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fonte e noticia completa JN

A operação mais visível decorreu na feira semanal de Espinho e concentrou-se na zona de venda dos comerciantes de etnia cigana.
Eram 10h00 quando dezenas de agentes do Corpo de Intervenção da PSP irromperam pelo recinto. As viaturas dos feirantes foram passadas a pente-fino, tendo os agentes apreendido 118 peças de vestuário, 640 DVD, 440 CD e 70 consolas com jogos.
Apesar do aparato, com homens fortemente armados acompanhados de cães, as vendas continuaram normalmente. "Eles não fazem mal a ninguém, estão a fazer o trabalho deles", dizia uma cliente, enquanto discutia o preço com a vendedora. E nem os pregões deixaram de se ouvir. "É produto nacional!", ouvia-se repetidamente.
PORMENORES
ARMAS E ESPADAS
Entre as armas apreendidas estão uma pistola de alarme adaptada a arma de fogo de calibre 6,35 mm (ilegal), um revólver e duas espingardas. Os agentes ainda apreenderam duas espadas samurai.
CARROS
Três viaturas foram apreendidas aos detidos, ontem, visados nas operações da PSP, realizadas em Gaia. Entre os arguidos está um homem aposentado e uma mulher, de 41 anos.
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A PSP realiza a partir de segunda-feira (semana passada)em todo o país uma operação que incidirá na fiscalização das infracções ambientais em pedreiras, extracção de areias, oficinas de automóveis e circos, foi hoje anunciado.
A Operação "Ambiente Seguro 2009", que se prolonga até 29 de Novembro, conjuga a vertente preventiva e pedagógica, bem como a fiscalizadora e dissuasora das infracções à legislação ambiental, indica a Direcção Nacional da PSP, em comunicado.
Segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP), a operação visa "aumentar a capacidade operacional, através de adequada rentabilização dos meios humanos e materiais de que dispõe, em especial as equipas afectas às Brigadas de Protecção Ambiental e Brigadas de Intervenção Rápida, de forma a incrementar a fiscalização às infracções à legislação ambiental".
Durante o dia vestem a farda e estão ao serviço da comunidade. À noite são estudantes, a maior parte de Direito, em busca de valorização pessoal e profissional. As estatísticas não enganam: há cada vez mais polícias licenciados. Alguns são reaproveitados no seio da instituição, outros entregam os distintivos e enveredam por diferentes caminhos. O DN foi conhecer um polícia de trânsito que se tornou procurador do Ministério Público, um inspector da PJ que agora é juiz e um oficial da PSP que se aposentou para ser advogado. Por trás da mudança não está apenas o sonho de contribuir para uma justiça melhor, mas a vontade de ganhar mais dinheiro.Aos 24 anos, quando entrou na PSP, tinha apenas o 9.º ano de escolaridade. Mas o serviço no Corpo de Intervenção permitiu-lhe terminar o secundário. Naquele ano abriram-se, pela primeira vez, as portas da Escola Superior de Polícia e a licenciatura em Ciências Policiais. "Entrei e fui depois colocado na Amadora." Subiu na hierarquia até chegar a intendente."
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por SÓNIA SIMÕES (DN)
"Não há ninguém que por 700 euros se queira arriscar a perder a vida por causa de uma decisão que foi obrigado a tomar numa fracção de segundos." Este foi um dos argumentos que a Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) encontrou para sensibilizar o ministro da Administração Interna para a necessidade de aumentar os salários dos agentes da Polícia. A resposta foi, segundo a ASPP: "Não há orçamento."O presidente do SINAPOL, Armando Ferreira, disse à agência Lusa que o objectivo é que a Procuradoria-Geral da República (PGR) faça uma avaliação sumária do pedido de inconstitucionalidade da Lei 12-A relativamente à PSP e depois reencaminhe o assunto para o Tribunal Constitucional.
A Lei 12-A estabelece os regimes de vinculação, carreiras e remunerações dos trabalhadores da Função Pública e colocou o pessoal da Polícia de Segurança Pública (PSP) nesse regime.
Armando Ferreira explicou que a lei foi negociada com todos os sindicatos, «menos com os sindicatos da Polícia», daí o SINAPOL pedir a inconstitucionalidade da Lei 12-A no que diz respeito à PSP e aos seus profissionais.
«Depois da PGR pedir ao Tribunal Constitucional a avaliação constitucional da Lei 12-A relativamente à PSP e ser declarada inconstitucional, o estatuto profissional que foi negociado com base nas regras do diploma deixa de ter validade legal», afirmou.
Lusa / SOL
A PSP é chamada a grande parte das operações da PJ e do SEF, mas os seus agentes, com as mesmas habilitações, recebem ordenados bem diferentes. O novo estatuto da PSP ainda vai acentuar mais as diferençasUm agente que entrou na PSP há dez anos com habilitações literárias ao nível do 12º ano ganha agora, ao final do mês, menos de metade do ordenado de um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ou da Polícia Judiciária (PJ) com qualificações iguais.
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A PSP desencadeou, ontem, sexta-feira, uma megaoperação de prevenção da criminalidade em toda a Área Metropolitana do Porto, que visou bairros e outros pontos problemáticos. Foram mobilizados cerca de 250 elementos.
PSP foi recebida com disparos de caçadeira mas o juiz recusou-se a passar mandados para apreender armas.
Mais uma peripécia na história da compra e uso das novas Glock na PSP. O Governo não lançou o concurso público para o compra de munições 9mm e a polícia está a ficar sem balas para a formação dos agentes, nomeadamente para uso nas sete carreira de tiro recém-inauguradas.De acordo com o ‘Correio da Manhã’, esta limitação de ‘stock’ foi detectada durante o levantamento anual realizado pelo Departamento de Equipamentos da Direcção Nacional da PSP. A maior parte das balas é gasta nos treinos e cada agente recebe 25. Cada um cumpre pelo menos uma sessão de formação por ano e, durante a componente prática, são submetidos à avaliação que serve para receberem a certificação para uso de arma de serviço, adianta o mesmo jornal.
Esta não foi a primeira falha por parte do Ministério da Administração Interna (MAI) relativamente a esta arma. Em 200, o DN noticiou que o MAI se esqueceu de lançar o concurso público para aquisição dos coldres de cintura e só o fez dois anos depois de ter iniciado o concurso para aquisição das armas.
Outro dos problemas foi a patilha de segurança, que servia apenas para destros. As armas foram recolhidas e colocadas patilhas de segurança extra, para serem usadas também por esquerdinos. Mas esta patilha extra provocava a queda do carregador em situações de tiro, que obrigou a nova recolha.
enviado por "irmão Dalton 3"
Sindicalista Paulo Rodrigues discorda da colocação de agentes à porta de discotecas. Aponta antes o reforço de patrulhamento na zonas de diversão.O presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, não concorda com a colocação de polícias à porta dos bares e discotecas, mas não é desfavorável, em último caso, à remuneração de polícias que reforcem o patrulhamento em zonas de diversão nocturna.
"Colocar os polícias como porteiros pode pôr em causa a missão e a credibilidade da instituição. No Porto aconteceu casos de polícias que criaram uma fidelização aos donos do bar. E onde está o serviço público?", interroga.
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fonte e noticia completa DN
Numa estratégia de combate ao crime violento, a PSP seleccionou grupos perigosos para serem alvo de atenção especial pelos investigadores. Detenções aumentaram 55%.
Eram 06h00 quando o pânico se instalou à porta de um bar na Baixa de Faro, depois de um jovem, de 28 anos, sacar de uma arma para ameaçar um segurança, levando toda a gente a temer o pior. A pronta acção do Corpo de Intervenção (CI) da PSP colocou termo ao acto violento e o jovem foi detido.
CM 08 Novembro 2009
Calaico
Foram precisos quase três anos para se poder cumprir as novas regras para as licenças de armas impostas na lei de 2006.,
A esquadra da PSP da Quinta do Cabrinha, Lisboa, foi anteontem à noite atacada com três engenhos explosivos (contendo ácido muriático e conhecidos como ‘bombas MacGyver’) no espaço de apenas quatro horas.