Este, é um espaço não oficial.


ESTE É UM ESPAÇO NÃO OFICIAL.
Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

Corpo de Intervenção e GOE cercaram prédio

O prédio número 59 da Rua das Olarias, no coração da Mouraria, foi cercado por vários elementos das Equipas de Intervenção Rápida, Corpo de Intervenção e do Grupo de Operações Especiais da PSP, na madrugada de ontem. O motivo foi um alerta de sequestro recebido pela PSP, através de chamadas de socorro efectuadas por telemóvel a partir da cave frente do prédio.
Quatro jovens que ali residem estavam a ser ameaçados por um intruso armado e só com a intervenção do CI e do GOE foi possível retirar da casa, em segurança, os quatro amigos: três homens e uma mulher grávida.
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Eram 06.00 da manhã quando o cerco policial terminou. As circunstâncias em que tudo se passou são, no mínimo, suspeitas. O homem armado, alegadamente um cabo-verdiano de 24 anos, fugiu e, durante todo o dia de ontem, foi procurado pela polícia.
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Djaló, 27 anos, seria o alvo que o atirador tinha em mira naquela cave. "Esse homem entrou no meu quarto e ameaçou-me com a arma. Conheço-o de vista do Intendente e da Mouraria, mas não sei o nome. Atirei-me a ele e lutei. Levei com a coronha da arma na sobrancelha", contou Djaló, 27 anos, mostrando o ferimento. O jovem africano deixou entrar o DN em casa e assumiu já ter ficha na polícia por "coisas do passado" como roubo de telemóveis e droga.
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Não sabe ao que vinha o suspeito armado, diz ele. "Se calhar queria-me matar, não sei, ou queria dinheiro, não sei", conta Djaló, meio desnorteado.
O jovem e os outros três amigos foram levados de manhã numa carrinha da polícia para prestarem declarações. "A PSP revistou-nos a casa toda, não sei o que procuravam", diz Djaló. À tarde, enquanto falava com o DN, um amigo dele foi detido. Não fazia parte do grupo de quatro que se viu ameaçado pelo homem armado em casa.
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Zafar Iqbal, um paquistanês muçulmano que está de visita a um amigo residente no primeiro piso, estava a fazer as orações da manhã quando se apercebeu do aparato.
"Fui à janela e vi nas traseiras do prédio um polícia vestido de preto e de capuz e com uma shotgun. Esse polícia gritou para eu ir para dentro. À volta do prédio eram só polícias", contou Zafar em inglês. "Vivo em Londres e lá, como aqui, se um polícia nos dá uma ordem, nós obedecemos."
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Os agentes reviraram o prédio de alto a baixo à procura do suspeito armado e recolheram nomes de testemunhas, como Zaifal. O caso está agora com a PJ.
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por RUTE COELHO - DN

Correio da Segurança

A luta é inevitável
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Na semana passada, neste espaço, escrevi que estavam criados, pela postura do MAI em relação aos polícias, os ingredientes necessários para se iniciar um processo de luta, não esquecendo o momento da Cimeira.
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No entanto, referi também que a luta tem de iniciar-se já. A ASPP/PSP alertou diversas vezes a Direcção Nacional da PSP e o MAI para a situação preocupante e de conflito que se vive na PSP, quando, por imposição, implementou um Estatuto que sabia ser de difícil aplicação. Neste momento, poucos são os polícias que sabem a sua posição, nomeadamente na carreira de chefes, na estrutura hierárquica da PSP.
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Esta indefinição só podia, como veio a acontecer, criar uma situação de instabilidade dentro de uma Força de Segurança que tem uma importância inquestionável no País. Assim, e no seguimento das lutas que a ASPP/PSP tem desenvolvido, e sem pôr em causa as acções de outros sindicatos, esta organização vai realizar, no dia 23 de Setembro, uma concentração junto ao MAI, que só desmobilizará quando houver garantias do Governo sobre a disponibilidade da verba para as promoções e colocação nas novas posições remuneratórias de todos os profissionais da PSP. Independentemente de esta garantia demorar horas, dias ou mesmo semanas.
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Por:Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

Comandantes acusam MAI de levar polícias ao "desespero"

Em exclusivo ao DN, o presidente do Sindicato dos Oficiais diz que ameaça de greve é acto de "desespero" dos agentes, a trabalhar no limite da capacidade. Governo é responsável, acusa.
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O presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais da PSP, que representa os principais comandantes desta força de segurança, alerta para o "acto de desespero" que significa a ameaça de greve anunciada esta semana por outro sindicato da polícia. Embora se manifeste "totalmente contra" a iniciativa, que caracteriza de "ilegal e irresponsável, para além de lesiva da imagem da instituição e do país", Jorge Resende, que comanda a Divisão da PSP de Loures, uma das maiores do País, acusa o Governo de ser "o grande responsável pela grande instabilidade na polícia".
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Este oficial denuncia que "os polícias estão a trabalhar no limite das suas capacidades. Lisboa, Porto e Setúbal, que concentram dois terços da criminalidade do País, têm menos efectivo policial que há dois anos, apesar do aumento de área atribuída à PSP". Apesar disso, sublinha, "os crimes têm diminuído, o que prova o grande esforço e profissionalismo dos polícias".
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mais noticias DN relacionadas (clicar em cima para ver)
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Artigo de opinião

Contraproducente
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É sabido que, aqueles que falam mais alto, ameaçam ou anunciam medidas radicais, numa sociedade como a portuguesa, são os reconhecidamente enaltecidos. E porquê?
Porque a guerra, a violência, o barulho, e o sangue, vende...principalmente nas sociedades latinas. Mas eu discordo. Desde logo, porque normalmente quem usa este tipo de postura, tem ausência da ... Razão.
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Um dos Sindicatos da PSP anunciou a marcação de uma pré-greve, para três dias do mês de Novembro, dias esses coincidentes com a realização de uma Cimeira. Neste sentido, criou um rol de comentários do foro jurídico, social e até desprovido de qualquer tecnicismo, os quais passaram na comunicação social e no meio policial.
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Desses comentários, o que me apraz dizer? Antes de tudo, sou a favor do direito à greve na PSP, no entanto, a leitura que faço do ponto de vista jurídico, não sendo especialista na matéria, é que a Lei não o permite.
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Primeiro que, a medida anunciada foi uma reacção, a indícios de que outros iriam nessa data, fazer algo.
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Segundo que, foi uma medida anunciada, sem ter o devido estudo, acompanhamento e fundamento jurídico, sindical.
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Terceiro que, sendo o SINAPOL pertencente à recente FENPOL (SUP, SINAPOL e ASOP), não se compreende o silêncio e diferença de opinião dos parceiros desta recente Federação.
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Quarto que, admite-se como adquirido o mal-estar na PSP, devido às promessas não cumpridas, à dualidade de critérios, aos ataques a uma condição policial e um Estatuto Profissional que não resolve os problemas da Instituição e dos seus profissionais.
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Quinto que, este tipo de anúncios, é de alguma forma bem visto, por parte de alguns elementos policiais e se me permitem, por aqueles que andam menos atentos, têm menos astúcia e que, por incrível que pareça, são aqueles que, quando necessário não comparecem, ou não aderem.
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Sexto que, receio que este passo, coloque em causa, muitas das matérias que se encontram para ser resolvidas, desde logo, porque qualquer administração ou Governo, não pretende demonstrar ser refém de um sindicato ou não pretende que a opinião pública fique com a ideia de que, os gestores da PSP ou o governo cederam à ameaça de greve.
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Sétimo que, duvido da adesão à greve, desde logo, porque conheço o meio policial e sei qual a postura dos elementos quando se aproxima a ocasião e surgem as inércias e ameaças. Relembro terem sido marcadas acções anteriores (legais) e a adesão não coincidiu com as promessas dos "revoltados".
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Convinha ainda que, os profissionais da PSP, conhecessem a história da Instituição para a qual trabalham, assim como, era importante saberem como foram criados os Sindicatos, a história político-jurídico-sindical, no contexto da altura e as normas jurídicas que norteiam a sua actividade.
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É evidente, a necessidade de fazer algo, dado que, a Instituição PSP e os sucessivos governos, não têm respeitado os seus profissionais, no entanto, a concertação, a inteligência, a legalidade são pressupostos importantes.
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Os profissionais da PSP têm de se lembrar e/ou saber, das vitórias dos últimos trinta anos, onde se conseguiram alterações profundas, fruto do trabalho desenvolvido com astúcia, inteligência, dedicação, adesão e combatividade.
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Os actuais intervenientes, especificamente os profissionais da PSP, terão de reflectir, se hoje, serão eles também combativos, astutos, dedicados à causa socioprofissional...
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Paulo Santos
Artigo de opinião pessoal

Polícias ameaçam com greve

O Sindicato Nacional de Polícia (Sinapol) convocou ontem o primeiro pré-aviso de greve de sempre na PSP. Após uma assembleia geral, o sindicato resolveu avançar com a greve a 19, 20 e 21 de Novembro, coincidindo os dois primeiros dias com a realização da cimeira da NATO, em Lisboa – que contará com excepcionais medidas de segurança pela presença, entre outros, de Barack Obama, presidente dos EUA.
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O sindicato reivindica mudanças nos horários, nos escalões e na progressão de carreira. Poucas horas após o anúncio, o director nacional da PSP determinou a "abertura de um processo de averiguações com vista à instauração do competente processo disciplinar", uma vez que "não são admitidas greves" devido à natureza e especificidades da PSP.
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Assim, refere, a convocação e promoção de uma greve é "um ilícito disciplinar de extrema gravidade". Para Armando Ferreira, do Sinapol, a lei está do seu lado: "Pedimos pareceres jurídicos e desde a Lei 59 de 2008 que os polícias são considerados funcionários públicos, pelo que há a certeza de termos direito à greve." O Sinapol tem cerca de 2600 associados.
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fonte CM

Correio de segurança

Basta de atropelos
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A PSP determinou que os polícias, a nível nacional, fossem impedidos de gozar férias entre 8 e 22 de Novembro
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É mais um período a somar a outros tantos períodos em que os polícias não podem gozar férias, contrariamente a outros trabalhadores. Mas, o que mais estranheza nos causa é o argumento utilizado ser a cimeira da NATO, que está previsto acontecer a 19 e 20 desse mês.
Já se realizaram várias Cimeiras em Portugal as quais trouxeram algumas limitações ao nível dos períodos de descanso dos polícias que prestavam serviço no local do evento, o que é compreensível, mas nunca com esta abrangência. Com este princípio devidamente pensado pela DN/PSP, nos próximos tempos, tenho dúvidas de que os polícias tenham espaço temporal suficiente para gozar férias.
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Com o MAI a não disponibilizar a verba para as promoções, a indefinição do momento para a passagem às novas posições remuneratórias, a PSP a impor uma política de gestão que atropela os direitos dos polícias, começam a estar reunidos os ingredientes para se decidir entrar numa luta, a iniciar já, em defesa de uma Instituição Democrática e o momento da Cimeira não deve, de forma alguma, ser esquecido.
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Por:Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
04Set10

PSP perde 300 polícias para a reforma

O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, vai enviar no princípio da próxima semana para o Ministério da Administração Interna a lista final com os 300 agentes aptos para a pré-reforma. Com delegação governamental de competências para decidir nesta matéria, Oliveira Pereira abre assim caminho para a saída de agentes já a 1 de Outubro, estando a próxima entrada de efectivos marcada para 2011.
0h30
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A maioria dos agentes nesta lista é dos comandos de Lisboa e do Porto e deveria ter saído em 2005, mas a saída foi adiada cinco anos. Têm entre 55 e 58 anos, o que significa que vão estar entre dois a cinco anos à espera da aposentação, mantendo-se às ordens do director nacional. A saída destes elementos significa uma perda de operacionalidade.
A última entrada de novos elementos ocorreu em 2008, estando a próxima prevista apenas para 2011.
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fonte CM

PSP caça e desfaz grupo perigoso

Um ano após aturadas investigações, a PSP de Viseu realizou ontem uma megaoperação em várias zonas da cidade, que resultou na detenção de cinco pessoas suspeitas de tráfico de droga e de estarem envolvidas em actos de grande violência.
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"Foi um rude golpe no tráfico de droga na cidade", é a convicção dos oficiais que lideraram a operação que decorreu ao início da manhã e envolveu seis dezenas de operacionais da PSP e três inspectores da PJ.
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Ao raiar do sol, os investigadores, apoiados pelo Grupo de Operações Especiais e do Corpo de Intervenção, entraram em simultâneo em seis residências e apanharam de surpresa os alvos. Segundo apurou o CM, um dos detidos, de grande porte físico, foi apanhado a dormir com uma pistola na mesa-de-cabeceira, mas a intervenção policial foi tão eficaz que mais não fez do que juntar os braços para lhe serem colocadas as algemas.

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O mesmo sucedeu nas outras cinco casas em que decorreram as buscas e onde estavam os outros suspeitos. Na operação, a PSP apreendeu munições, miras telescópicas e dez armas de fogo – caçadeiras, uma shotgun, pistolas e um revólver. Foram também apreendidas 1500 doses de haxixe, cocaína, ecstasy, heroína, anfetaminas, seis mil euros em dinheiro e vários telemóveis e LCD.
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"Com este trabalho temos a noção que efectuamos um rude golpe no tráfico de droga e na violência em Viseu, e colocamos fim a um grupo de traficantes perigosos", referiu ao CM Almeida Campos, segundo-comandante da PSP de Viseu.
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fonte CM

Processo casa pia ...

(...)a operação de segurança do Comando da PSP de Lisboa começará com uma vertente preventiva. Antes do início da leitura do acórdão, todo o espaço do Campus da Justiça será vistoriado por elementos da Unidade Especial de Polícia (UEP) para a detecção e inactivação de explosivos.
Além da sala de audiências, do edifício das Varas Criminais e dos outros imóveis do Campus, os agentes da UEP irão também passar a pente-fino todo o subsolo daquele espaço. O objectivo é o mesmo: detectar todo o tipo de objectos estranhos. Em caso de detecção de algum engenho explosivo, será de imediata isolada a área, procedendo-se à inactivação do mesmo.
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Para assegurar uma resposta eficaz a eventuais distúrbios no interior ou exterior do edifício das Varas Criminais, o Comando da 2ª Divisão da PSP de Lisboa solicitou o apoio do Corpo de Intervenção (CI). Assim, uma equipa de oito agentes desta subunidade da Unidade Especial de Polícia estará de prevenção no quartel da Calçada da Ajuda.
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Os operacionais do Corpo de Intervenção têm ordem para sair das instalações que ocupam apenas por indicação superior. Equipas de Intervenção Rápida assegurarão o patrulhamento enquanto isso não acontecer.
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fonte CM

lista dos sumários do Diário da República - Iª série

Assembleia da República
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L 40/2010 - Segunda alteração à Lei nº 115/2009, de 12 de Outubro, que aprova o Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade e 26ª alteração ao Código Penal.
L 41/2010 - Procede à terceira alteração à Lei nº 34/87, de 16 de Julho, relativa a crimes da responsabilidade de titulares de cargos políticos.
L 42/2010 - Segunda alteração à Lei nº 93/99, de 14 de Julho, que regula a aplicação de medidas para protecção de testemunhas em processo penal.
L 43/2010 - Altera o período das férias judiciais, procedendo à 13ª alteração à Lei nº 3/99, de 13 de Janeiro e à 5ª alteração à Lei nº 52/2008, de 28 de Agosto, revogando o Decreto-Lei nº 35/2010, de 15 de Abril.
L 44/2010 - Segunda alteração ao Regime Jurídico do Processo de Inventário, aprovado pela Lei nº 29/2009, de 29 de Junho.
L 45/2010 - Autoriza o Governo a alterar os Estatutos do Notariado e da Ordem dos Notários.
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fonte Legix
Nota: Este serviço não dispensa a consulta do Diário da República.

Protecção total a juízes da Casa Pia

Agentes do Corpo de Intervenção vão estar dentro da sala de audiências durante a leitura do acórdão. Cinco jovens casapianos, testemunhas do caso, estarão no tribunal a ouvir a decisão do colectivo.
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TVI24

ROTA H2O

A equipa certa

Correio da Segurança
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Os Serviços Sociais da PSP foram criados em 1959 com o intuito de satisfazer carências dos polícias tendo em conta as exigências da profissão e os baixos salários.
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Esta Instituição tornou--se rapidamente um problema para a PSP, que tinha de a administrar, e para os polícias, que tinham, por imposição, de pagar para o seu funcionamento.
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Desde o desvio de mais de 6 milhões de euros para a Direcção-geral do Tesouro, por parte do Governo de 2002, uma verba que pertencia aos polícias, até às notícias de má gestão, não faltavam argumentos para desacreditar os SSPSP. Bastou à PSP encontrar a equipa certa para que os SSPSP renovassem a imagem e confiança dos polícias.
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Nos dois últimos anos, mostraram trabalho, adequaram-se aos novos tempos, tentaram ir ao encontro das necessidades dos polícias em diversas áreas e, não menos importante, deixaram de ser privilégio único para dirigentes da PSP. Apesar do esforço, falta o apoio do Governo na alteração da Lei Orgânica e na disponibilização da verba dos projectos mais importantes, como a criação de alojamentos para os polícias.
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O que todos os polícias esperam é poder contar com esta Instituição. Certo é que o trabalho de-senvolvido pela actual direcção reflecte bem essa vontade e isso só por si já é de elogiar.
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Por: Paulo Rodrigues, Presidente da Associção Sindical dos Profissionais da Polícia

Quase 1500 polícias estão de baixa

As ruas e as esquadras do país têm menos polícias dado que, segundo dados do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), 1482 agentes estão de baixa, a maioria de “natureza psiquiátrica”, noticia hoje o “Correio da Manhã”.
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Actualmente existem 22 mil agentes da PSP em todo o país. Destes, 1482 estão de baixa, a maioria nos distritos de Lisboa (380 homens) e Porto (120).
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Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), disse ao jornal que o problema foi agravado pela mudança na Lei de 2005, com o aumento da idade de reforma de 55 para 60 anos. “Há agentes muito cansados, que já deviam estar reformados, e tal ainda não foi possível”.
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Dos cerca de 1500 agentes de baixa, 800 estão à espera de sair da PSP e aguardam as Juntas Superiores de Saúde.António Ramos, presidente do SPP, alerta para os efeitos da situação. “Isto faz com que haja menos polícias na rua e que as esquadras fiquem cada vez mais desfalcadas, com consequências negativas no combate ao crime”.
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A idade média dos polícias em Portugal é de 39,8 anos, um número superior à média europeia, de 35 anos, revela o “Correio da Manhã”.
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O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, anunciou a entrada de novos polícias e militares da GNR. A formação começa este ano mas os novos elementos só serão distribuídos pelas esquadras e postos no início de 2011.
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fonte "Publico"

Desacatos na Quinta da Fonte ferem três

Três indivíduos foram atingidos a tiro na noite de sábado por um grupo de etnia cigana, que disparou a partir de uma viatura em andamento na Quinta da Fonte, Sacavém, onde uma viatura também foi incendiada.
29 Agosto 2010
Comentários CM
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Gangs ajustam contas a tiro

Grande Lisboa: Cinco feridos em noite de violência dos dois lados do Tejo
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Três jovens de origem africana conversavam na rua, já à saída do café, minutos depois de terem assistido ali, pela televisão, à vitória do Benfica sobre o Vitória de Setúbal.
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Ferido grave em guerra de gangues

Um jovem com pouco mais de 20 anos foi gravemente ferido, à navalhada, no início madrugada de ontem, sábado, em Corroios, Almada, durante um confronto entre dois gangues rivais, ambos da Margem Sul do Tejo, segundo soube o JN junto de fontes policiais.
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A informação foi confirmada, ao JN, por fontes da Direcção Nacional da PSP, que admite ter-se tratado de um ajuste de contas, em circunstâncias e causas que estão ainda a ser investigadas. A agressão ocorreu cerca das 00,30 horas, nas imediações do recinto onde decorre a festa de Corroios.
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A vítima, de origem africana, reside na Quinta da Princesa, um dos bairros mais problemáticos da Margem Sul do Tejo, e os outros elementos envolvidos têm a mesma origem e residem no mesmo bairro do concelho do Seixal.
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Os opositores fazem parte de um grupo de nacionalidade brasileira. O principal suspeito da agressão ainda não tinha sido detido à hora de fecho desta edição.
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Não é ainda conhecido o que esteve na base do confronto, se bem que cerca das 19 horas de anteontem tenha havido outra agressão na zona da Arrentela, mas tratar-se-á de querelas antigas que têm vindo a ser resolvidas pela violência.
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Os problemas que acabaram na agressão tiveram início, no entanto, cerca das 22,30 horas de anteontem, ainda no recinto da feira, e terão começado na sequência da chegada à zona de um grupo da Quinta da Princesa, que ali teria ido com o intuito de fazer um ajuste de contas com o gangue brasileiro.
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Mas só cerca das 00,30 horas se verificou o confronto directo envolvendo os dois grupos, já fora do recinto da feira e que obrigou à intervenção de forças da PSP do Seixal, com a colaboração do Corpo de Intervenção, que fazia segurança à feira.
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A presença policial não impediu, no entanto, a agressão à facada, tendo a vítima sido transportada para o Hospital Garcia de Horta, em Almada, em estado grave. As melhorias da vítima só se registaram cerca das 5 horas da madrugada.
Agressor e cúmplices fugiram do local. O primeiro já identificado e a ser procurado pelas autoridades.
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fonte JN
Foto google (gangues)

Miguel Almeida quer Corpo de Intervenção na região Centro

Miguel Almeida defendeu, ontem, que a região Centro também deve ter uma unidade do Corpo de Intervenção (CI) da PSP. Nesse sentido, o PSD vai apresentar uma proposta, numa das próximas reuniões de câmara. O vereador da oposição lembrou que o Centro reúne os requisitos para a instalação da referida força especial da polícia.
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Figueira da Foz - Cidade vive clima de “insegurança psicológica”

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Depois de quase duas horas e meia de conversa, a intervenção do vereador do PSD Miguel Almeida acabou por ser uma “tempestade” serena, com os ânimos a elevarem-se um pouco entre o vereador e o presidente João Ataíde. O ex-deputado “laranja” reconheceu que as questões de segurança devem ser tratadas em privado para não alimentar polémicas nem criar falsos alarmes, mas quando as coisas não se resolvem pelo diálogo «temos que falar alto, dar murros na mesa e exigir responsabilidades a quem de direito».
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Miguel Almeida quis deixar uma palavra de solidariedade para com a PSP da Figueira da Foz que, «perante as condições diminutas que têm, vão fazendo o melhor que podem». Por isso, continuou, «embora não se tenham registado grandes casos comparativamente com o resto do país, a cidade vive uma insegurança psicológica», defendendo mais meios porque «a segurança e a saúde são fundamentais para os destinos turísticos».
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Reconhece que o presidente da Câmara tratou em privado desta questão, mas, a exemplo de outros anos, «o Corpo de Intervenção passou esporadicamente por aqui» quando, num passado recente o «Corpo de Intervenção fazia o Verão todo».
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A «região Centro é a única que não tem um Corpo de Intervenção», quando a Figueira da Foz «tem todas as condições físicas para ter uma força de intervenção residente», defendeu.
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O presidente da Câmara considerou esta «uma questão sensível» que, ao ser abordada em público, «pode criar um falso alarme e prejudica a imagem da Figueira da Foz».«Despertar uma sensação subjectiva de insegurança é a pior forma de resolver esta questão», criticou o presidente.
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João Ataíde negou que a Figueira da Foz esteja confrontada com um clima de insegurança, embora admita que o «problema de aglomerado de massas» no Bairro Novo obriga a uma intervenção de prevenção e dissuasão de comportamentos violentos, por parte das forças policiais.
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Explicou, por outro lado, que teve o cuidado de, todos os fins-de-semana, «acautelar que fosse garantido a presença de uma equipa de intervenção da PSP». Esta resposta desencadeou uma “guerra” de palavras, com Miguel Almeida a prometer apresentar, na próxima reunião, uma proposta no sentido de reivindicar para a região Centro «um Corpo de Intervenção residente na Figueira da Foz».
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Por José Santos in "Diário de Coimbra" 25 Ago2010
foto google

Agentes da PSP agredidos

A esquadra da PSP de Trajouce, Cascais, foi ontem à tarde invadida por um grupo de cerca de 20 pessoas, depois de um agente ter pedido a identificação de um homem, já referenciado e conhecido por diversos furtos, e de este ter reagido mal, agredindo o polícia, que respondeu com bastonadas. Mas o homem acabou por fugir.
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O CM sabe que, momentos depois, o homem voltou na companhia de familiares, que invadiram a esquadra. Ameaçaram e injuriaram os únicos quatro agentes que lá existem. Durante mais de cinco minutos, os agentes aguentaram a violência, respondendo com bastonadas.
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Segundo fontes policiais, foram chamados reforços e, no local, estiveram elementos de toda a Divisão de Cascais, num total de cerca de 40 agentes. O homem acabou detido e seis pessoas foram identificadas. Os polícias sofreram ferimentos ligeiros. O Comando Metropolitano da PSP confirma apenas a detenção de uma pessoa, por injúrias e tentativa de agressão.

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fonte CM

Pai matou filho com um tiro à frente da mãe

A aldeia de Sobralinho, a três quilómetros de Alhandra, foi palco de uma tragédia familiar ocorrida ao final da tarde de sábado. Eram 18.00 quando Luís Tomás, de 72 anos, alcoolizado e violento, disparou um tiro de caçadeira contra o filho no quintal da vivenda da família, na estrada de Voltares.
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Depois de matar o filho com um tiro de caçadeira, Luís Tomás barricou-se em casa durante uma hora e meia. Uma equipa do Corpo de Intervenção da PSP foi para o local, e o presumível homicida acabou por se entregar sem oferecer resistência. Eram 19.30 de sábado quando Luís Tomás foi detido, algemado e transportado na carrinha do Corpo de Intervenção da PSP para a cadeia da PJ, em Lisboa, onde passou a noite. A caçadeira utilizada no crime foi apreendida.
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O imbróglio da farda

Correio da Segurança
Nos últimos anos, a PSP esteve muito aquém do desejável no que respeita ao fardamento. A não actualização dos modelos de fardamento à nova realidade, aliada à falta de adaptação às necessidades dos diversos serviços e condições climatéricas, trouxe enormes confusões.
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Mas se a Instituição sofria, mais sofriam os polícias, que continuavam a ser obrigados, com cinco euros por mês, a comprar o seu uniforme composto por dezenas de peças de vestuário, a preços não equilibrados com a qualidade.
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O Governo aumentou esse valor que, apesar de não satisfazer as necessidades, já é um passo importante. Mas se os polícias pensavam que tinham parte do problema resolvido, enganaram-se, pois, por imposição da DN da PSP ao MAI, vai ser criado um fundo de fardamento. Ou seja, os polícias não vão ver um único euro.
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Em vez de optar pela simplificação, como acontece na Guarda Prisional, que atribui o valor a cada profissional para que o possa gerir com esse fim, cria um departamento para a gestão dessa verba, composto por dezenas de polícias, retirando-os do serviço de polícia. Pergunto-me o porquê de tanta insistência da DN/PSP para a criação deste fundo que reúne as verbas de mais de 20 000 polícias? A bem dizer, mudou a farda mas o imbróglio é o mesmo.
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Paulo Rodrigues , presidente ASPP

Arsenal em discoteca


Lisboa: PSP apreende munições de armas de fogo, soqueira e armas brancas
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A PSP de Lisboa apreendeu ontem (quinta feira) um autêntico arsenal de armas dentro da discoteca In Seven, situada na doca de Santo Amaro, Alcântara. Além de munições de armas de fogo de calibres proibidos a civis, os agentes e uma equipa cinotécnica da Unidade Especial de Polícia (UEP) descobriram uma soqueira em metal e armas brancas dentro do estabelecimento de diversão nocturna. Um funcionário da In Seven foi detido, tendo a PSP anunciado a detenção de mais cinco pessoas.
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PSP e GNR esperam por carros-patrulha

Os 135 novos carros-patrulha destinados à GNR e PSP, que estão desde Março no importador oficial da marca por falta de pagamento do Ministério da Administração Interna (MAI), deverão ser entregues até Setembro, apurou ontem o CM.
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Governo promete resolver problema até Setembro
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As viaturas, Skoda Octavia, destinam-se sobretudo aos destacamentos de trânsito da GNR e ao policiamento de proximidade da PSP, e estão há cinco meses no parque da empresa SIVA, na Azambuja. Segundo revelou ontem o jornal ‘Sol’, o atraso na entrega dos veículos deve-se ao facto de o MAI não ter desbloqueado a verba de 1,8 milhões de euros para pagamento dos carros.
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O MAI não comenta a falta de pagamento, mas assegurou ontem ao CM que o problema deverá ficar solucionado até ao início do próximo mês. "A entrega das 135 viaturas, que se encontram em fase de obtenção das respectivas matrículas, poderá ser feita até ao início de Setembro", disse fonte oficial do gabinete do ministro da Administração Interna.
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A frota foi negociada com a SIVA pela Direcção-Geral de Infra-Estruturas e Equipamentos e é reclamada há muito pelas forças de segurança. Há comandos da GNR a pedir viaturas emprestadas a comandos vizinhos e serviços da PSP que têm de improvisar para suprir as carências de equipamento.
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Por:Francisco Pedro 14/08/2010
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fonte CM

Pancadaria em discoteca no areal da praia da Rocha

Corpo de Intervenção da PSP identifica quatro dos sete seguranças do Sasha.
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Uma equipa do Corpo de Intervenção da PSP foi ontem chamada à discoteca Sasha, na praia da Rocha, devido a uma situação de agressões. Os agentes identificaram quatro dos sete seguranças do espaço de diversão e não efectuaram qualquer detenção.
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Segundo fonte policial, a situação ocorreu pelas 06h20, do lado de fora do recinto. Três clientes, de 24 e 23 anos, de Portimão, Beja e Sobral de Monte Agraço, alegaram ter sido agredidos, sem razão, pelos seguranças. Estes contrapuseram que os jovens saltaram a vedação, para sair sem pagar, e que um deles agrediu a soco um dos vigilantes, o que desencadeou uma cena de pancadaria. Um dos três jovens acabou por ser transportado ao Hospital de Portimão, devido a escoriações. Nenhum dos jovens apresentou queixa na PSP.
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fonte CM

bombeiros agredidos por moradores de bairro

Os bombeiros de Belas foram agredidos por moradores do bairro de Santa Marta, em Sintra, na madrugada deste sábado, informa a TVI.
Os incidentes aconteceram por volta da 1h30, quando os bombeiros foram chamados para apagar caixotes do lixo que estavam a arder.
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Enquanto combatiam as chamas, foram atingidos por pedras e cocktails molotov. A PSP estava presente, mas os arremessos continuaram e a polícia chegou mesmo a disparar tiros para o ar.
Mais tarde, elementos do Corpo de Intervenção cercaram o bairro para tentar acalmar os ânimos e restabelecer a ordem.
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Não houve feridos, mas uma viatura da PSP foi atingida.
Segundo os moradores, esta não é a primeira vez que os bombeiros são assim recebidos no bairro esta semana.
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fonte IOL diário

PSP de Aveiro pronta para o embate da Supertaça

05-08-2010
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A PSP irá empenhar cerca de 300 efectivos neste jogo - e envolver praticamente todas as suas valências desde o trânsito ao Corpo de Intervenção. O jogo está marcado para as 20h45 de sábado, no Estádio Municipal de Aveiro.
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A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Aveiro diz estar preparada para receber o jogo da Supertaça Cândido de Oliveira, entre o Benfica e o FC Porto, agendada para este sábado.

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O jogo é naturalmente de alto risco, e uma vez que volta a juntar adeptos dos dois rivais, as autoridades estão a tomar todos os cuidados.O Intendente Manuel Vale – comandante da PSP de Aveiro – garantiu, em entrevista à Renascença, que estão criadas todas as condições para que nada de anormal aconteça."O comando de Aveiro vai ser reforçado, nos seus efectivos, pelo comando metropolitano de Lisboa e Porto."

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Vamos ter também um meio aéreo para acompanhar o desenrolar dos acontecimentos, equipas cinotécnicas e ainda o reforço da parte do comando distrital de Coimbra. A polícia estará no local e actuará com firmeza e determinação face a qualquer alteração da ordem pública", assegurou o responsável.
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fonte RR

Ministro da Agricultura suspende projecto aprovado pelo Governo para a zona de Belém

Construção do picadeiro da Escola Portuguesa de Arte Equestre foi declarada "inexequível". Frente Tejo ia começar a obra, mas não se sabia quanto custaria, nem sequer quem era o dono.
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O ministro da Agricultura mandou parar o processo de transferência da Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) do Palácio de Queluz para as novas instalações a construir na Calçada da Ajuda, em Belém.
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Num despacho datado de 24 de Junho, António Serrano considerou que o projecto do Picadeiro de Belém "não é exequível", sendo uma das principais razões que o levaram a demitir o presidente da Fundação Alter Real (FAR), Vítor Barros, na qual a EPAE está integrada desde 2007.A construção do picadeiro e das instalações da escola estava prestes a iniciar-se, com o envolvimento da sociedade de capitais públicos Frente Tejo - que tem a seu cargo a gestão de um conjunto de intervenções de requalificação da frente ribeirinha de Lisboa -, da Parque Expo e da FAR, sem que fosse claro, segundo o próprio Vítor Barros, quem seria o dono da obra.
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A mudança da EPAE para Belém é falada há muitos anos, tendo chegado a estar prevista a sua instalação, para efeitos de exibição pública, no antigo Picadeiro Real, onde está sediado o Museu dos Coches. Esta ideia foi abandonada devido à fragilidade das estruturas do edifício.A opção pelo espaço onde funcionou o antigo Regimento de Cavalaria 7, na Calçada da Ajuda, e onde ainda está o Corpo de Intervenção da PSP foi tomada pelo Conselho de Ministros, em 2008, através da resolução que aprovou as principais obras de requalificação da frente ribeirinha e atribuiu a sua gestão à Frente Tejo.
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O custo então estimado para o picadeiro foi de 7,2 milhões de euros, mas estudos posteriores e não definitivos apontaram para 12,5 milhões.
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O projecto foi entretanto encomendado pela FAR e encontra-se em apreciação na Câmara de Lisboa. No final do mês passado a Frente Tejo estava a preparar-se para iniciar a execução das fundações, logo que a câmara o autorizasse, contando debitar posteriormente os custos à FAR.Nessa altura, porém, a Inspecção-Geral do Ministério da Agricultura concluiu uma auditoria à FAR que atirou o projecto por água abaixo. Considerando que a fundação - criada pelo Governo para assumir as funções do antigo Serviço Nacional Coudélico - se encontra em graves dificuldade financeira e que o investimento no picadeiro "apresenta grandes incertezas", o inspector-geral, Pimenta Brás, concluiu que ele "só poderia ter alguma viabilidade se não existissem mais custos para a FAR".
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Desacatos à porta da esquadra

Lagos: Grupo de mais de vinte jovens ameaça instalações da PSP
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A madrugada de ontem, em Lagos, ficou marcada por desacatos, que culminaram na concentração de mais de duas dezenas de jovens turistas, embriagados e com atitudes ameaçadoras, à porta da esquadra local. Nove agentes puseram o grupo em debandada, com recurso à força física e gás-pimenta, mas ninguém foi detido ou identificado.
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A desordem começou depois das quatro da manhã, numa altura em que estava já desmobilizada a missão do Corpo de Intervenção da PSP – que todas as noites mantém um forte e visível patrulhamento nas ruas dos bares, no centro antigo da cidade.
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PSP e GNR não revelam números de efectivos

O DN tentou obter números oficiais sobre o reforço de meios no Algarve durante o Verão. A PSP não os divulga "por questões meramente operacionais" e "porque podem variar consoante a análise criminal das áreas geográficas em questão". A GNR também não deu resposta.
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Segundo a PSP, no âmbito da Operação Verão Seguro 2010 foi dada prioridade ao reforço de segurança nas praias e zonas balneares, e a locais de maior afluxo, para além da vigilância a casas cujos proprietários vão de férias. "Em 2009, das 7071 residências vigiadas pela PSP, apenas duas foram assaltadas, o que demonstra bem a importância da nossa acção", disse fonte da PSP.
O Comando Distrital de Faro é reforçado com valências da Unidade Especial de Polícia (Grupo Operacional Cinotécnico e Corpo de Intervenção) e com meios da "Escola Segura".
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fonte DN