 condutores, 211 dos quais foram submetidos a teste de alcoolemia, tendo sido levantados autos de notícia por contra-ordenação relativos a 57 infracções ao Código da Estrada e demais legislação rodoviária.

A operação da PSP decorreu entre as 19:00 de sexta-feira e as 01:00 de hoje e envolveu efectivos das divisões policiais do Porto, Matosinhos e Gondomar, da divisão de trânsito e do corpo de intervenção.

fonte TVi24
foto google

Manifestação. Dois grupos de manifestantes envolvem-se em confrontos em Lisboa

21Jan2012
Dois grupos de manifestantes envolveram-se em confrontos durante um protesto contra a política de austeridade organizado em Lisboa pela Plataforma 15 de Outubro.

Duas dezenas de pessoas com bandeiras do Movimento de Oposição Nacional, que na rede social FaceBook se identifica como nacionalista, seguiam na cauda do protesto quando foram cercados por outros manifestantes que gritavam “25 de Abril sempre, fascismo nunca mais”.
Elementos dos dois grupos envolveram-se depois em confrontos físicos, que se prolongaram por alguns minutos, até à intervenção da polícia.

Já depois de os dois grupos serem separados, um manifestante subiu para o cimo de uma paragem de autocarro e incendiou uma bandeira do Movimento da Oposição Nacional.

Controlados os distúrbios, cerca de dez elementos do movimento mantiveram-se no desfile, a alguma distância dos outros manifestantes e enquadrados por agentes do Corpo de Intervenção da PSP.

Os incidentes ocorreram no início da Rua Brancaamp, que liga a praça Marquês de Pombal, onde se iniciou a manifestação, ao Largo do Rato.

fonte "ionline"
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RTP
Protesto de indignados dá azo a confrontos entre manifestantes e grupo nacionalista

Uma manifestação degenerou em cenas de violência, ontem em Lisboa. Dezenas de pessoas, com bandeiras de um movimento que se identifica como nacionalista, quiseram juntar-se a um protesto da Plataforma 15 de Outubro e a situação evoluiu para um confronto.

Carga policial...?

"Infelizmente o que continua a "vender"´são as noticias "distorcidas".
Podiam dizer que o CI "atacou" as criancinhas e as pessoas idosas... vendiam mais.
Jornalistas de 2ª categoria que não olham a meios para ter algum protagonismo.

Fica a noticia do "diarionline Algarve" 8Jan2012"

"Farense: Adeptos queixam-se de carga policial “desproporcionada”
<>
 
Os adeptos do Farense queixaram-se hoje de uma carga policial “desproporcionada” dos elementos do Corpo de Intervenção da PSP, nos minutos finais do jogo com o Esp. Lagos, disputado no Estádio de São Luís, em Faro.

Aos 86 minutos, num momento em que os locais já venciam 4-0 – o resultado final foi de 5-0 para o Farense –, cerca de uma dezena de elementos do Corpo de Intervenção da PSP correu em direção à bancada onde está situada a claque do clube de Faro, os South Side Boys.

Os agentes “aplicaram” algumas bastonadas a elementos da claque mas provocaram o pânico numa bancada que alberga outros associados não ligados à claque, como crianças e idosos, que correram para fugir à carga policial.

O incidente, do qual não resultaram detidos, obrigou à paragem do jogo, por três minutos, até que os ânimos estivessem mais calmos.

No final do encontro, ouvidos pelo Região Sul, os adeptos do Farense queixavam-se de uma “carga policial desproporcionada”, não encontrando razões para a ação do Corpo de Intervenção da PSP.

O presidente do Farense, António Barão, também lamentou os incidentes. “Quando demos por nós, a policia estava a carregar sobre os adeptos sem razão aparente, num jogo normal, sem problemas dentro ou fora do campo”, afirmou ao Região Sul.

“Lamentamos porque estavam ali também mulheres e crianças e é preciso existir mais bom senso e calma neste tipo de situações”, acrescentou.

Segundo o dirigente, os responsáveis da PSP terão justificado a intervenção com o facto de um agente, que estava no meio da claque, ter sido “empurrado e incomodado”, enquanto a claque “alega que ninguém fez nada, apenas estavam a festejar, com os normais cânticos”.

Para António Barão, estas são “situações lamentáveis, porque o clube é sempre penalizado”, recordando que o “policiamento já não é barato e ainda vai aumentar mais”.

Contactada para comentar o caso, a PSP de Faro não se pronunciou de forma oficial sobre o incidente."
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Artigo enviado por M. 

3º Aniversário do BLOG - http://pormaioriaderazao.blogspot.com/


Este espaço faz hoje, 6JAN2012, 3 anos de existência, não sendo uma página oficial, está perto de 140 000 visitas e de 771 artigos "postados".

Inicialmente pretendeu-se que fosse um espaço para elementos desta (Sub) Unidade e que teria, uma função de divulgação de actividades do CI assim como, noticias e/ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral e ainda , assuntos que de alguma forma, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural . No entanto o interesse e a participação ,em comentários aos artigos e no Livro de Visitas deste BLOG, de outras pessoas, alastrou-se tornando-se visitantes assíduos desta página. 

Muitos emails foram recebidos até hoje e dadas respostas a dúvidas sobre os mais diversos assuntos, quer de Profissionais desta PSP e de outras forças de segurança, quer a "civis" ,alguns destes ainda jovens e com vontade de ingressar na PSP depois de saberem mais sobre a actividade da mesma e do CI .

Também elementos de Forças Policiais estrangeiras enviaram artigos e participaram na divulgação deste sitio nos respectivos países, desde a Europa à América.

A todos os visitantes deste espaço obrigado, e assim sendo, vamos continuar...

Fica o primeiro "post" colocado neste BLOG a 6JAN2009, para recordar .
 
"Filosofia da actuação policial
Permanente busca do ponto de equilíbrio nos conflitos de valor sempre presentes no plano da segurança interna, nomeadamente: liberdade versus segurança; e ordem pública versus direitos, liberdades e garantias.A segurança é o primeiro factor de liberdade, pelo que é prioritário garantir a liberdade de circulação dos cidadãos em todo o tecido urbano, erradicar as zonas ditas “perigosas” da cidade e proporcionar aos cidadãos uma sensação de segurança.

Compreensão de que o cidadão ocupa um papel central no sistema de segurança interna, pelo que se impõe uma crescente visibilidade da Polícia e uma política de proximidade com os cidadãos, devendo as autoridades estimular a participação destes nas acções de prevenção da criminalidade.Compreensão de que o combate à criminalidade é pluri-vectorial e não apenas uma questão de eficácia da polícia, compreendendo, a par de questões de natureza operacional, questões de natureza política, institucional, jurídica e social. Compreensão da essencialidade da partilha de informação entre forças e serviços de segurança.
fonte  "

Fotos Históricas do CI - 3ªparte

Aqui ficam mais algumas fotos do Corpo de Intervenção, entre 1979 e 1995, documentando várias situações...
clique na imagem
fotos : José Eleutério

Blindado da PSP à espera de confrontos na Amadora

Comando de Lisboa pediu meios da unidade especial de polícia para a passagem de ano

Um dos dois blindados que o Governo adquiriu para equipar a PSP durante a Cimeira da NATO realizada em 2010, em Lisboa, esteve anteontem à noite estacionado junto à Polícia da Amadora. A medida foi tomada porque havia a previsão de confrontos em bairros problemáticos.



O uso do veículo blindado, habitualmente estacionado na Unidade Especial de Polícia (UEP), em Belas, Sintra, fez parte de um plano traçado para evitar os tradicionais confrontos pós-Réveillon, por excesso de consumo de álcool e guerras entre gangs. Assim, na zona Oriental de Lisboa, foram também colocados dois jipes Land Rover, também da UEP, junto à esquadra da PSP dos Olivais. Nenhuma das três viaturas acabou por ter de entrar em acção.

fonte cm

Exige-se um futuro


Durante anos, o poder político foi fechando os olhos ao sector da segurança. Hoje, continuamos a olhar para o poder político e continuamos a ler sinais de um afastamento das reais preocupações com a segurança dos cidadãos.

Continuamos a desconhecer a vontade do Governo em discutir políticas de segurança pública que tenham impacto importante na segurança de todos os cidadãos, que vão ao fundo das questões e combatam não só o crime, mas também o sentimento de insegurança, e que criem motivação nos polícias.

 É imprescindível que os partidos políticos cheguem a consensos e definam uma política de segurança interna a médio e longo prazos, com modelos de policiamento preventivos e interactivos com a sociedade, com investimento racional e equilibrado. Que defina a sua organização interna na qual os polícias se revejam, onde possam ter uma carreira e onde exista motivação no sentido de rentabilizar o seu empenho e saber. Pior será continuarmos a copiar políticas pontuais e de reacção do passado, porque precisamos é de um futuro.

Por:Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia in CM

Claques: Polícia diz que pior momento foi festa do título do Benfica


Um polícia que acompanha as claques desde 2004 descreveu, em declarações à TSF, uma relação muito difícil. O pior momento, contou, foi na festa do título do Benfica em 2010.
Este elemento da PSP de Lisboa, que pediu para não ser identificado pelo nome, explicou que os adeptos mais complicados são sempre os mais fáceis de identificar, porque são normalmente os que criam problemas.

Este agente, que conhece os adeptos pelo nome, pelos hábitos, pelos actos e sobretudo pelo rosto, garantiu que se um deles estiver proibido de entrar num estádio mas mesmo assim tentar, não tem qualquer hipótese.

Os polícias conhecem os adeptos mais problemáticos, mas quem faz parte dos grupos organizados também sabe o rosto das forças de segurança de cor.

Trata-se de uma relação que, segundo este polícia, muda conforme o comportamento dos dois lados.

No jogo Benfica-Sporting de 26 de Novembro, houve duas entradas do corpo de intervenção nas bancadas. Nestes casos, explicou, como os adeptos não podem retaliar de forma física, respondem escondendo actos.

A lei de combate à violência desportiva obriga a que as claques estejam registadas junto do Conselho para a Ética e Segurança no Desporto, mas isso não acontece com todos os grupos organizados de adeptos, o que só dificulta a tarefa policial.

Este polícia deu conta de muitos momentos complicados ao longo destes anos, apontando como o pior os festejos do título do Benfica em 2010.

«Houve atropelos, violência gratuita, atudocho que vi quase », disse, acrescentando que roubaram os ténis do jogador Óscar Cardozo. Quando chegaram ao Marquês de Pombal a situação era «incontrolável», descreveu.

Este elemento da PSP acrescentou que não há espaço para medo na vida de um polícia, mas, frisou, o receio é fundamental para seguir em frente.

fonte TSF 19.DEZ.2011

Polícia procura armas em feira

Espinho: Fiscalizadas 50 carrinhas e identificadas 60 pessoas 
A feira semanal de Espinho foi ontem de manhã parcialmente interrompida, devido a uma operação da PSP. A fiscalização, que tinha como objectivo a apreensão de armas, terminou com duas detenções. Os feirantes aplaudem a iniciativa , mas lamentam o aparato policial que afastou os clientes.


Incluída nas ‘Festas em Segurança 2011’, a operação arrancou às 06h30. A ala sul da feira, onde existem 300 bancas, foi cercada por um forte dispositivo policial. Cerca de 50 elementos da PSP de Espinho, Aveiro e do Corpo de Intervenção do Porto, acompanhados de dois cães preparados para detectar armas, formaram um perímetro de segurança que só foi desmobilizado pelas 09h00.

"Como é por causa da segurança é bom, porque trabalhamos em paz", disse Maria Maia, comerciante de vestuário. "Mas é mau porque atrasa o trabalho e o aparato afastou os clientes", acrescentou uma vendedora de bijuteria.

Os feirantes e clientes eram barrados e revistados à entrada da zona sul do recinto. No total, foram identificados cerca de 60 feirantes e fiscalizadas 50 carrinhas. Dois homens desempregados, de 26 e 44 anos, foram detidos por terem mandado de detenção por roubo. Ambos foram levados a tribunal.

CM

«Operação Fertágus»


Em nota de imprensa enviada à redacção do «Comércio», o Comandante do Comando Distrital da PSP de Setúbal informa do seguinte:

«Numa acção conjunta entre a Polícia de Segurança Pública e a Fertagus, atendendo à diária circulação de milhares de pessoas nas linhas de Setúbal/Lisboa/Setúbal, e no sentido de prevenir a criminalidade, bem como melhorar a segurança dos passageiros de transportes públicos, encontram-se a ser desenvolvidas acções preventivas e reactivas por parte do Comando Distrital de Setúbal, Comando Metropolitano de Lisboa, e Fertagus nos comboios e nas estações ferroviárias.

Esta operação conjunta teve início às 06h00 no dia 01 de Dezembro, e realiza-se até às 20H00 do próximo dia 11, em período diurno e nocturno, devido à afluência de pessoas para o seu local de trabalho, bem como para as áreas de diversão nocturna, visando campanhas de sensibilização, numa vertente preventiva centradas na distribuição de suportes informativos especificamente direccionados à prevenção criminal no meio ferroviário junto dos utentes, e paralelamente, acções de fiscalização numa vertente reactiva, no interior das estações ferroviárias e nas composições.

Durante as 20H00 do dia 07 e as 02H00 do dia 08DEC11, realizou-se uma das referidas acções reactivas, com a intervenção de diversas valências da PSP, nomeadamente Divisão de Segurança a Transportes Públicos, Equipas de Intervenção Rápida, Equipas de Investigação Criminal, Elementos das Esquadras da área e Corpo de Intervenção, na linha entre Roma-Areeiro e Fogueteiro, que resultou na identificação de 168 indivíduos, sendo que um deles foi notificado para a Comissão para a Dissuasão de Toxicodependência, por posse de 2,1g de haxixe, e outro foi detido por permanência ilegal no país.

A Fertagus levantou ainda 8 Autos de Contra-Ordenação por falta de título de transporte válido. Acresce referir que de acordo com análise efectuada pelas entidades competentes, tem-se assistido na generalidade a um decréscimo de ilícitos criminais entre Janeiro a Outubro de 2011 em comparação com o período homólogo, no interior das composições ferroviárias da FERTAGUS e nas respectivas estações.

E com base no Relatório de Segurança da FERTAGUS, registou-se em 2011 uma redução de 24% de ocorrências.»

in "Comercio do Seixal e Sesimbra" 12/12/2011
imagem Facebook PSP

Prevenção criminal no bairro de Santa Filomena, na Amadora

A PSP realizou ontem à tarde uma operação de prevenção criminal no bairro de Santa Filomena, na Amadora. Um homem foi detido por agredir um polícia e 14 pessoas acabaram identificadas.

150 vão abandonar elite da PSP

Cento e cinquenta operacionais da Unidade Especial de Polícia (UEP) vão abandonar a força de elite da PSP. Os pedidos de transferência para comandos distritais foram efectivados (...) depois de a Direcção Nacional da PSP ter aumentado o prazo para as desistências.
(...)
Entre os operacionais transferidos estão elementos do Grupo de Operações Especiais, Corpo de Intervenção, Corpo de Segurança Pessoal e Grupo Operacional Cinotécnico.

"É fundamental que se abram cursos para repor a capacidade destas subunidades", alerta Paulo Rodrigues, da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia.
(...)
CM

PSP atrás de armas e droga em bares - Montada megaoperação no Cais do Sodré

Todos os acessos à rua de S. Paulo, no Cais do Sodré, em Lisboa, foram fechados pela PSP na madrugada de ontem. Bares e discotecas foram esvaziados para os agentes procurarem armas e droga. A mega-operação visou sobretudo apanhar armamento e estupefacientes naqueles que frequentam aquela zona de estabelecimentos de diversão nocturna.


Segundo apurou fonte policial ao CM, foram ‘varridos’ treze bares e discotecas, entre eles o Copenhaga, Transmition, Liverpool, Music Box, entre outros. Apesar de não ter havido detidos, foram identificadas várias pessoas. A operação durou toda a madrugada e envolveu mais de cem polícias, incluindo equipas de intervenção rápida, várias patrulhas e o Corpo de Intervenção.

 Por volta das 03h00, junto a um dos bares, a PSP foi obrigada a intervir devido à recusa de alguns jovens em identificar-se. "Começaram a dar bastonadas em todos aqueles que estavam junto aos bares. Tivemos de fugir", disse ao CM uma testemunha. Pelo menos, três pessoas deram entrada nos hospitais de S. José e Santa Maria, em Lisboa. Apresentavam ferimentos ao nível das costas, pernas e braços.
.
O CM sabe que esta operação decorreu sobretudo devido aos incidentes graves que se deram na manhã de sexta-feira, em que quatro pessoas foram atingidas a tiro à porta da discoteca Copenhaga. As autoridades não têm dúvidas de que se tratou de vingança, devido a várias ameaças de morte anteriores.
(...)

PSP faz rusgas na noite de Faro

Pelo segundo fim-de-semana consecutivo, a PSP efectuou rusgas a estabelecimentos na zona dos bares de Faro. As operações têm sido realizadas para garantir a segurança na zona, que tem sido palco de diversos desacatos nas noite de sábado.

Na madrugada de ontem, homens do Corpo de Intervenção (CI) da PSP foram a dois estabelecimentos. As autoridades controlaram a identificação dos clientes e funcionários e os bares foram inspeccionados, mas não foi feita qualquer detenção.

Após a operação, que terminou por volta das 04h00, a maior parte das casas já estava fechada e não se registavam problemas. Na operação anterior, há uma semana, os homens do CI viram-se obrigados a limpar a rua do Prior, pois vários jovens atiraram pedras e garrafas à PSP e à segurança da discoteca, que fica aberta até às 06h00.

Estas operações surgem depois de reuniões entre proprietários de estabelecimentos, polícia e autarquia em que se debateu precisamente o problema da segurança na noite de Faro. As partes concordaram em combater a situação com operações cirúrgicas nos bares referenciados como problemáticos.

Desde o início do mês de Outubro que na zona dos bares, ao fim-de-semana, se registavam desacatos com grupos de jovens de Faro mas também de outras localidades como Olhão, Loulé ou Quarteira.
(...)

Greve Geral

CM

PSP retira piquete de greve da Carris na Musgueira

O Corpo de Intervenção da PSP retirou os sindicalistas do piquete de greve da Carris na Musgueira, em Lisboa, que estavam sentados no asfalto nesta madrugada de quinta-feira, tentando impedir a saída dos autocarros que estão a assegurar serviços mínimos na cidade de Lisboa. Um vídeo publicado no site dos Precários Inflexíveis mostra que os agentes policiais tiveram de retirar os grevistas um a um.

fonte CM

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TVI

Tensão entre polícia e manifestantes junto à AR

Pessoas deitaram grades de protecção ao chão e polícia teve de formar cordão de segurança. Foram atiradas garrafas e outros objectos contra as autoridades. Pelo menos dois manifestantes foram detidos e uma pessoa ficou ferida .

Vivem-se momentos de tensão junto à Assembleia da República, em Lisboa. Os manifestantes começaram a abanar as grades de protecção colocadas no fundo da escadaria do Parlamento, derrubando-as. A polícia terá feito pelo menos duas detenções. Uma pessoa ficou ferida.
Chegaram a registar-se empurrões entre a polícia e alguns dos manifestantes. As autoridades retiraram os bastões e estabeleceram um cordão de segurança no local.

Há também registo de alguns lançamentos de garrafas e outros objectos contra a polícia, que foi reforçada com mais elementos do corpo de intervenção e cães.

ver video AQUI


PSP encara a greve geral desta quinta-feira com normalidade


A PSP vai acompanhar a greve geral de quinta-feira com normalidade, existindo uma maior disponibilidade do efetivo, apesar de não se tratar de uma operação especial, disse hoje à agência Lusa fonte policial.

A mesma fonte adiantou que "não há qualquer plano excecional", sendo dada uma "atenção idêntica" à que é feita em outros dias de greves e manifestações.
Segundo a fonte policial, a paralisação de quinta-feira é encarada como "uma dia normal", existindo apenas uma maior disponibilidade do efetivo por se tratar de uma greve geral.

Um maior número de Equipas de Intervenção Rápida da PSP vão estar em alerta em Lisboa e Porto, principalmente nos locais onde se vão realizar manifestações e junto aos piquetes de greve de algumas áreas, como os transportes, adiantou.

Sublinhou que também os operacionais do Corpo de Intervenção (CI) vão estar mobilizados como acontece em outras ocasiões de greve e manifestações.

Em Lisboa, vão estar de prevenção dois grupos do CI e um em alerta, ou seja, apto para intervir em caso de qualquer eventualidade. No Porto, estará um grupo do CI de prevenção e um em alerta.

A polícia já realizou reuniões e está em contacto com as centrais sindicais CGTP e UGT, afirmou ainda a mesma fonte.

Por Agência Lusa, publicado em 23 Nov 2011

Faro - Segurança à noite motiva reunião

Associação de Empresários da Noite de Faro (ANFARO), PSP e câmara municipal assumiram uma posição de colaboração para acabarem com os problemas na zona dos bares da capital algarvia. As três entidades realizaram ontem uma reunião, motivada pelos desacatos que ocorreram na zona, nos últimos fins-de-semana.


"É preciso separar o trigo do joio. Há três ou quatro estabelecimentos problemáticos", disse ao CM Macário Correia, presidente da autarquia. "A câmara apoia incondicionalmente rusgas nessas casas, onde se sabe que até há tráfico de droga", garantiu o autarca, "depois terão um tempo para entrarem nos eixos, e se não entrarem, ficam sem licença", acrescentou.

Depois de três fins-de-semana em que se verificaram desacatos e, inclusivamente, agressões e apedrejamento à PSP, no último, a polícia já patrulhou a zona dos bares com mais efectivos. Aos homens do Corpo de Intervenção e Brigada de Intervenção Rápida juntaram-se agentes com cães. O resultado foi positivo e esta atitude, "mais musculada", é para continuar, assegura o intendente Vítor Rodrigues, comandante distrital da Polícia.
(...)

Lisboa: rusga em discoteca acaba com dois detidos

Duas pessoas foram detidas, na madrugada de domingo, durante uma rusga da PSP à discoteca Urban Beach (do grupo K), em Lisboa. Uma das detenções ocorreu por posse de uma pequena quantidade de haxixe, informou o Comando Metropolitano daquela polícia.

De acordo com a mesma fonte, a «operação policial de prevenção criminal» da PSP, que contou com a colaboração de elementos do Corpo de Intervenção, realizou-se com aparato, às 04:00 da madrugada de domingo, e tinha por objectivos a detecção de eventual tráfico de droga, armas ilegais e exercício de segurança ilegal.
De acordo com os autos, no âmbito da operação foi detido um homem por «resistência e coacção» a agente da PSP e um jovem de 20 anos que tinha em sua posse 13,53 gramas de haxixe.

fonte TVI 24

PSP apreendeu 50 mil doses de heroína em São Brás de Alportel

Uma investigação da PSP que decorria há seis meses, culminou, este domingo de manhã, na detenção de dois homens e na apreensão de 50 mil doses de heroína, no valor de 160 mil euros, em São Brás de Alportel.

PSP apreendeu 50 mil doses de heroína em São Brás de Alportel

A operação de "grande envergadura" decorreu entre as 05.00 horas e as 06.30 horas, no sítio da Soalheira, em São Brás de Alportel, e resultou na detenção de dois homens, de 20 e 23 anos, suspeitos de tráfico de droga, informou a PSP em comunicado.

A detenção ocorreu na sequência de uma investigação que decorria há cerca de seis meses, e foi realizada por elementos da Esquadra de Investigação Criminal e do destacamento da Unidade Especial do Corpo de Intervenção da PSP, munidos de um mandado de busca domiciliária.
Além das 50 mil doses de heroína, no valor de 160 mil euros, foram apreendidos ainda dois veículos automóveis, seis telemóveis, duas balanças de precisão, tesouras, facas e 2380 euros em dinheiro, no decurso da operação.
Os detidos vão ser presentes ao Tribunal Judicial de Faro, na segunda-feira, às 09.00 horas, para interrogatório judicial e aplicação de medidas de coacção.

fonte JN


Incidente Táctico-Policial - Loures

Comunicado da PSP

O Comando Metropolitano de Lisboa, em coordenação com a Unidade Especial de Polícia, da Polícia de Segurança Pública, hoje, dia 3 de Novembro, entre as 12h30 e as 15h00, em consequência de um Incidente Táctico-Policial na Rua do Olival, em Frielas/Loures, interceptou um homem, de 23 anos de idade, suspeito de momentos antes, pelas 10h45, em co-autoria com outros suspeitos, ter tentado perpetrar um roubo, com recurso a arma de fogo, numa ourivesaria no Carregado (área de competência da Guarda Nacional Republicana), e ainda uma mulher, de 22 anos de idade, por posse de arma ilegal.

O referido suspeito, após fuga do local do ilícito numa viatura com matrículas falsas, veio a refugiar-se na residência de uma pessoa conhecida, na Rua do Olival, onde se encontrava uma mulher e duas crianças. Da intervenção policial da PSP, e em resultado do trabalho de negociação, pelas 13h30, foi possível retirar em segurança as duas crianças, de 1 e 4 anos de idade.

Da supracitada actuação, o suspeito foi igualmente interceptado e transportado ao Hospital, encontrando-se sob detenção, por possuir ferimentos de arma de fogo, desconhecendo-se a causa dos mesmos. Por sua vez, a mulher foi sujeita a uma revista sumária, encontrando-se na posse de uma arma ilegal, tendo sido assim detida.

Na gestão do Incidente Táctico-Policial estiveram envolvidos diversos meios policiais, nomeadamente de diferentes serviços do Comando Metropolitano, da Divisão Policial de Loures (Carros Patrulha e Equipas de Intervenção rápida), e da Unidade Especial de Polícia, designadamente Equipa de Negociadores, Corpo de Intervenção, Grupo de Operações Especiais e Grupo Operacional Cinotécnico.
O suspeito, já referenciado pela PSP, ficou sob responsabilidade da Polícia Judiciária, entidade competente pela investigação da ocorrência, bem como um outro suspeito que foi retido por populares aquando da ocorrência na ourivesaria.

Polícia cerca Bairro Alto na noite de sábado

(...)A operação teve início pelas 00h00 de ontem e envolveu cerca de uma centena de agentes da 1ª Divisão da PSP, bem como inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). Rua a rua, os agentes foram procedendo a vários controlos, identificando, ao todo, 522 pessoas. As autoridades tiveram mesmo de conduzir 43 cidadãos até à sede de Divisão, de modo a proceder à identificação das mesmas. Dessas, sete em situação ilegal foram notificadas para abandonar o território nacional de forma voluntária, e cinco foram notificadas para comparecer no SEF. (...)
ver noticia CM completa aqui

Cerimónias do Corpo de Intervenção - outros tempos


Este é o nosso Corpo de Intervenção,
 onde se fez... faz-se... e continuar-se-à
 a fazer História

"À FORTIORI"

clique na imagem para ver

Fotos gentilmente cedidas pelo nosso Camarada
 Subchefe Principal José Eleutério

Corpo de Intervenção repete testes de tiro

Os operacionais do Corpo de Intervenção da PSP boicotaram na segunda-feira os testes de tiro, em protesto contra a suspensão de um subsídio, e vão repetir a prova por indicação da direção nacional, disse esta quinta-feira à Lusa fonte policial.   


 De acordo com a fonte, cerca de 70 elementos do Corpo de Intervenção (CI) em Lisboa decidiram responder todos colocando uma cruz na alínea A do teste de tiro, prova que estes profissionais realizam anualmente e que os certifica para poderem usar armas.

Estes elementos do CI decidiram responder desta forma ao teste para protestarem contra os cortes no suplemento especial de serviço, em período de férias e baixas médicas, contestação que começou no início de Outubro com levantamentos de rancho, concentrações à porta do quartel na Ajuda, em Lisboa, e entrega de uma carta reivindicativa ao Presidente da República.

Os elementos do CI quando tiram negativa nesta prova arriscam-se a ficar sem arma e em caso de boicote podem sofrer processos disciplinares.

Estavam marcadas para se realizarem ao longo desta semana testes de tiro a todos os elementos do CI de Lisboa, mas estas provas foram suspensas pela direcção nacional da PSP devido aos protestos, sendo, em breve, marcada uma nova data, adiantou a mesma fonte.

Contactada pela Lusa, o porta-voz da direção nacional da PSP, comissário Paulo Flor, confirmou que os testes realizados na segunda-feira foram anulados e os operacionais vão repeti-los.
Paulo Flor adiantou também que o director nacional da PSP, superintendente-chefe Guedes da Silva, visita hoje pela segunda vez esta semana o quartel do CI para se reunir com estes operacionais, tendo na terça-feira mantido um encontro com uma parte dos elementos do CI e hoje com os restantes.

Segundo a direcção nacional, Guedes da Silva "não prometeu suplementos, gratificações e abonos" aos polícias do CI, nem processos disciplinares de averiguações, tendo transmitido uma mensagem de "coesão, missão e espírito de corpo" na primeira visita que realizou ao quartel.

"Independentemente das manifestações públicas, continuam a merecer toda a legitimidade por parte da hierarquia policial. Os polícias do CI são e continuarão a ser uma das elites da PSP enquanto vestirem a farda e honrarem a sua missão", sublinha a direção nacional da PSP.

fonte CM

O peso de ser polícia

Cada vez mais nos apercebemos da importância e do peso da responsabilidade que recai nos ombros do profissional da PSP. Ser polícia é colocar à disposição da instituição, e do serviço público em geral, a vida pessoal e familiar. Ser polícia é assumir pelos governos a responsabilidade das deficiências do sistema.

Ser polícia é ter obrigação de decidir, em fracções de segundo, se vamos usar a arma ou não e, dessa decisão, pode depender a sua vida ou a de terceiros. Ser polícia é ter um número indeterminado de deveres e cada vez menos direitos. Mas se a população já percebeu que ser polícia é ser um alvo das contingências da sociedade e das dificuldades com que se defrontam no quotidiano, os governos, por seu lado, teimam em desvalorizar e não reconhecer a importância do papel da polícia, bem como o seu esforço, mas sabem ser os primeiros a não partilhar a responsabilidade das eventuais falhas do efectivo.

 É por tudo isto que se exige, por parte do governo, uma reflexão mais séria e consistente sobre o que pretende da polícia e dos polícias. A exigência da missão faz com que os profissionais da PSP, bem como tudo aquilo que envolve a actividade policial, mereçam uma atenção redobrada por parte do Governo. O que, manifestamente, não tem acontecido.


Por:Paulo Rodrigues, Presidente da Associção Sindical dos Profissionais da Polícia

Polícia atacada na rua dos bares

Momentos de tensão na madrugada de ontem, na rua Conselheiro Bívar, em Faro. Sete homens do Corpo de Intervenção (CI) da PSP e cerca de 100 jovens entraram em confronto, à hora de fecho dos bares. Os agentes foram apedrejados e ouviram um disparo de arma de fogo. Tiveram de exibir as shotguns e recorrer a bastões e aos fatos especiais de protecção para ‘limpar’ a zona.

Homens do CI tiveram de recorrer aos bastões para ‘limpar’ os jovens da rua Conselheiro Bívar
"Foi por muito pouco que não houve necessidade de recorrer às armas de fogo", admitiu ao CM fonte policial. "No meio dos confrontos, ouviu-se um disparo, que terá sido feito na direcção dos homens do CI, felizmente a rua foi ‘limpa’ só com recurso aos bastões", explicou.

Nessa altura, por volta das 06h30, os agentes já estavam com o equipamento especial que tinham ido buscar à carrinha de apoio. Foi o culminar dos confrontos que começaram cerca de uma hora antes, período em que os cerca de 100 jovens, de Faro, mas também de Quarteira e Olhão, apedrejaram e atiraram garrafas à equipa de sete polícias.

"Por volta das 05h30, várias dezenas de jovens começaram a provocar desacatos", explicou ao CM fonte do Comando da PSP na região. "Não queriam obedecer à hora de fecho dos bares e insistiam em ficar nos locais", explicou a mesma fonte.

Quando a equipa do CI chegou, a fúria dos jovens virou--se para os polícias. "Além de insultos, foram atiradas pedras e garrafas contra os agentes", refere ainda a fonte do Comando de Faro da PSP.

Nessa altura, os agentes foram à carrinha de apoio buscar o equipamento especial. Quando voltaram, foram novamente recebidos com pedras e garrafas. E ouviu-se o disparo com arma de fogo, cuja autoria não foi possível determinar.

Depois a rua foi ‘limpa’. "Não havia condições para fazer detenções", referiu a citada fonte policial, "os homens limitaram-se a dispersar os jovens".

"A NOITE DE FARO TEM ESTADO MUITO MAIS CALMA"

Depois de algumas situações de violência, há dois anos, a zona dos bares de Faro tem estado mais ‘pacífica’, desde que o CI da PSP começou a patrulhar as ruas. "A noite de Faro tem estado muito mais calma", garante o proprietário de um dos bares da rua do Crime que, com a rua Conselheiro Bívar, forma o principal eixo da diversão nocturna da cidade. Os proprietários dos bares dizem que os problemas que ainda ocorrem se resolveriam com "mais presença dos polícias nas ruas".

fonte CM

'Elite' da PSP arrisca perder armas

'Elite' da PSP arrisca perder armas
18Out2011
Os operacionais do Corpo de Intervenção (CI), que há mais de uma semana têm protagonizado acções de protesto contra a suspensão de um suplemento salarial, ponderam faltar aos testes de tiro que os certificam para poderem usar armas.

Estes testes, de resto, já estiveram marcados na semana passada, mas, com os protestos em curso, a PSP decidiu adiá-los, devendo ser marcados para os próximos dias. A avançarem com esta decisão, os homens do CI arriscam-se a processos disciplinares e mostram que não receiam a ruptura.

"Há um espírito de equipa, de coesão de grupo e de confiança na hierarquia que não se pode quebrar. Quando acontece, tudo se descontrola!", confessou ao DN um dos operacionais do CI. Esta é a unidade de elite da PSP que, no final da semana passada, desceu a Calçada da Ajuda, onde se encontra o seu quartel, para se deslocar ao palácio de Belém, onde entregou ao Presidente da República um "manifesto" de reivindicações. Um documento que sintetiza o espírito actual desta força.

fonte DN

Elementos da UEP garantem que vão desempenhar missão, apesar dos protestos


14OUT2011
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia garantiu (...) que os elementos da Unidade Especial de Polícia vão continuar a desempenhar o seu serviço e missão, apesar dos protestos contra os cortes no subsídio de serviço.

“Os profissionais que estão na Unidade Especial de Polícia (UEP) assumem a missão de corpo e alma. É evidente que esta situação em nada beneficia a estabilidade da instituição para fazer mais e melhor. Mas damos a garantia que os profissionais vão continuar a fazer o seu serviço e missão”, disse aos jornalista Paulo Rodrigues, que hoje participou no protestos dos polícias desta unidade especial da PSP

Cerca de 200 elementos da UEP, vestidos com camisolas pretas, deslocaram-se hoje à tarde à Presidência da República para entregar um memorando com reivindicações, depois de se terem concentrado junto ao quartel do Corpo de Intervenção (CI), na Ajuda, em Lisboa.

Em causa está a não atribuição aos elementos da Unidade Especial de Polícia do suplemento especial de serviço, cerca de 300 euros mensais, no período de férias, baixas médicas e outras faltas ao serviço, passando o subsídio a ser pago apenas pelos dias de trabalho.

“Esta instabilidade constante é preocupante”, adiantou o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), sublinhando que se avizinham “tempos difíceis”, não só de contestação por parte da sociedade, mas também pelos polícias.

“O Governo não pode ter uma instituição como a PSP, uma força de segurança, em constante instabilidade e confusão. Começa a ser insustentável”, sustentou Paulo Rodrigues.

O sindicalista, que também pertence ao CI do Porto, frisou que “o Governo está a criar um monstro e ainda não se apercebeu”, não tendo “a noção daquilo que se está a passar na PSP a todos os níveis”.

O presidente da ASPP criticou o corte no subsídio de serviço, considerando tratar-se de “uma tentativa de desvirtuar um suplemento que a UEP têm há muitos anos”.

O corte do subsídio passou a vigorar no dia 04 de outubro, data em que os elementos do Corpo de Intervenção, em Lisboa, começaram a fazer levantamentos de rancho ao almoço e ao jantar e, desde segunda-feira, têm vindo a concentrar-se todos os dias às 17:00 à porta do CI.

O protesto terá surgido de forma espontânea entre os elementos do CI de Lisboa, alargando-se depois aos restantes membros da UEP do Porto e Faro.

Segundo os sindicatos, este é o protesto mais longo daquela unidade especial da PSP.

Uma delegação de cinco elementos entregou o caderno reivindicativo na Presidência da República. No final, um dos membros da delegação manifestou-se insatisfeito, pois desconhece a quem entregaram o documento.

Fazem parte da UEP o Corpo de Intervenção, Grupo de Operações Especiais, Corpo de Segurança Pessoal, Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo e Grupo Operacional Cinotécnico.

A Unidade é composta por cerca de 900 elementos, pertencendo mais de 500 ao Corpo de Intervenção.

fonte "Diário online"

Dois manifestantes detidos ontem à noite em São Bento

clique na imagem para ver o video RTP

Dois manifestantes foram detidos ontem à noite, pela Polícia, na escadaria da Assembleia da Republica. As detenções aconteceram quando a PSP decidiu retirar todos os "indignados" que permaneciam no local. A confusão instalou-se.
2011-10-16

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CORREIO da MANHÃ
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" O primeiro momento complicado da ‘marcha dos indignados' aconteceu ao final da tarde, quando os manifestantes ocuparam as escadarias do Parlamento, provocando a intervenção da polícia, que logo reforçou o contingente do Corpo de Intervenção e blindou o Parlamento com cerca de 50 agentes no cimo da escadaria. Ao final da noite, a PSP desceu os degraus, sendo obrigada a empurrar muitos manifestantes que se sentaram em protesto.
(...)
fonte CM
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fotos TVI24



Cem mil em Lisboa tomam escadaria do Parlamento

Polícia de choque faz guarda ao edifício. Alguns manifestantes abandonaram o local por nãos e identificarem com os incidentes


A multidão subiu a Assembleia da República, ao final da tarde, depois de terem sido deitadas abaixo as baias que resguardavam o edifício. A situação esteve por momentos menos controlada quando ovos, tinta ou outro objecto foi arremessado por um dos manifestantes lisboetas.

No meio da confusão, pelo menos uma pessoa desmaiou. Um homem de meia-idade sentiu-se mal e acabou por ter de ser levado da praça pelo INEM. Várias pessoas foram atingidas por tinta e garrafas.

Alguns manifestantes aproveitaram uma falha na segurança e um jovem queimou um jornal sentado em cima de um dos leões da entrada do Parlamento - um sinal apoiado por muitos dos milhares que ali se encontram. O corpo de Intervenção chegou ao local de imediato. Esta polícia de choque tenta controlar o acesso ao edifício público e cerrou fileiras no topo das escadarias. Estão aí cerca de cinquenta elementos do corpo de intervenção.
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Durante os momentos de tensão que ali se registaram, membros da organização da manifestação tentaram acalmar os ânimos, pedindo às pessoas para se manterem calmas.

Os incidentes não agradaram a muitos manifestantes, que abandonaram o local. Algumas dezenas rumaram a casa, indignados com a tomada da escadaria do Parlamento, que é contrária às regras da manifestação.
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