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Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

Não haverá tolerância para quem alterar a ordem pública


O comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP/PSP) prevê que a cimeira da Nato seja o evento com contornos mais complicados ao nível da segurança já realizado em Portugal, devido ao enorme potencial de desordem pública, que garante «não será tolerada».

«Pela minha experiência profissional, a cimeira é o evento que pela sua natureza, pelo número de pessoas envolvidas e pelos grupos activistas, violentos ou não, tem contornos mais complicados a nível de segurança», disse esta quinta-feira Magina da Silva.

O comandante da UEP considera mesmo que «é uma operação de segurança que vai desafiar a PSP como um todo», mas garante que a polícia está preparada.

«Não haverá tolerância para quem vem a Portugal para alterar a ordem pública, destruir a propriedade e agredir os elementos da ordem», prometeu.

Entre as preocupações da PSP destaca-se a manutenção e reposição da ordem pública e por isso esta semana decorre nas instalações da UEP, em Belas, uma formação que envolve cerca de mil elementos das Equipas de Intervenção Rápida (EIR) e do Corpo de Intervenção (CI) para afinar a articulação do dispositivo no terreno.

«O que mais nos preocupa é a manutenção da ordem pública, que tem potencial para ser alterada em grande, associado à deslocação de um elevado número de chefes de Estado e comitivas», disse Magina da Silva, garantindo, contudo, que «a PSP está preparada para lidar com um conjunto alargado de incidentes».

Só dos Estados Unidos está prevista uma comitiva de cerca de mil pessoas.

Para que não seja alterada a ordem pública, a PSP tem definidos vários níveis de intervenção: patrulhamento de proximidade, Equipas de Intervenção Rápida, Corpo de Intervenção e, nos incidentes táctico-policiais, a actuação do Grupo de Operações Especiais (GOE).

Assim, várias «reciclagens» estão a ser realizadas na UEP: a primeira foi a formação de mais elementos para o CI e agora esta que envolve as EIR do Comando de Lisboa e de Setúbal sendo, em Novembro, alargada a elementos do comando do Porto.

fonte IOL diário

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Polícias especialmente atentas à cimeira da NATO

O comandante da Unidade Especial de Polícia da PSP prevê que cimeira da Nato seja complicada em termos de segurança. Os elementos da PSP estão a receber formação extra para dar conta do recado nos dias em que vai estar em Lisboa, entre outros, o presidente dos Estados Unidos.
fonte RTP

Carros blindados

Magistrados que todos os dias lidam com o crime na Grande Lisboa – uns mais do que outros, é certo – entretêm-se no Facebook, como se não estivessem num espaço público, a gozar alegremente com a decisão da PSP de comprar cinco blindados.

Era só o que faltava, amordaçar a opinião seja de quem for. Acontece que aos magistrados exige-se um nadinha de mais bom senso e de maior responsabilidade – principalmente, quando falam sobre autoridade do Estado, combate ao crime e manutenção da ordem pública. Só agora é que a PSP vai ter blindados – e apenas cinco? Já os devia ter há mais tempo.

Não teria passado pela vergonha de, ainda há pouco tempo, ter sido incapaz de entrar à primeira tentativa no bairro da Cova da Moura para cumprir um mandado assinado – e muito bem! – por um magistrado no recolhimento e remanso do seu gabinete de trabalho. A Polícia – em qualquer Estado de Direito – não pode ser submetida a semelhante vexame. Os blindados não são armas mortíferas – mas carros que conseguem colocar polícias onde eles são necessários. Ainda há magistrados que julgam que os polícias são os maus da fita.

Por:Manuel Catarino, jornalista (CM)

Treinar polícias para «seguirem» claques

Autoridades querem ganhar confiança de adeptos e sempre «com calma».

A PSP está a especializar polícias no acompanhamento de claques de futebol. É o primeiro curso do género que se faz em Portugal. Para muitos adeptos, as rasteiras de bancada fazem parte do jogo e, neste jogo, todos são adversários. Polícias, seguranças, árbitros e claques de outros clubes.

O objectivo é ganhar a confiança dos adeptos e melhorar a intervenção junto das claques de futebol. A primeira lição: «Manter a calma».

Em 10 dias, treinam 30 polícias e faz-se exercício final de acompanhamento de adeptos entre a estação da cruz quebrada e o estado nacional, em Oeiras. A polícia não quer violência mas conta com ela.

Em Portugal há 27 claques registadas, num total de 11 500 adeptos. A policia admite que das 15 claques mais complicadas os adeptos do Porto, Benfica e Sporting são os que dão mais trabalho. À boca pequena apontam os No Name Boys, como a claque mais difícil de controlar."


(Corpo de Intervenção (CI) e Grupo Operacional Cinotécnico (GOC) são as duas principais subunidades da Unidade Especial de Polícia (UEP), presentes neste tipo de eventos desportivos).


Video TVI 10-10-2010
enviado por Carla Ferreira

Armas e droga dentro do Kremlin

A PSP entrou ontem de madrugada em força na discoteca Kremlin, em Lisboa. Pouco passava das 03h00 quando dezenas de agentes irromperam pelo estabelecimento e passaram a pente-fino seguranças, clientes e o próprio espaço. Ao todo cinco pessoas foram detidas, bem como apreendidas várias armas brancas e droga.

Levada a cabo pela Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa, a operação insere-se nas várias campanhas de prevenção à criminalidade da polícia.

Um dos seguranças foi detido na posse de um bastão extensível e outros quatro clientes foram ainda levados pela PSP por posse de droga, por imigração ilegal e ainda outros dois sobre quem recaíam mandados de detenção pendentes.

Para além das cinco detenções, os agentes, que contaram com o apoio de uma equipa do Corpo de Intervenção da Unidade Especial de Polícia (UEP), revistaram o espaço, encontrando duas navalhas, luvas e várias doses de droga, em especial haxixe, cocaína e ecstasy.

Conhecida por vários incidentes e agressões violentas na noite de Lisboa, a discoteca foi o único alvo da madrugada de ontem. Os quatro clientes levados pela PSP acabaram por ser soltos ao longo da madrugada. Quanto ao segurança ficou detido e será amanhã presente a tribunal por posse de arma ilegal.

fonte CM

Correio da Segurança

 Cortar nos excessos

Após anunciadas as medidas de austeridade por parte do Governo, em que prevalecem as reduções nos vencimentos, ficamos com a dúvida se terá efeitos reais na redução da despesa do País.

É que, se bem nos lembramos, o congelamento das promoções e progressões em 2006 e 2007 em nada contribuíram para a redução do défice, bem pelo contrário. Estranho que este Governo utilize novamente a equação que nos colocou neste impasse e peça a estes funcionários públicos esforços e patriotismo.

No que diz respeito aos polícias, que vivem a crise mesmo antes de ela existir, estas medidas vão muito além de um pequeno esforço, tendo em conta o baixo ordenado que auferem.

Os congelamentos das progressões e promoções serão um golpe na estabilidade financeira de cada um. Ao invés de implementar estas medidas tão prejudiciais para os polícias e para o País, seria interessante ouvir o MAI propor a revisão dos acordos ruinosos, que o mesmo fez e que ainda estão em vigor, nomeadamente, com o avultado valor que paga pelo arrendamento de algumas instalações para as Forças e Serviços de Segurança a particulares, com as empresas de comunicações e mesmo com os meios aéreos.

Por: Paulo Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia

Agentes de Equipas de Intervenção Rápida do Comando de Lisboa vão receber formação do Corpo de Intervenção

Pelo menos 100 agentes da PSP que integram as Equipas de Intervenção Rápida (EIR) do Comando Metropolitano de Lisboa começam, na próxima semana, a receber formação intensiva do Corpo de Intervenção (CI) em técnicas de controlo de multidões. A acção insere-se no programa de preparação da cimeira da NATO, que decorrerá entre 19 e 21 de Novembro.

Em concreto, os formadores, todos agentes do CI, vão dotar os elementos das EIR de conhecimentos para garantir uma actuação eficaz em situações de desordem, abrindo depois caminho para a acção do Corpo de Intervenção.

fonte CM

Polícia atacado à facada por gang

Lisboa: Tentava socorrer vítima de assalto no Bairro Alto

Agente de 35 anos luta pela vida no hospital. Sofreu golpes profundos na cabeça, no pescoço e nos braços

O agente da PSP aproximou-se do grupo que tentava roubar um homem, pelas 03h00 de terça-feira, junto a um bar no Bairro Alto, Lisboa. Apesar de estar de folga, identificou-se como polícia. Contudo, depressa se tornou no alvo principal. Foi espancado e esfaqueado na cabeça, no pescoço e nos braços, além de agredido com uma garrafa partida. Teve de receber transfusões de sangue no Hospital de São José, onde está internado com prognóstico reservado.

Também anteontem, no ano em que mais de 300 polícias já foram agredidos, um outro agente teve de ser assistido no Hospital de Santa Maria, Lisboa. Tinha a cabeça partida por ter sido agredido numa operação stop em Carnide.

Ao que o CM apurou, no caso do Bairro Alto, o polícia de 35 anos estava com um grupo de amigos e, ao ser confrontado com o pedido de ajuda de uma mulher, a dar conta do roubo a um homem, acorreu em seu auxílio. Foi atirado ao chão e alvo de agressões violentas com uma faca e uma garrafa partida. Pelo meio do espancamento, o gang tentou roubar-lhe a carteira.

Foram várias as pessoas que tentaram socorrer o polícia, mas não conseguiram, perante a fúria dos agressores, que se puseram em fuga. Perseguidos, acabaram por ser detidos pela PSP. Trata-se de quatro homens, com idades compreendidas entre os 22 e os 26 anos. Ao que o CM apurou, pelo menos dois deles ficaram em prisão preventiva, depois de presentes ontem a interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal.

Quanto ao agente da PSP, continua internado em estado grave. Logo após dar entrada no hospital, foi submetido a uma cirurgia e teve de receber transfusões de sangue. O homem que foi socorrido pelo polícia acabou por receber alta na manhã seguinte. Tinha apenas algumas escoriações nos membros. Ficou ainda sem a carteira.

Recorde-se que, segundo dados facultados por fontes sindicais contactadas pelo CM, este ano, mais de 300 polícias foram agredidos em serviço, o que significa que, em média, mais do que um polícia é agredido por dia. Em 2009 houve 869 agressões a agentes de autoridade, mais 200 do que em 2008.

LEVA CABEÇADA AO PASSAR MULTA
Na terça-feira à tarde, um agente da 3ª Divisão da PSP de Lisboa foi agredido com gravidade no bairro Horta Nova, em Carnide, Lisboa. Ao que o CM apurou junto de fonte policial, o agente acabara de passar uma multa ao condutor de uma moto, quando levou uma cabeçada, tendo ficado sem qualquer capacidade de resposta. A gravidade dos ferimentos fez com que o polícia tivesse de receber tratamento no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Recebeu alta ainda na mesma noite, mas encontra-se actualmente de baixa. O agressor foi notificado para ir a tribunal.

RELAÇÃO PERDOA PENA DE PRISÃO
Carlos Varela, que em Janeiro deste ano agrediu três polícias à porta do Campus de Justiça, em Lisboa, foi condenado a um ano e seis meses de prisão efectiva. Mas o Tribunal da Relação alterou agora aquela sentença para uma pena suspensa por igual período. Recorde-se que Varela tinha acabado de ouvir o acórdão do homicida do irmão, morto no recreio da Casa Pia, acabando por agredir os polícias. Luís Oom, advogado do arguido, ficou satisfeito com a decisão.

fonte CM 07 Outubro 2010

PSP corta nos telefones, água, luz e deslocações

A Polícia de Segurança Pública (PSP) vai reduzir as despesas com cortes nas comunicações telefónicas, consumo de água e luz e ainda no correio postal e nas deslocações. As normas foram divulgadas por uma ordem de serviço, onde a Direcção Nacional da PSP estabelece várias medidas para aumentar a receita e diminuir a despesa.
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Segundo o documento, divulgado pela agência Lusa, “a PSP vai reduzir em 10 por cento os consumos de electricidade e água e diminuir em 20 por cento o consumo de papel. ‘tonners’, correio postal e utilização de fax”, a ideia é incentivar a utilização do correio electrónico e videoconferência.
A impressão dos recibos de vencimento também deve terminar, visto que estão acessíveis a partir do portal social da PSP.
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“Os comandantes dos comandos regionais, metropolitanos, distritais e da Unidade Especial de Polícia, os directores de estabelecimentos de ensino, directores de departamentos e chefes de gabinete da Direcção Nacional devem igualmente implementar medidas para reduzir em 20 por cento os custos das chamadas telefónicas intensificando-se a utilização das comunicações fixo-móvel e móvel-fixo por meio de interfaces GSM existentes nas centrais telefónicas da PSP”, acrescenta a ordem de serviço assinada pelo director nacional adjunto, Guilherme Guedes da Silva.
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Outra das medidas para cortar as despesas na PSP é a redução em dez por cento os custos associados às deslocações em Portugal, “exceptuado viagens de âmbito operacional e de formação”, quanto às despesas associadas às deslocações no estrangeiro, o objectivo é uma redução em 50 por cento nas ajudas de custo.
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A PSP vai ainda adoptar medidas tendentes à redução do consumo de combustível, “incrementando para tal, a manutenção primária da frota automóvel de forma a detectar atempadamente potencias anomalias”.
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Para sensibilizar todo o dispositivo para a necessidade de racionalizar os recursos existentes, o gabinete de informação e relações públicas da PSP vai produzir folhetos.
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Para aumentar a receita, a PSP tem como objectivo, entre outras medidas, desenvolver cursos e acções de formação que impliquem o pagamento de propinas.
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fonte RTP

Cimeira da NATO

ESCLARECIMENTO: Têm sido publicadas nas últimas semanas diversas notícias, fóruns e "desabafos" sobre a compra de equipamento da PSP com vista à dotação equilibrada do seu efectivo para a Cimeira da NATO. Nesse sentido a PSP esclarecerá, em alguns pontos, essa aquisição e que não compreende apenas os veículos "blindados"

‎1.º Os veículos representam 1 milhão do investimento total e destinam-se a dotar a PSP com veículos de transporte de pessoal com protecção balística.

‎2.º Os veículos destinam-se a fazer face a ocorrências policiais de maior risco, nomeadamente, aquando da necessidade de intervenção nas zonas urbanas sensíveis da PSP (mais de 300).

‎3.º Os veículos estarão preparados para a intervenção policial de risco quando são usadas contra a PSP e contra os cidadãos, armas de fogo.

‎4.º Em incidentes táctico-policiais graves (inclusive com génese terrorista) que envolvem, por exemplo, disparos indiscriminados contra os elementos policiais e cidadãos e onde sejam usados engenhos explosivos e/ou incendiários.

‎5.º Das características gerais dos veículos destacam-se: protecção balística, norma NIJ-STD-0108.01, redes de protecção, pneumáticos tipo "runflat", tracção integral, 4 portas laterais e 1 traseira, capacidade para transportar no mínimo 8 pessoas, motor a diesel.

6.º Todas as polícias "civis" europeias e fora da EU dispõem destas viaturas.

‎7.º Da lista onde está enumerado o material a adquirir, estão outros veículos, nomeadamente de reboque e remoção de objectos da via pública, camião de água, veículos para Equipas de Intervenção Rápida, material electrónico e equipamento de ordem pública.
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‎8.º A PSP confirma que a primeira lista de necessidades elaborada, possuía um valor em torno dos 20 milhões de euros, lista que foi drasticamente limitada às necessidades essenciais da PSP perfazendo um valor máximo de 5 milhões de euros, face às limitações orçamentais a que Portugal está obrigado.

‎9.º O material electrónico a adquirir resulta da obrigatoriedade estipulada pela NATO para que a Cimeira decorra dentro do necessário sigilo. Nesse sentido, o equipamento destina-se a impedir as escutas e não a escutar como algumas pessoas veicularam.

‎10.º Os cidadãos jamais perdoariam a PSP, a sua polícia, se esta não tivesse os recursos humanos e materiais que os protegessem das ameaças que estão subjacentes a uma Cimeira desta natureza.

Fonte: Facebook Policia Segurança Pública

U2 em Coimbra

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Não apenas no Estádio Cidade de Coimbra e zona circundante, mas em todo o lado. Não se registaram problemas, com exceção do trânsito, dada a elevada afluência de veículos. “Em termos de segurança correu bem e não se verificaram quaisquer incidentes”, diz a sub-comissária Margarida Oliveira, da PSP de Coimbra. A operação U2, que envolveu 400 agentes do comando de Coimbra, Corpo de Intervenção, e agentes dos comandos de Aveiro e Leiria “correu muito bem”.
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Fonte Diário as Beiras

Oito detidos em acções contra tráfico nos bairros

Os bairros de S. Roque da Lameira e da Sé, no Porto, foram alvo de investidas da PSP, anteontem e ontem, que culminaram em oito detenções. Foram visados focos de tráfico de droga em aglomerados habitacionais da cidade onde aquele fenómeno tem tido muita expressão e apreendidas heroína e cocaína para centenas de doses.
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Na Sé, a intervenção foi desencadeada durante a madrugada de ontem, cerca das três horas, e acabou por ser dificultada pelas más condições climatéricas que se prolongaram pelo dia. A Divisão de Investigação Criminal (DIC), com o apoio do Corpo de Intervenção, por questões de segurança, realizou buscas num café e em quatro residências de suspeitos de tráfico.
(...)

"Black bloc"

Black bloc é o nome dado a uma estratégia de manifestação e protesto anarquista, na qual grupos de afinidade mascarados e vestidos de negro se reúnem com objetivo de protestar em manifestações anti-globalização e/ou anti-capitalistas, conferências de representacionistas entre outras ocasiões, utilizando a propaganda pela acção para questionar o sistema vigente.
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As roupas e máscaras negras que dão nome à estratégia são usadas para dificultar ou mesmo impedir qualquer tipo de identificação pelas autoridades, também com a finalidade de parecer uma única massa imensa, promovendo solidariedade entre seus participantes e criando uma clara presença revolucionária.
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Black blocs diferenciam-se de outros grupos anti-capitalistas por rotineiramente se utilizarem da destruição da propriedade para trazer atenção para sua oposição contra corporações multinacionais e aos apoios e às vantagens recebidas dos governos ocidentais por essas companhias.
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Um exemplo desta atividade é a destruição das fachadas de lojas como McDonald's, Starbucks, Old Navy, e outros locais relacionados às corporações no centro de Seattle, durante as manifestações contra a Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio de 1999.
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Existem vários grupos black bloc dentro de uma única manifestação, com diferentes formas e táticas.

Ficam alguns videos, poderão ver mais no youtube e verificar este grupo a actuar em vários paises da UE



Polícias treinam há 9 meses para proteger cimeira

Grupo 'Black Bloc' é uma das principais ameaças à reunião de Novembro

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A PSP está a trabalhar desde o início do ano para poder responder a qualquer tipo de cenário que possa ocorrer durante a cimeira da NATO, a realizar em Lisboa, garante o segundo comandante do Corpo de Intervenção (CI).
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O comissário Francisco Alves avança que a Polícia de Segurança Pública (PSP) está a recolher informações e a observar o que se passou em cimeiras realizadas nos últimos anos, dando como exemplo a Cimeira da NATO que decorreu em Estrasburgo, em Abril de 2009. "Verificámos que havia dois grupos que faziam sempre os mesmos cenários à Polícia, dificultando o trabalhado dela. Os grupos violentos e não violentos", disse.

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De acordo com Francisco Alves, um dos grupos "bastante violento" são os "black bloc", que "não tem qualquer problema em provocar desacatos contra a Polícia".Com roupas e máscaras negras, este grupo tem marcado presença em cimeiras da NATO, G8 e G20. Provoca distúrbios, partindo montras e incendiando carros, além de mostrarem vídeos na Internet.

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O segundo comandante do CI adiantou que a Polícia tem também "em atenção" os grupos pacifistas, que "não provocam qualquer tipo de violência, nem verbal, nem física", mas que muitas vezes utilizam materiais que eles próprios inventam. Explicou que estes grupos não violentos bloqueiam as estradas principais de acesso às cimeiras através de um bloqueio humano. "São pessoas de 40 ou 50 anos pacíficas que bloqueiam a estrada com tubos que inventam (de metal ou plástico) e algemam-se aos mesmos. Às vezes chegam a ser 50 pessoas presas a estes tubos e outras acorrentadas", mas que não agridem nem provocam a Polícia, acrescentou.
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O segundo comandante sublinhou que todos os grupos operacionais da PSP têm recebido formação para saber lidar com este tipo de situações. "Se acontecerem cenários destes, como tem acontecido sempre em cimeiras dos últimos anos, nós estamos preparados para fazer face a grupos violentos e não violentos", sustentou
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Questionado sobre as eventuais dificuldades da cimeira num local como o Parque das Nações, zona comercial, habitacional e com um interface de transportes, o segundo comandante do CI garantiu que a Polícia portuguesa está "preparada para qualquer tipo de cenário", isto é, "para resolver problemas urbanos" de ordem pública.
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A Cimeira da NATO decorrerá em Lisboa nos dias 19 e 20 de Novembro.

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Diário de Notícias
Domingo, 3 de Outubro de 2010

Polícia admite "elevado" potencial de alteração de ordem pública durante a Cimeira da NATO

Lisboa, 02 out (Lusa)
O comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP), intendente Magina da Silva, admite que a cimeira da NATO terá "um "potencial elevado de alteração de ordem pública", estando a PSP a preparar-se para esses cenários.
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O Corpo de Intervenção (CI) da PSP é uma das subunidades da UEP que estará na "frente de combate", adiantou.
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Para Magina da Silva, a Cimeira da NATO, que decorrerá entre 19 e 20 de novembro, em Lisboa, "é um evento com um potencial de alteração de ordem pública elevado e é para esses cenários" que a Polícia de Segurança Pública (PSP) se está a preparar.
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© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

PSP pediu 20 milhões para Cimeira

As necessidades de equipamento da PSP para a Cimeira da NATO, que decorre entre os dias 19 e 20 de Novembro em Lisboa, rondavam os vinte milhões de euros, garantiu ontem o intendente Magina da Silva, comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP). "Só nos foi possível ter cinco milhões", disse. As seis viaturas blindadas, um canhão de água, veículos de remoção de obstáculos e equipamento de segurança electrónica já foram encomendados com a verba cedida .
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A PSP disse ainda não ter recebido ofertas da GNR. "Aqueles blindados são para cenários de guerra", disse. Entretanto, o CM sabe que apesar de querer dotar a UEP com mais 70 efectivos, a PSP não tem aberto qualquer concurso de alistamento. Ao invés, estão a ser procurados patrulheiros em todos os comandos de polícia do País, à excepção do de Lisboa, que estejam habilitados com os cursos de ordem pública e de segurança pessoal.
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30 Setembro 2010
Por:M.P./M.C. CM

Associação da GNR critica compra de blindados para a PSP

A PSP vai receber um lote de novo equipamento anti-motim no valor de cinco milhões de euros. Entre outras aquisições, está prevista a compra de seis veículos blindados para intervenção urbana, que deverão ser utilizados já na cimeira da NATO, que decorre em Lisboa, nos dias 19 e 20 de Novembro. A decisão do Governo foi saudada pela Polícia de Segurança Publica mas criticada pela Associação de Profissionais da Guarda da GNR, que fala em duplicação de meios.
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A aquisição do novo equipamento para a PSP será feita sem concurso público.Além dos seis blindados urbanos, está prevista a compra de uma grua, um canhão de água, máquinas de arrasto e material informático.
Os cinco milhões que o negócio envolve vão sair dos cofres do Governo Civil de Lisboa e fazem parte dos lucros gerados em 2009 por este organismo do Ministério da Administração Interna (MAI). As viaturas blindadas ainda não chegaram a Portugal e não foram divulgadas informações acerca do modelo ou do país de origem.
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Sabe-se apenas que cada uma delas deverá ter capacidade para seis homens e que deverão ter blindagem à prova de minas e de fogo. Está previsto que os blindados fiquem à guarda da Unidade Especial de Polícia (UEP) em Belas.
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O comandante UEP ,Magina da Silva, explicou que as seis novas unidades "são mais um equipamento para fazer face a incidentes de segurança". Os blindados podem ser usados "em situações em que haja graus de ameaça elevados e envolvimento de armas de fogo", disse o intendente Magina da Silva. Segundo ele, na unidade que comanda há um conjunto de pessoas com experiência na condução desta viaturas, que se conduz como um carro normal. O comandante da UEP adiantou ainda que a aquisição do equipamento já estava prevista, tendo sido identificado "há algum tempo como necessidades para suprir faltas da PSP".
(...)
fonte e noticia completa RTP , ver AQUI

PSP quer blindados para entrar nos bairros de risco

A PSP assumiu que tinha feito uma primeira lista de material, que ascendia a 20 milhões de euros, e esclareceu por que razão os blindados 'de guerra' da GNR não servem.
A primeira lista de material e equipamento que a PSP apresentou à tutela, no início do ano, como necessário para o cumprimento das suas missões de ordem pública, exigia uma despesa de 20 milhões de euros. Ontem, em conferência de imprensa, o comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP) assumiu tratar-se de equipamento cuja falta "tem vindo a ser identificada ao longo dos anos" e que a exigência da operação de segurança da Cimeira da NATO em Novembro "catalisou" a urgência da sua aquisição.
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A compra dos seis blindados, os quais o intendente Magina da Silva fez questão, em rigor, de explicar que se tratam de "veículos de transporte de pessoal com protecção balística" (semelhantes aos da foto), faz parte desse inventário de falhas identificado pela PSP. "A sua utilização não se esgota, como é óbvio, na Cimeira da NATO. É sabido que a PSP tem competência sobre mais de 300 zonas urbanas sensíveis e, apesar de ser um facto que a criminalidade violenta e grave desceu 11%, também é verdade que a PSP tem de entrar nessas zonas em situações de alteração de ordem pública graves, envolvendo armas de fogo." O comandante da UEP lembrou que "a PSP é a única força de segurança urbana europeia que não possui este tipo de veículos indispensáveis a garantir, não só a segurança dos cidadãos, mas também para protecção dos agentes policiais".
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O presidente do Sindicato dos Oficiais de Polícia, Jorge Resende, comandante da Divisão de Loures - uma zona com vários bairros de risco - confirma esta necessidade: "Tem havido cenários complicados e não podemos mandar os homens em simples 'carros de compras', como são as nossas viaturas, sem qualquer protecção balística".
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As "necessidades, quase diárias, de intervenção nesses bairros" são, segundo o intendente Magina da Silva, uma das razões porque a oferta dos blindados da GNR - que este comandante garantiu desconhecer - para a Cimeira não serviria depois para as restantes intervenções "permanentes".
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Esclareceu que características dos blindados da GNR não se adequam ao tipo de policiamento urbano, pois "foram adquiridos para um cenário de guerra, o Iraque, tem torres com metralhadoras e lança-granadas automáticos. Não é isto que se pretende".
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O intendente Magina da Silva sublinhou que "basta fazer uma pesquisa na internet" "Para se confirmar que todo o histórico de alteração de ordem pública associado a este tipo de Cimeira é enorme e da mais elementar prudência a PSP estar pre- parada para o pior. A PSP é uma forma de segurança integral e tem de ter condições para fazer face a um largo espectro de conflitos no âmbito da segurança interna. Com a cimeira, é a imagem de Portugal que está em jogo." Magina da Silva recordou que, no mais recente evento do género, "a cimeira do G20 em Toronto, a operação de segurança custou 800 milhões de euros" .
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fonte por VALENTINA MARCELINO DN 30Set10

Carreiras na PSP desbloqueadas

Promessa cumprida: 3,1 milhões de euros permitiram ontem promover 831 agentes, 107 chefes e 102 oficiais. Sindicatos dizem-se satisfeitos.
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Conheça todos os pormenores na edição papel do jornal 'Correio da Manhã'. 28Set10
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obs:Despacho de promoções saiu na O.S.157 AII de 27/09/2010

Cimeira da NATO - Estado gasta cinco milhões sem concurso para a PSP

As autoridades estão a levar muito a sério as ameaças à Cimeira da NATO em Novembro e reforçaram o equipamento à PSP.
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O Ministério da Administração Interna (MAI) autorizou um reforço extraordinário do orçamento da PSP, no valor de cerca de cinco milhões de euros, para a aquisição de vário equipamento e material de ordem pública que vai ser usado na segurança da Cimeira da NATO, a 19 e 20 de Novembro.
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A PSP será a entidade que se responsabilizará pela segurança do local do encontro, o Parque das Nações, onde vão estar presentes os principais líderes mundiais, incluindo o presidente norte-americano Barak Obama.
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A Direcção Nacional da PSP tinha elaborado uma lista do equipamento que entendia ser necessário para assegurar a operação, mas só na semana passada foi dada luz verde pelo MAI. Ao que o DN apurou a verba foi "sacada" ao Governo Civil de Lisboa e as compras vão ser feitas por ajuste directo. Segundo explicou uma fonte da PSP, nestes casos o código da contratação pública permite esta fórmula, pois trata-se de "material crítico, de segurança, isento de concurso público". Neste caso, outra fundamentação possível para o ajuste directo, a urgência, não seria aceite pelo Tribunal de Contas, uma vez que a data da realização da Cimeira é conhecida há mais de um ano. De qualquer forma, as contratações ainda carecem de ser verificadas pelo TC.
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Os cinco milhões vão servir para comprar vário material de ordem pública, incluindo seis veículos antimotim, blindados, norte- -americanos. Estas viaturas servem para transportar e distribuir as equipas de intervenção para as chamadas "zonas quentes" de alteração de ordem pública. Têm capacidade para seis pessoas totalmente equipadas. São antibomba, antifogo, antiminas e são as utilizadas pelos militares norte-americanos e ingleses no Iraque. "A PSP deve ser a única polícia urbana da Europa que não tem estes veículos, essenciais para proteger as equipas policiais que se querem colocar num qualquer incidente de ordem pública, como um motim, ou uma manifestação violenta", explicou ao DN um oficial da PSP que está envolvido neste processo.
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Além destes blindados, está também a ser comprado material de segurança mais sensível (de informação e contra-informação, bloqueio de telemóveis, etc.) e de protecção policial, como escudos, viseiras, capacetes, gás-pimenta, gás lacrimogéneo, barreiras de protecção para vedar toda a zona do Parque das Nações, estruturas móveis para montar check points de controlo de acessos.
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Em Agosto foi aprovada uma resolução em Conselho de Ministros com orientações para a segurança da Cimeira (ver relacionado) de ordem legislativa e operacional. Nesse mesmo dia foi também aprovada uma resolução relativa à Estratégia Nacional Contraterrorista, outro documento importante para a organização da segurança do evento.
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O secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, Mário Mendes, centraliza a coordenação e a direcção das operações entre as forças e serviços de segurança. Será ainda Mário Mendes a fazer a articulação com o Conselho Superior de Magistratura, no que diz respeito ao regime jurídico especial que estará em vigor na altura da Cimeira, e com o chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas. O secretário-geral já tem definidas as formas de colaboração entre os militares e as polícias, cuja finalidade é garantir segurança máxima ao evento.
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por Valentina Marcelino DN 28Set10

PSP procura droga no Porto

Clique na imagem para ver o video
25Set10

MAI cede a reivindicações dos polícias

Promoções que os agentes exigiam foram concedidas. Protesto foi cancelado, mas há sindicatos descontentes
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Eram duas as exigências que os nove sindicatos da PSP colocavam ao Ministério da Administração Interna (MAI) para terminarem com o protesto de duração indefinida iniciado quinta-feira na Praça do Comércio, em Lisboa: o desbloqueamento da verba para as promoções de cerca de 1500 agentes já aprovadas por concurso; e que os agentes passem para as posições remuneratórias previstas no novo estatuto profissional em vigor desde Janeiro.
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O MAI libertou os 3,1 milhões de euros para as promoções, e ontem os dois maiores sindicatos do sector decidiram acabar com o protesto. Porém, há dois sindicatos, mais pequenos, que consideram haver outras reivindicações que urgem ser discutidas e prometem voltar à rua.
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O impasse foi resolvido ainda na quinta-feira, quando o MAI anunciou o desbloqueamento do dinheiro para as promoções. A questão passaria, assim, para a Direcção Nacional da PSP a quem compete tratar das burocracias. Ontem, os responsáveis chamaram os líderes da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) para lhes dar conhecimento de que na segunda-feira será emitido um despacho com a lista dos polícias que foram promovidos e cujo pagamento será feito com retroactivos à data da promoção.
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Os responsáveis da ASPP convidaram para participar nessa reunião os elementos do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), que, além de ser o segundo maior, depois daquele, era também o único que ontem de manhã acompanhava a ASPP no local do protesto. As duas entidades reuniram com o director nacional, superintendente chefe Oliveira Pereira, e comprometeram-se a formar uma comissão conjunta de acompanhamento das promoções e da passagem do efectivo para a novas posições remuneratórias, sendo que esta segunda questão se tornou quase resolvida com a concretização da primeira, explicou Paulo Rodrigues, presidente da ASPP.
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Recordou este responsável ao DN que foram aqueles dois pontos a motivarem a concentração iniciada na quinta-feira na Praça do Comércio. "Se os objectivos foram alcançados, o protesto acaba, é o nosso dever, sem prejuízo que posteriormente novas acções se realizem tendo em vista outras situações previstas no caderno reivindicativo", disse.
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Mas o Sindicato Independente da Polícia (SINAPOL) e o Sindicato Unificado da Polícia (SUP) entendem que a vitória sobre o MAI naqueles dois pontos é insuficiente "face à situação interna da PSP", e prometem voltar à Praça do Comércio quinta-feira, dia 30.
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fonte DN 25SET10

PSP promete promoções


O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, deve hoje comunicar aos presidentes de sete sindicatos da polícia que espera desbloquear, o mais tardar até Novembro, a promoção de 1500 efectivos.
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Por:Miguel Curado/Lurdes Mateus
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Polícias já têm dinheiro para serem promovidos

Ministério da Administração Interna já desbloqueou 3,1 milhões de euros, mas manifestação desta tarde mantém-se
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Ministério da Administração Interna (MAI) contactou esta quinta-feira de manhã alguns sindicatos da PSP, informando que o Ministério das Finanças (MF) já desbloqueou os 3,1 milhões de euros necessários para a concretização das promoções dos perto de 1500 efectivos policiais que aguardam há anos por subir de categoria.
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No entanto, ao que o CM apurou, a concentração de protesto de sete sindicatos da PSP marcada para as 18h30 desta quinta-feira,no Terreiro do Paço, em Lisboa, continua marcada já que os promotores da mesma continuam ainda à espera de uma confirmação oficial por parte do MAI do desbloqueamento da verba necessária às promoções, bem como de indicações sobre a resolução da outra grande reivindicação que esteve na origem da marcação deste protesto, o posicionamento dos efectivos policiais nas posições remuneratórias criadas pelo novo estatuto policial.
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Apesar de ainda não ter conhecer os contornos oficiais do desbloqueamento autorizado pelo MF, Paulo Rodrigues foi um dos líderes sindicais que, há minutos, tomou conhecimento oficioso da decisão do MAI. “Não sabemos ainda de que forma o documento que autoriza as promoções de 1500 elementos policiais está redigido, nem qual o limite temporal para a concretização dessas promoções, uma vez que já existe dinheiro”, disse ao CM o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP-PSP), sindicato que organiza a manifestação desta tarde.
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Assim, e à falta de garantias oficiais, Paulo Rodrigues assegura “que o protesto se mantém”. “Não basta resolverem só metade das reivindicações. Queremos garantias de que o posicionamento nos escalões remuneratórios criados pelo novo estatuto da PSP seja alcançado”, concluiu o presidente da ASPP.
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fonte CM 23Set10

Registo Criminal - Companhia das Manhãs 22Set10

Que se passa com a Polícia?

Verão Seguro: PSP registou diminuição da criminalidade violenta e grave

A PSP anunciou hoje, quarta-feira, a detenção de 2161 pessoas durante os 87 dias da operação "Verão Seguro", registando uma descida da criminalidade violenta e grave. Por sua vez, a GNR anunciou a detenção de 6800 pessoas durante os 77 dias da operação, a maioria por crimes rodoviários.
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Num balanço da operação "Verão Seguro", que decorreu entre 21 de Junho e 15 de Setembro, a Polícia de Segurança Pública (PSP) refere que foram feitas 2161 detenções, das quais 67 por posse de arma ilegal, 255 por tráfico de droga, 768 por condução sob efeito de álcool, 396 por falta de habilitação legal para conduzir e 108 por roubo.´
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A PSP registou "uma descida acentuada nos crimes contra o património" durante o Verão, tendo sido denunciados 2480 furtos em residência e 5370 em veículos.
A Polícia adianta que a criminalidade violenta e grave também desceu, destacando os roubos, que registaram uma diminuição de cerca de 200 durante o Verão face ao mesmo período do ano passado.
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No âmbito do programa de vigilância a residências, integrado na operação, a PSP vigiou 6906 casas, menos 165 do que no ano passado, e apenas uma foi assaltada, em Braga.
Durante os 87 dias da iniciativa e na vertente da sinistralidade rodoviária, a PSP registou 13 777 acidentes, menos 82 que no ano passado, que provocaram 39 vítimas mortais, mais 13 que em 2009.
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A PSP registou também um "número atípico de vítimas mortais" em acidentes rodoviários em Junho e Julho, nomeadamente nos distritos de Lisboa, Aveiro e Coimbra.
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Durante a operação "Verão Seguro", a Polícia fiscalizou 127 282 viaturas e multou 24 064 condutores, dos quais 9268 por excesso de velocidade, 1036 por excesso de álcool e 932 por as crianças não utilizarem 'cadeirinhas'.
Ao longo de 87 dias, a PSP apreendeu 86 mil doses de haxixe, mais 29 mil do que no verão do ano passado, e 297 armas, 153 das quais armas de fogo.
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GNR faz 6800 detenções

Segundo a Guarda Nacional Republicana (GNR), 5227 condutores foram detidos no âmbito da circulação rodoviária, nomeadamente 2995 por condução sob efeito de álcool e 1973 por falta de habilitação legal para conduzir.
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A GNR deteve também outras 1573 pessoas, das quais 1408 por diversos ilícitos, 115 por posse ilegal de armas e 50 por crimes cometidos contra a natureza e ambiente.
A operação "Verão Seguro", teve como objectivo "intensificar acções de patrulhamento e vigilância" em todo o país, especialmente nas zonas de praia e locais de veraneio mais sensíveis e de maior afluxo turístico.
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Nos 77 dias da operação, a GNR controlou mais de dois milhões de veículos e multou 30 954 por excesso de velocidade.
Dos 190 834 condutores fiscalizados, 7248 foram multados por excesso de álcool e 11 por presença de drogas.
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Durante a operação "Verão Seguro", a Guarda Nacional Republicana apreendeu 513 armas e 359 automóveis, tendo ainda apreendido diversa mercadoria com um valor estimado de cerca de 4,4 milhões de euros no âmbito de acções fiscais e aduaneiras.
A GNR adianta ainda que foram efectuadas 241 051 patrulhas de cariz policial e 21 653 no âmbito da protecção da natureza e do ambiente, que resultaram na elaboração de 4149 autos.
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fonte JN 17Set2010

III Corrida do Regimento de Infantaria N.º1

No passado domingo, 12 de Setembro de 2010, teve lugar pelas 9:30h em Tavira a prova "III Corrida do Regimento de Infantaria N.º1" . É o 3º ano consecutivo que os militares de Tavira organizam esta prova.
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Esta prova contou com a participação de alguns Camaradas do CI/Algarve. Segue-se algumas imagens.
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Seniores
1º Manuel Ferraz SPORT LISBOA E BENFICA
2ºJorge Varela SPORT LISBOA E BENFICA
3ºFlavio Fernandes CORPO DE INTERVENÇÃO DE FARO
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fonte equipafinicredito.blogspot

Polícia espera “para cima de 2000” adeptos do Sporting na Luz

A Polícia de Segurança Pública (PSP) prevê escoltar mais de 2000 adeptos das claques do Sporting até ao Estádio da Luz para o “derby “com o Benfica, sem “qualquer alteração da ordem”.
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“A polícia adopta esse sistema e não vai permitir qualquer tipo de alteração da ordem. Toda a alteração da ordem pública vai ser reprimida. Os adeptos têm de se capacitar de que está em causa a disputa de um jogo de futebol.
É um espectáculo desportivo e não podemos fazer dos campos e suas imediações campos de batalha”, disse esta sexta-feira o subintendente Costa Ramos.
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Os responsáveis da PSP optaram por não divulgar o número de agentes empregues na operação de segurança desta partida, considerada de “risco elevado”, e na qual são esperados entre 50 mil e 55 mil espectadores. “Neste momento, penso que não há grandes problemas. Não houve declarações polémicas durante a semana. Vai ser um policiamento pacífico”, adiantou Costa Ramos.
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Os elementos dos grupos organizados dos “leões” vão ser acompanhados numa “caixa de segurança” entre o Estádio José Alvalade e o recinto “encarnado”, cujas portas se vão abrir, pelas 18h15, duas horas antes do apito inicial de Carlos Xistra.
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A PSP anunciou que o dispositivo de segurança inclui patrulhamento apeado, automóvel e à civil, equipas de intervenção rápida, corpo de intervenção, cães, as divisões de investigação criminal e de trânsito, equipas especializadas em explosivos, além da Unidade Regional de Informações Desportivas, com os seus “spotters”.
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fonte Publico.pt Desporto

Sete sindicatos da PSP aderiram ao protesto de dia 23 em frente ao Ministério da Administração Interna

De Isabel Matos Alves (LUSA)Lisboa, 15 set (Lusa)
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- Sete sindicatos da PSP decidiram hoje aderir a um protesto marcado para dia 23 em frente ao Ministério da Administração Interna e pedir uma reunião com o ministro das Finanças para exigir o desbloqueamento das verbas necessárias à Polícia.
Os sindicatos reunidos hoje nas instalações do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), em Lisboa, decidiram que "não aceitam que dirigentes sindicais em legal exercício das suas funções" sejam alvo de processos disciplinares como é o caso de Armando Ferreira, dirigente do SINAPOL.Em declarações aos jornalistas, Armando Ferreira garantiu que hoje "não se falou da greve" convocada pelo seu sindicato para a altura da cimeira da NATO em Lisboa, que afirmou continuar em cima da mesa, uma vez que as razões que levaram o SINAPOL a convocar o protesto não estão todas cobertas pela concentração de dia 23.
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© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.

Estruturas sindicais da PSP reúnem-se na quarta feira para analisar "atual estado da Polícia"

As estruturas sindicais da PSP vão reunir-se na quarta feira para analisar "o atual estado da Polícia", onde existe "um espírito de revolta preocupante", disse hoje à Lusa o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP).Paulo Rodrigues adiantou que na reunião, a realizar na sede do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), deverão estar presentes representantes dos 10 sindicatos da Polícia.
A reunião acontece uma semana depois de o SINAPOL ter divulgado um pré-aviso de greve para os dias 19, 20 e 21 de novembro, durante a realização da cimeira da NATO em Lisboa.
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De Isabel Matos Alves (LUSA)
Lisboa, 14 set (Lusa)
© 2010 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.