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Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

Megaoperação em empresas de seguranças da noite

O Ministério Público, coadjuvado pela PSP já fez 15 detenções. Uma das empresas pertence a Antero Henrique, CEO do FC Porto

O Ministério Público, coadjuvado pela Polícia de Segurança Pública (PSP), efetuou esta quinta-feira buscas em todo o país, no âmbito de uma megaoperação relacionada com empresas de seguranças da noite. 

Um comunicado da Procuradoria Geral da República vem confirmar o que a TVI já tinha avançado: a PSP fez 15 detenções (13 em cumprimento de mandados de detenção fora de flagrante delito e 2 em flagrante delito). A TVI apurou que uma das empresas pertence a Antero Henrique, CEO do FC Porto, informação que também já foi confirmada pelo FC Porto.  

"A investigação está relacionada com atividades ilícitas no âmbito de empresa de segurança privada em estabelecimentos de diversão noturna, suscetíveis de integrar a prática de crimes de associação criminosa, de exercício ilícito da atividade de segurança privada, de detenção de arma proibida, de extorsão agravada, de coação, de ofensas à integridade física qualificada, e de favorecimento pessoal", esclarece a PGR em comunicado. 

A operação dirigida pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), foi desencadeada após uma investigação do “Comando Metropolitano de Lisboa e o do Porto, através das suas Divisões de Investigação Criminal”. 

O inquérito, revela a PSP, visava um grupo violento que operava numa considerável faixa do território nacional.
A operação que culminou nas diligências desta quinta-feira, começou ainda de madrugada “com apoio da Unidade Especial de Polícia e dos Comandos Distritais de Aveiro, Braga, Viseu e GNR”.
Autoridades efetuaram 50 buscas domiciliárias e não domiciliárias. Foram ainda apreendidas 40 armas, cerca de 121000 euros, 10 viaturas e várias munições de diversos calibres. 

Os detidos serão apresentados esta sexta-feira no TCIC para interrogatório e aplicação de medidas de coação. 

fonte TVi 24

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FC Porto e director-geral da SAD alvo de buscas em operação da PSP contra segurança privada


Apreendidos 70 mil euros a dirigente. Sócio-gerente de empresa de segurança e ex-polícia entre os 15 detidos por roubo e extorsão.

O FC Porto e o seu vice-presidente e director geral da SAD, Antero Henrique, foram esta quinta-feira alvo de buscas no âmbito de uma megaoperação da PSP contra seguranças no norte do país, confirmou a direcção do clube em comunicado. “O FC Porto e o seu vice-presidente continuam inteiramente disponíveis para colaborar com a justiça”, assegurou o clube.

A Antero Henrique foram apreendidos mais de 70 mil euros, mas as buscas em sua casa, no Porto, tinham, porém, como principal objectivo recolher provas, nomeadamente documentais, sobre o principal alvo da operação, o sócio-gerente de uma empresa de segurança privada que conta com o FC Porto como um dos maiores clientes.

Eduardo Silva, sócio-gerente da Segurança Privada e Vigilância de Eventos (SPDE), uma das maiores empresas do sector, foi detido na madrugada desta quinta-feira. Em causa estão crimes de tráfico de droga, extorsão, ofensas à integridade física e associação criminosa num inquérito do Departamento Central de Investigação e Acção Penal e da Investigação Criminal da PSP de Lisboa. O PÚBLICO contactou sem sucesso o FC Porto e a SPDE. Várias residências e estabelecimentos foram alvo de buscas no Porto, Vila Real, Lamego, Matosinhos, Felgueiras e Santo Tirso. A maioria das casas é de vigilantes ligados à SPDE, empresa conhecida por assegurar a segurança de grandes eventos como a Queima das Fitas, no Queimódromo do Porto, e os jogos no Estádio do Dragão do FC Porto.

Em comunicado, a PGR confirmou que foram detidas 15 pessoas e realizadas 50 buscas. “A investigação está relacionada com actividades ilícitas no âmbito de empresa de segurança privada em estabelecimentos de diversão nocturna, susceptíveis de integrar a prática de crimes de associação criminosa, de exercício ilícito da actividade de segurança privada, de detenção de arma proibida, de extorsão agravada, de coacção, ofensas à integridade física qualificada e de favorecimento pessoal”, esclareceu ainda a PGR. Foram também apreendidos 10 automóveis, 121 mil euros, 40 armas, munições e documentação, segundo a PSP de Lisboa.

Os detidos são interrogados esta sexta-feira no Tribunal Central de Investigação Criminal. Os investigadores acreditam que a empresa de segurança funcionava como base formal para este grupo que a PSP descreve como “violento” e que “operava numa considerável faixa do território nacional”. O sócio-gerente da SPDE, de 42 anos, foi detido pela PSP pouco depois das 1h30 em casa, em Lavra, Matosinhos. agentes do Grupo de Operações Especiais da PSP arrombaram a porta da habitação para cumprir o mandado de busca e detenção.

Por essa altura, já o empresário se tinha apercebido da presença da polícia através de câmaras de vigilância colocadas no exterior da residência. Alarmado, telefonou a vários seguranças ligados à sua empresa e a Jorge Couto, ex-agente da PSP, expulso em 2011 da polícia depois de investigado por agressões.

Joca, como era conhecido entre os colegas, apareceu junto à habitação de Eduardo Silva envergando um colete anti-bala da polícia e foi de detido. Ao que o PÚBLICO apurou, existia também um mandado de detenção em seu nome. Desde que foi expulso da PSP, fazia segurança ilegal e era suspeito em vários casos de agressões e extorsão. O ex-agente ficou também conhecido devido ao grau de parentesco com Bruno Pinto Pidá, seu primo e alegado líder do gangue da Ribeira do Porto, que cumpre 24 anos de prisão pelo homicídio de um segurança cabo-verdiano em 2007. Nesse ano, o Porto ficou marcado por uma guerra entre grupos de seguranças da qual resultaram outras três mortes.   
  
fonte "Publico"
02/07/2015

PSP mantém meios de patrulhamento nas praias da Linha



A PSP de Cascais vai dispor nesta época balnear dos mesmos apoios que teve em 2014 no patrulhamento das praias e nos eventos do concelho, considerando que os incidentes do verão passado não obrigam a um reforço dos meios. 

Depois dos incidentes que marcaram o concerto de Anselmo Ralph, nas Festas do Mar, no ano passado, originada por uma rixa entre dois indivíduos, e de um crime que ocorreu nas Festas de Tires que resultou na morte de uma pessoa, a PSP de Cascais e o presidente da autarquia sublinharam hoje que os meios policiais foram os adequados. 

"Foram situações pontuais, muito empoladas pelas notícias. Não houve nenhum reforço adicional, além do que tem sido feito todos os anos, por causa dessa matéria", afirmou o presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras. 

O subintendente Luís Ribeiro, da divisão da PSP de Cascais, acrescentou que os casos do ano passado "poderiam ter acontecido em qualquer lado, numa outra circunstância qualquer" e que o contingente policial destacado para essas ocasiões foi o normal. 

"Os meios para este ano serão idênticos aos do ano passado", frisou à Lusa. 

Na cerimónia do Plano de Patrulhamento para a Época Balnear 2015, que ocorreu esta manhã no Centro Cultural de Cascais, Luís Ribeiro afirmou que haverá vigilância em toda a costa de Oeiras e Cascais, não só nas praias, mas também nos transportes públicos. 

À semelhança do ano passado, também para este ano vão estar disponíveis 50 equipas da Unidade Especial de Polícia/Corpo de Intervenção e 1.912 polícias da Equipa de Intervenção Rápida. 

O subintendente apelou, ainda, para que as pessoas não levem objetos de valor para a praia e que não descurem na vigilância. 

Na ocasião, alguns concessionários de praia apelaram para uma maior presença de equipas de patrulha em bicicleta no paredão do Estoril. 

"Têm aparecido grupos (…) a apavorar toda a gente e já chegámos a ter de fechar mais cedo por causa disso. É preciso que passem ali patrulhas de bicicleta, porque só a presença deles é suficiente para os afastar e dar mais segurança", disse o responsável da concessão da praia das Moitas, no Monte Estoril. 

O responsável da divisão da PSP de Cascais prometeu atender ao pedido. 

fonte: agência Lusa 

PSP desmantela rede de tráfico de droga que abastecia o Porto e Guimarães

A PSP desmantelou na manhã desta quarta-feira uma rede de tráfico de droga que abastecia o Porto e Guimarães com operações de grande envergadura nestas duas cidades, confirmou ao PÚBLICO fonte policial.


Dezenas de agentes fizeram buscas no bairro de Nossa Senhora da Conceição e no bairro de Atouguia e detiveram 16 suspeitos, todos feirantes e a maioria mulheres. Aliás, ao que o PÚBLICO apurou, a rede era liderada por mulheres que tinham ligações ainda a Rio Tinto, o que também levou a PSP a realizar buscas naquela cidade.

Durante a operação, liderada pela investigação criminal da PSP, foi apreendida cocaína, heroína, telemóveis, milhares de euros e automóveis. As maiores apreensões foram levadas a cabo naqueles dois aglomerados sociais em Guimarães e os investigadores ainda estão a contabilizar o material confiscado.

Durante a acção, que começou pelas 7h e acabou pouco depois das 10h, foi necessário chamar o corpo de intervenção da PSP para garantir a segurança dos investigadores que realizaram as buscas e a ordem pública nos bairros.

in Publico 03/06/2015

25º Aniversário da UIP/Espanha


   A UIP (Unidades de Intervención Policial ) Espanhola celebrou o seu 25º Aniversário, tendo estado representada a nossa polícia com alguns elementos do CI . Também o Guião do CI/PSP esteve presente nessa cerimónia em representação desta Sub Unidade da UEP.






"  Sua Majestade o Rei presidiu a cerimônia de comemoração do vigésimo quinto aniversário da criação da Unidade de Intervenção da Polícia (UIP) da Polícia Nacional. Don Felipe foi acompanhado pelo ministro do Interior, Jorge Fernandez Diaz; o diretor-geral da polícia, Ignacio Cosidó; o delegado do governo em Madrid, Concepción Dancausa, eo oficial subchefe operacional da Polícia Nacional, Eugenio Pino, entre outras autoridades.

(...) Don Felipe Polícia inaugurou o novo centro de "Anjos da Guarda", que hoje é a sede da Unidade de Intervenção da Polícia.



   O ministro do Interior fez um discurso no qual ressaltou o "trabalho incansável" de polícia nacional e, em particular, dos mais de 2.800 tropas que compõem a Unidade de Intervenção da Polícia. "Sua missão diária é essencial para permitir o gozo das liberdades e do exercício dos direitos fundamentais por todos os espanhóis", sublinhou Fernandez Diaz. "A UIP é indispensável para reforçar qualquer dispositivo operacional que requer o uso de ativos extraordinários, apontou-a sua versatilidade para as várias facetas da segurança pública baseada em seu elevado nível de formação e exigências profissionais" (...)

   Durante seu discurso, Fernandez Diaz também sublinhou que a Polícia Nacional, juntamente com a Guarda Civil e outras forças de segurança e "equilibrar o verdadeiro equilíbrio entre liberdade e segurança, sendo os garantes da diversão normais da paz pública, e ser, como funcionários públicos e aplicação da lei, as chamadas para restaurar a normalidade quando se é perturbado. "

   Finalmente, o ministro do Interior lembrou os membros da UIP que perderam suas vidas em serviço e dirigiu a permanente gratidão e reconhecimento do seu sacrifício, com a clara convicção de que sua memória será um exemplo para sociedade e aqueles que usam este uniforme honrosa ".

25 anos no serviço de segurança pública

   Atualmente, existem 12 unidades de intervenção da polícia anti distribuídos por toda a Espanha, 11 unidades territoriais e uma unidade central, e as suas funções, a colaboração na proteção de personalidades nacionais e internacionais elevadas; prevenção, manutenção e restauração, se for caso disso, da segurança pública; intervenção em concentrações elevadas ou ação de massa e assistência em caso de calamidades graves ou calamidades públicas.



   A UIP participou de todos os grandes eventos em Espanha, como a proclamação de Sua Majestade o Rei, a Presidência espanhola da União Europeia, a Cimeira de Chefes de Estado, os diferentes pontos de vista de Sua Santidade o Papa e outras figuras importantes, a Expo 92 de Sevilha, bem como grandes eventos desportivos em nosso país, entre outros.

fonte http://www.interior.gob.es/
Tradução google

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA


Dia 01Junho, assinalou-se o Dia Mundial da Criança. A PSP organizou, no MEOARENA, uma tarde diferente para os mais novos: Também a UEP esteve presente com as suas valências . Ficam algumas imagens com o CI.








Ph. João Bacelar in fb Polícia de Segurança Pública - Comando Metropolitano de Lisboa



A Polícia acerta os detalhes da operação especial de segurança para o V. Guimarães-Benfica, de domingo.
Esta 5ª feira realiza-se uma reunião para acertar os detalhes da ação a pôr em prática.

O jogo a contar para a 33ª jornada do campeonato da I Liga de futebol, tem o início marcado para as 18h00, e contará com a presença de 200 agentes policiais onde marcarão presença também elementos do Corpo de Intervenção.

O desafio está classificado como de alto risco.

Uma das preocupações é a dispersão de adeptos das duas equipas pelos diferentes espaços do Estádio D. Afonso Henriques.

Sabe-se que o Vitória cederá, ao abrigo de acordos comerciais, três mil bilhetes a patrocinadores e empresas que os entregarão a adeptos benfiquistas no âmbito de concursos e campanhas.

No total, entre bilhetes vendidos e oferecidos, o Benfica deverá estar apoiado no interior do recinto por oito mil adeptos dispersos pelo estádio.

Os apoiantes do Vitória deverão ser 22 mil e tentarão ajudar com o seu apoio a equipa minhota a lutar pelo 4º lugar que està à distância de quatro pontos e é nesta altura ocupado pelo Sp. Braga que nesta jornada defronta o Sporting, em Alvalade.

Do outro lado, já se sabe, está o Benfica com uma vitória a separá-lo do título de campeão nacional.

fonte RTP

7º Aniversário da Unidade Especial de Polícia






(...) Durante a cerimónia, o comandante da UEP, superintendente Constantino Ramos, destacou o esforço da direção nacional da PSP e do MAI na renovação dos equipamentos e viaturas, que tem permitido “fazer face às necessidades do ponto de vista logística e cumprir de forma eficaz e eficiente as missões”. 

“Neste momento temos os meios necessários, adequados e apropriados para fazer face às ameaças”, garantiu aos jornalistas o comandante da UEP

Constantino Ramos disse ainda que a UEP vai realizar novos cursos de admissão para as suas subunidades, estando neste momento a decorrer um curso de segurança pessoal e os próximos vão ser no âmbito cinotécnico e Corpo de Intervenção. 

Com sete anos de existência, a UEP é uma unidade vocacionada para operações de manutenção e restabelecimento da ordem pública, resolução e gestão de incidentes críticos, intervenção tática em situações de violência concertada e de elevada perigosidade e risco, segurança de instalações sensíveis e de grandes eventos, segurança pessoal dos membros dos órgãos de soberania e de altas entidades, inativação de explosivos e segurança em subsolo e projeção de forças para missões internacionais. 

Fazem parte da UEP o Corpo de Intervenção, Grupo de Operações Especiais, Corpo de Segurança Pessoal, Centro de Inativação de Explosivos e Segurança em Subsolo e o Grupo Operacional Cinotécnico.

fonte iol

39º aniversário do Corpo de Intervenção

 O Corpo de Intervenção comemorou os seus 39 anos de existência no passado dia 27 de Março , no entanto a cerimónia festiva teve lugar no dia 30 do mesmo mês.

 A cerimónia do 39º Aniversário do Corpo de Intervenção foi presidida pelo Exmo Sr Inspetor Nacional Superintendente Manuel Augusto Magina da Silva e estiveram presentes outros membros da DN, Comandante da UEP, Comandantes das outras SO/UEP, Comandantes de outros Comandos, alguns antigos Comandantes do CI e alguns convidados entre eles antigos operacionais desta força . 

  As forças em parada foram compostas por 1 Grupo Operacional equipado com todo o material de Manutenção de Ordem Pública.

  No seu discurso, o Sr Comandante do CI mencionou as missões desempenhadas pelo CI no ultimo ano e as dificuldades que há a nível material e de instalações, não houve outros discursos...

    Após o discurso e depois da atribuição de algumas condecorações e louvores, foi lido o CÓDIGO de HONRA do CI e cantado o HINO do CI, dando por encerrada a cerimónia.

 Seguiu-se uma visita a uma exposição com alguns meios de que o CI dispõe e por fim, o convívio no refeitório onde se cantou mais uma vez os Parabéns e claro...fez-se um brinde com o GRITO do CI...

 clique nas fotos para visualizar










Polícias agridem Polícias???

Artigo enviado para esta página por email:

"A noticia que saiu este fim de semana num jornal sobre um exercício em que houve agressões entre Polícias e que tem gerado todo o tipo de comentários em grupos fechados, páginas do fb e noutras redes sociais, não passa de uma "notícia" que nada tem de verdade e completamente "adulterada" (...). 

(...) Em situações reais não há espaço para erros e os treinos da UEP são o mais aproximado de uma possível realidade, se houve algum "excesso" cometido por alguém de certeza que foi entre Homens e resolvido entre Homens... e como a PSP afirmou e muito bem, "não comentar exercícios classificados", é lamentável alguns media darem este tipo de noticias baseando-se em informações sem procurarem a veracidade das mesmas(...)."

por PM

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"A Unidade Especial de Polícia (UEP) é uma unidade especialmente vocacionada para operações de manutenção e restabelecimento da ordem pública, resolução e gestão de incidentes críticos, intervenção táctica em situações de violência concertada e de elevada perigosidade, complexidade e risco, segurança de instalações sensíveis e de grandes eventos, segurança pessoal dos membros dos órgãos de soberania e de altas entidades, inactivação de explosivos e segurança em subsolo e aprontamento e projecção de forças para missões internacionais. "(in ww.psp.pt)

PSP aumenta vigilância em Lisboa

O Corpo de Intervenção da PSP recebeu "ordens precisas" para estar alerta face a movimentos suspeitos em potenciais alvos de atentados, que incluem as suas próprias instalações. Ao que o CM apurou, realizou-se no sábado uma reunião para debater um reforço da segurança. Face aos recentes atentados terroristas em Paris e ao desmantelamento de uma célula jihadista na Bélgica, a Direção Nacional da PSP decidiu colocar mais agentes na rua. Esse reforço tem sido visível junto à Embaixada de França, de Israel e à Sinagoga de Lisboa.


Segundo Fonte Oficial da PSP, este reforço "é uma situação normal e natural sempre que existem situações desta natureza a nível internacional". O País, sabe o CM, continua em "risco mínimo" ao nível da segurança interna mas, a exemplo de Madrid, o Governo pondera alterar um conjunto de leis, após as recentes ataques terroristas ocorridos em França.

cm 19.01.2015  


Faro - PSP acusada de expulsar agentes de força especial para os silenciar

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) acusou hoje a PSP de expulsar, sem justificação, dois elementos do Corpo de Intervenção (CI) de Faro, classificando a medida como uma tentativa de "condicionar a liberdade de expressão".

PSP acusada de expulsar agentes de força especial para os silenciar

Os dois homens, cuja comissão de serviço na Unidade Especial de Polícia (UEP) deveria ter sido renovada em dezembro, são o comandante de uma das equipas do CI de Faro e um formador em técnicas policiais, disse à Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, sublinhando que não existe fundamento para a sua comissão de serviço não ter sido renovada.

Segundo o dirigente sindical, na origem da ordem de serviço que estipulou a saída dos dois homens estará o seu envolvimento na organização de um "almoço-protesto", realizado num restaurante de Faro, em julho, como protesto simbólico contra a maneira como vinham a ser tratados pelos superiores hierárquicos.

"O que levou à organização daquele almoço foi o mau ambiente que se vive na UEP, uma questão antiga, que já vem desde 2012, mas que foi sempre desvalorizada pela Direção Nacional da PSP", justificou Paulo Rodrigues, sublinhando que as chefias pretendem que o pessoal seja "subserviente".

Entretanto, para tentar suspender o afastamento do elemento que comandava uma equipa, a ASPP interpôs uma providência cautelar, aguardando, durante esta semana, uma resposta do tribunal, acrescentou o sindicalista.

Para Paulo Rodrigues, o afastamento dos dois homens é uma "injustiça" e a maneira "mais fácil" para tentar silenciar os elementos daquela unidade, uma coisa "impensável" no século XXI.

Contactado pela Lusa, o comandante da força destacada da UEP de Faro disse não estar autorizado a prestar declarações sobre o assunto, mas negou que os homens tenham sido expulsos, justificando a sua saída com o facto de a sua comissão de serviço não ter sido renovada.

O afastamento dos dois polícias motivou a criação de um abaixo-assinado, subscrito pela maioria dos agentes daquela força especial, e também de uma página numa rede social, onde é manifestado o "apoio incondicional" aos dois homens.

No dia do "almoço-protesto", em julho, o vice-presidente da ASPP acusara o comandante da Unidade Especial de Polícia de Faro de fomentar um ambiente de medo e pressionar os agentes a realizar obras de construção civil, sob pena de expulsão.

Em causa estavam alegadas pressões que elementos de um subgrupo do CI do destacamento de Faro terão sofrido para realizar obras, durante o serviço, numa cave utilizada pelos elementos da UEP no aeroporto desta cidade algarvia.

A força destacada da UEP de Faro possui quatro valências, através do Corpo de Intervenção, do Corpo de Segurança Pessoal, do Centro de Inativação de Engenhos Explosivos e de Segurança no Subsolo e do Grupo Operacional Cinotécnico.

O CI em Faro é composto por um grupo operacional de cerca de 50 elementos, divididos em dois subgrupos, cada um com três equipas.

16:30 - 12 de Janeiro de 2015 | Por 

Maior sindicato da PSP acusa direção de perseguir sindicalistas

    Depois da expulsão de dois sindicalistas, o maior sindicato da PSP vem agora acusar a direção nacional da polícia de perseguição. O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, refere que já pediu uma reunião à ministra da Administração Interna e aos grupos parlamentares para falar sobre o que entende ser uma tentativa de condicionar a liberdade sindical. Contactada pela Antena 1, a direção nacional da PSP recusa fazer comentários sobre estas acusações.




Patrícia Cerdeira RTP
31 Dez, 2014, 

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Noticias relacionadas
in Correio da manhã 24.12.2014

Polícias expulsos devido a almoço

 Dois elementos do CI de Faro com louvores afastados por fazerem almoço de protesto.




     São dois elementos do Corpo de Intervenção (CI) da PSP com avaliação de ‘Muito Bom’ e com louvores pelo profissionalismo no serviço prestado. Mesmo assim, segundo a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), foram "expulsos" por "organizarem um almoço de protesto fora das instalações policiais". Os dois elementos estão colocados no CI de Faro há cerca de 10 anos. Constituíram família e têm a vida estabelecida no Algarve. A partir do próximo ano serão colocados numa esquadra num outro ponto do País.


   "São carreiras profissionais que são colocadas em causa devido à organização de um almoço", lamentou ao CM Paulo Rodrigues, presidente da ASPP, que considera "inaceitável" que a PSP queira, desta forma, "calar os polícias". A decisão de não renovar os contratos no CI com os dois elementos foi confirmada anteontem. A ASPP considera ser uma "retaliação" por os dois elementos terem organizado um almoço, no dia 17 de julho, como forma de "desagrado dos profissionais por situações vividas no CI de Faro". A ASPP já solicitou uma reunião à Primeira Comissão da Assembleia da República, por estarem em causa os direitos, liberdades e garantias dos polícias. 


Flávio Fernandes da FD/UEP/Faro ganha prova mítica que une Portugal a Espanha, XX Milhas do Guadiana.

Los atletas portugueses se erigieron en grandes dominadores de la 23ª edición de las X Millas del Guadiana

» Triunfo de Flavio Fernandes y Ana Cabecinha en una prueba en la que el lepero Cortés Medina fue el único español en el podio.
9 noviembre 2014
Los atletas a su paso por el Puente Internacional sobre el Guadiana. / Foto: J. Losa.
Los atletas a su paso por el Puente Internacional sobre el Guadiana. / Foto: J. Losa.
J. Losa / Ayamonte. Los atletas de Portugal fueron los grandes triunfadores de la 23ª edición de las X Millas del Guadiana, prueba que se celebró este domingo. Así, Flavio Fernandes, en categoría masculina, y Ana Cabecinha, en la femenina, fueron los vencedores.
La prueba tuvo en esta ocasiónsu salida desde Ayamonte, y finalizó en Vila Real de Santo Antonio. En la mismatomaron parte más de 800 corredores.
Los atletas hicieron una distancia más larga de la anunciada, ya que recorrieron cerca de los 18 kilómetros entre las dos ciudades, que cada año alterna la salida y la llegada. Los corredores disfrutaron de una magnifica jornada marcada por la buenas temperaturas.
Flavio Fernandes, ganador en la categoría masculina. / Foto: J. Losa.
Flavio Fernandes, ganador en la categoría masculina. / Foto: J. Losa.
Desde la salida Flavio Fernandes, del equipo FD/UEP, puso un ritmo muy fuerte y entró en meta con un tiempo de 59:19, imponiéndose por 20 segundos alsegundo clasificado, el portugués Joao Cruz (Beja Atletico Clube), que realizó un tiempo de 59:39. El lepero José Manuel Cortés Medina (Club Ciudad de Lepe), completó el podio al llegar tercero a la meta con un tiempo de 1:02:00. Fue el único español que logró subir al cajón.
La olímpica Ana Cabecinha, vencedora en mujeres. / Foto: J. Losa.
La olímpica Ana Cabecinha, vencedora en mujeres. / Foto: J. Losa.
En la categoría femenina, Ana Cabecinha (Clube Oriental de Pechâo),corredora olímpica por la selección de Portugal, fue quien se impusocon un tiempo de 1 hora, 6 minutos y 15 segundos; segunda fue la lusa Ana Dias (Marcha e Corrida de VRSA), 1.06:55; mientras que la británica Clare Elms ( (Dutwich Road Runners), con 1.13:18, se clasificó en tercer lugar.
fonte  http://huelvabuenasnoticias.com/

Bairro 6 de Maio cercado para megaoperação contra o tráfico de droga


O bairro 6 de Maio, na Damaia, Amadora, encontra-se cercado, esta terça-feira, por um forte dispositivo policial, na sequência de uma grande operação contra o tráfico de droga.

Segundo avança a SIC Notícias, a operação teve início às 7 horas e estende-se ainda ao bairro Estrela de África, contíguo ao 6 de Maio.

Ao todo, foram já realizadas 29 buscas domiciliárias, devido a uma investigação que dura há cerca de seis meses.

Rui Costa, comissário da PSP, revelou que a investigação está relacionada com a «venda direta de estupefacientes», estando a Polícia a levar a cabo operações para a «apreensão de material para inquérito».

No local estão cerca de 200 homens da Unidade Especial de Polícia, Corpo de Intervenção, Grupo Operacional Cinotécnico da PSP e Grupo de Operações Especiais.

Ainda segundo a SIC Notícias, foram realizadas outras duas ações de busca na área da Amadora e outras duas no concelho de Sintra.

A Bola 08:06 - 11-11-2014

Lisboa - Posse ilegal de arma de fogo proibida


O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da 4.ª Divisão Policial e do Corpo de Intervenção da Unidade Especial de Polícia, ontem, pelas 05h20, na Rua Maria Luísa Holstein, em Lisboa, procedeu à detenção de um homem de 42 anos de idade pela prática do crime de posse ilegal de arma de fogo proibida.


Elementos policiais da UEP/CI encontravam-se de patrulhamento quando verificaram o detido, com antecedentes criminais, no interior de um veículo automóvel, motivo pelo qual foi abordado.



O detido, após ter sido sujeito a uma revista, tinha na posse:

uma arma de fogo semi automática, de marca Glock, de calibre 7,65mm, com carregador inserido e devidamente municiado com seis munições; uma arma branca com 10 cm de lâmina e 22 cm de comprimento total.


O detido será presente por esta Polícia no Tribunal de Instrução Criminal, onde será submetido a 1.º interrogatório judicial.


fonte facebook da PSP

Festa brava acabou na esquadra



o cartoon da notícia 

A Feira de Outubro em Vila Franca de Xira é conhecida por ter bastantes atractivos, entre eles as esperas e largadas de toiros onde os mais afoitos mostram o que valem perante os animais em pontas. No entanto, a tradição parece estar a mudar e há jovens que preferem envolver-se em actividades mais radicais, como por exemplo desafiar polícias do corpo de intervenção da PSP, talvez por acharem que levar com um cassetete no lombo sempre é menos perigoso do que sofrer uma cornada.

Foi o que aconteceu logo no primeiro dia da feira, no Parque Urbano do Cevadeiro, quando um jovem de 18 anos se envolveu em desacatos a poucos metros do local onde estava uma unidade de intervenção da PSP. Mesmo depois de ter sido abordado pelos polícias continuou a resistir e a ameaçar os agentes, acabando detido por resistência e coacção. Um dos amigos, que começou a filmar a cena com o telemóvel, quiçá para colocar nas redes sociais, acabou também detido por obtenção de imagem ilícita. Pelo sim pelo não, o melhor é continuar a participar nas esperas e largadas. É que pelo menos os toiros não levam ninguém para a esquadra e uma cornada não fica no registo criminal...

in "O MIRANTE" semanário regional Edição de 09-10-2014

Intervenção da PSP justificada por desacatos entre adeptos do Vitória

A Polícia de Segurança Pública (PSP) reagiu em comunicado às dúvidas levantadas pela direcção do Vitória de Guimarães.


A PSP emitiu, esta segunda-feira, um comunicado justificando que a intervenção no encontro entre Vitória de Guimarães e FC Porto, a contar para a 4ª jornada do campeonato, aconteceu devido a "confrontos entre dois grupos organizados de adeptos não legalizados afectos ao Vitória de Guimarães".

Esses descatos, de acordo com a PSP, colocaram em causa a segurança de terceiros, motivando a entrada em acção do Corpo de Intervenção

Neste comunicado, a PSP informa, ainda, sobre abertura de "um processo de averiguações para avaliar as circunstâncias e as consequências do uso [de armas de fogo]". Durante a intervenção referida foram disparadas balas de borracha que feriram um funcionário do Vitória de Guimarães.

Comunicado na íntegra:
De acordo com o enquadramento legal previsto na Lei n.º 39/2009 de 30 de julho, a Polícia de Segurança Pública definiu um conjunto de envolvências operacionais para o jogo de futebol, classificado de “risco elevado” entre as equipas do Vitória Sport Club de Guimarães (VSC) e o Futebol Clube do Porto (FCP) que teve lugar na tarde do dia 14.09, no Estádio D. Afonso Henriques.

Sobre este evento desportivo, sistematizamos o resultado da intervenção policial que aconteceu antes, durante e depois do jogo de futebol propriamente dito:
Cerca de 30 minutos após o início do jogo, dois grupos organizados de adeptos não legalizados e afectos ao Vitória Sport Club de Guimarães envolveram-se em confrontos na bancada sul do Estádio. Porquanto a rixa entre os adeptos persistia, causando perigo para os envolvidos e terceiros e colocando em causa a segurança do evento desportivo, foram accionados meios policiais para aquele sector para pôr cobro ao tumulto;
Aquando da aproximação do efectivo policial ao local dos incidentes foram de imediato arremessadas na sua direcção, grades de ferro, cadeiras, paus de bandeira, moedas, isqueiros e cinzeiros, situação que colocou seriamente em risco a integridade física dos elementos policiais. Por forma a fazer cessar as agressões foram efectivados disparos com arma calibre 12 “Shotgun”. Os disparos foram efectuados com munição policial menos letal - bagos de borracha;

Após a intervenção policial, foi possível garantir a segurança nas bancadas até ao final do jogo de futebol;

Foram detidos 2 cidadãos, um pelo crime de injúrias e ameaças contra elemento policial e outro por agressões entre adeptos;

Procedeu-se à apreensão de 50 bilhetes falsos e identificados os autores da venda ilícita;
Identificaram-se 2 adeptos por incitamento à violência;

Registamos ferimentos ligeiros em mais de uma dezena de polícias e um ferido que teve necessidade de intervenção no local pelos bombeiros de serviço ao jogo;

Conforme decorre da legislação em vigor e de acordo com os procedimentos vigentes na PSP, sempre que é usada arma de fogo, é aberto um processo de averiguações para avaliar as circunstâncias e as consequências do seu uso. Por esse motivo, a situação acima mencionada do uso da “Shotgun” está neste momento a ser analisada internamente.
Todos os factos acima exarados foram comunicados às autoridades judiciárias e administrativas competentes.

Direção Nacional da PSP, 15 de setembro.

fonte RR

GNR desmantela rede de tráfico de droga na Lourinhã

Operação encaminhou quatro crianças para a Comissão de Proteção de Menores, após a detenção de nove pessoas

Nove pessoas suspeitas de associação criminosa e tráfico de estupefacientes foram detidas pela GNR na sequência de buscas domiciliárias feitas na Lourinhã, Óbidos, Caldas da Rainha e Benedita, revelou uma fonte daquela corporação.

Em comunicado, a GNR adiantou que os detidos têm idades entre os 20 e os 65 anos e «faziam parte de uma organização criminosa, que se dedicava ao tráfico de estupefacientes».

De acordo a GNR, foram ainda apreendidas 1.094 doses de estupefaciente diverso: 431 de cocaína, 373 de cocaína/heroína, 200 doses de heroína, 88 de erva, e duas de haxixe.

Vinte e três pés de canábis, duas caçadeiras, uma arma de fogo, duas armas de ar comprimido, seis armas brancas, um bastão, 244 cartuchos de caça, uma mira telescópica, seis viaturas, dois motociclos, 6.430 euros em dinheiro, 21 peças de ouro e oito peças de marfim foram outros materiais apreendidos.

Cannabis (EPA/ABIR SULTAN)

Na operação foram também levantados cinco autos por contra ordenação ambiental e foram protegidas quatro crianças menores, que foram encaminhadas para a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ).

Esta operação, coordenada pelo Ministério Público do Tribunal Comarca de Lisboa Norte, envolveu 150 militares do Comando Territorial de Lisboa e de Leiria, da Unidade de Intervenção da GNR, da Unidade Especial de Polícia da PSP e da Polícia Judiciária, como noticia a Lusa.

Por: tvi24 / CF    |   2014-09-04 

Unidade Especial de Polícia carrega sobre grupo após desacatos nas Festas do Mar



Após os desacatos iniciais nas Festas do Mar, ainda decorria o concerto de Anselmo Ralph, a situação em Cascais ficou mais calma. Precisamente quando a situação parecia pacificar a polícia teve de carregar sobre um grupo de pessoas que fugia e fez uma detenção. O Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, prometeu pronunciar-se sobre o assunto.

fonte SICnoticias 

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Incidentes no encerramento das Festas do Mar, em Cascais, provocaram três feridos e pelo menos três pessoas foram detidas

O presidente da Câmara Municipal de Cascais afirmou que os incidentes que marcaram o concerto de Anselmo Ralph na vila foram «uma situação pontual», originada por uma rixa entre dois indivíduos.

De acordo com o autarca Carlos Carreiras, dos incidentes resultaram dois feridos, transportados para o Hospital de Cascais.

«Foi uma situação pontual ao fim de dez dias de muita animação e alegria», explicou o presidente da autarquia, em declarações aos jornalistas após os incidentes que marcaram o encerramento das Festas do Mar.

«Gostaria de agradecer ao Anselmo [Ralph] a postura que teve em palco e que foi determinante para que a situação não atingisse outras proporções», afirmou Carlos Carreiras, aludindo ao facto de ter sido o próprio cantor a pedir a interrupção do concerto ao aperceber-se de distúrbios entre a assistência.

O autarca de Cascais precisou que a confusão teve origem numa rixa entre dois indivíduos e recusou que se tenha tratado de uma situação de grupos organizados.

Carlos Carreiras considerou que os distúrbios resultaram de «uma situação empolada» pelas notícias dos últimos dias, que davam conta da preparação de grupos através das redes sociais para assistir ao concerto de Anselmo Ralph.

O autarca notou que a zona onde decorreram os espetáculos, entre a praia e o Hotel Baía, tem uma capacidade para cerca de 50 mil pessoas e que as medidas de segurança foram as consideradas adequadas pelas autoridades policiais.

O cantor Anselmo Ralph também minimizou os incidentes: «Vi muita gente a curtir, a festejar», afirmou aos jornalistas.

No entanto, o cantor disse que se apercebeu de «brigas» junto ao palco e que tentou acalmar as pessoas porque se encontravam a assistir ao espetáculo muitas crianças, justificando o pedido de interrupção e o apelo à intervenção da polícia.

O concerto de Anselmo Ralph, que decorreu na noite de domingo na Praia dos Pescadores e encerrou as Festas do Mar, foi interrompido durante cerca de 15 minutos, tendo sido depois retomado, com apenas mais uma música, e seguido, embora com atraso, do fogo-de-artifício previsto.

Pelo menos três pessoas foram detidas já depois de o concerto ter terminado, constatou a agência Lusa no local.

Uma das detenções ocorreu após um grupo de pessoas ter corrido à frente da polícia, junto ao hotel Baía.

Outros dois detidos foram levados algemados para a esquadra, quando o dispositivo policial já procedia à dispersão das pessoas que ainda se mantinham no local após o final da festa.

«Ele foi apanhado no meio da confusão e levado», lamentava, à porta da esquadra, o amigo de um dos detidos, que não se quis identificar e disse apenas ser da zona de Lisboa.

Segundo uma fonte policial, para além destes três detidos, a PSP procedeu à identificação de outros cinco indivíduos, na sequência dos distúrbios, e recebeu inúmeras queixas por roubos, nomeadamente de telemóveis.

Segundo fonte da PSP, citando testemunhas no local, entre as pessoas com ferimentos, o «mais preocupante», parece ter sido provocado por uma arma branca.

«O problema foi ser à borla, porque assim veio toda a gente e o dinheiro foi gasto em bebida», explicou Hugo, de 16 anos, que assistiu ao espetáculo com um grupo de amigos, «longe da confusão».

O dispositivo policial integrou dezenas de agentes da PSP, da Unidade Especial de Polícia e das brigadas anticrime, da Polícia Marítima e da Polícia Municipal.


fonte TVI24

#meets põem Corpo de Intervenção em alerta máximo



PSP encarava fenómeno juvenil com ligeireza, mas acção vai mudar: a Investigação Criminal e as equipas da Escola Segura estarão atentas

Os desacatos no centro comercial Vasco da Gama, em Lisboa, durante um #meet - encontro de jovens convocado através das redes sociais - vão colocar o Corpo de Intervenção (CI) da PSP em alerta nos próximos eventos do mesmo género.

O #meet do Vasco Gama juntou, anteontem, cerca de 800 participantes e terminou com quatro detenções. Duas jovens foram apanhadas em flagrante quando roubavam uma rapariga de 15 anos. Depois de interrogadas no Tribunal de Pequena Instância Criminal, ficaram sujeitas a termo de identidade e residência e a apresentações semanais na esquadra. Os outros dois detidos, por desacatos à autoridade, só serão ouvidos na segunda-feira.

O encontro, que começou por ser pacífico, acabou em confrontos e com seis feridos. Na origem dos desacatos - que envolveram menos de 20 jovens - terá estado um desentendimento entre dois grupos de bairros rivais. Vários lojistas encerraram portas, mas o director do centro comercial adiantou ontem que não houve "vandalismo ou furtos" no interior do shopping.

Apesar de ser um fenómeno recente em Portugal, a PSP já tinha marcado presença em outros #meets - alguns até de maior dimensão. Rui Costa, porta-voz do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) recorda que cerca há um mês houve um outro, também no Parque das Nações, em que participaram cerca de mil jovens. Todos os #meets foram pacíficos e "nunca evoluíram para desacatos".

Por isso, o fenómeno - que começou nos Estados Unidos e tem grande expressão em países como o Brasil - foi sempre encarado com "normalidade" pela polícia. Devido aos incidentes de anteontem, a acção da PSP será agora diferente. "É evidente que, nas próximas situações, o Corpo de Intervenção estará em alerta máximo para responder a qualquer eventualidade", diz uma fonte do CI.

O porta-voz do COMETLIS admite que "terá de haver uma mudança" na forma de lidar com o fenómeno - até porque já estão agendados #meets para as próximas semanas. "Tivemos a noção de que aquilo que era um comportamento normal de jovens, com fins pacíficos, poderá evoluir para cenários de desordem", refere o comissário Rui Costa, acrescentando que a PSP está a "estudar o fenómeno, do ponto de vista sociológico e policial".

Garantir a segurança em #meets é um trabalho complexo. "Mais complexo até do que preparar uma manifestação", garante uma outra fonte da PSP. Os #meets são encontros espontâneos, organizados de forma rápida e é difícil prever quantas pessoas irão juntar, por serem convocados através das redes sociais. Além destas características, são concentrações de jovens, em que actuação da polícia não pode ser "reactiva" ou violenta.

Para garantir a segurança dos espaços, que são públicos, sem interferir no direito de reunião dos cidadãos, a acção da polícia tem de ser de prevenção. "Trabalho de bastidores", diz a mesma fonte. A PSP vai passar a monitorizar a marcação de #meets, num trabalho que envolve a investigação criminal e as equipas do programa Escola Segura. "É preciso referenciar os elementos com maior capacidade de mobilização nas redes sociais, nos bairros e na escola, para garantir que não há problemas no terreno", acrescenta. Estão previstos #meets, nas próximas semanas, no Vasco da Gama, no Dolce Vita da Amadora, no Terreiro do Paço e no Parque dos Poetas, em Oeiras.

fonte jornal i 22Ago2014