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Guestbook LIVRO DE VISITAS

“Secos e molhados” foi à 25 anos

"O 21 de Abril, por força da razão, pelas inúmeras etapas deste longo caminho terá de constituir enorme referência, em primeiro lugar, por parte dos polícias, simultaneamente, por parte de qualquer instituição e, em geral por parte de todos os cidadãos.

Faz hoje 25 anos que a conhecida manifestação dos «secos e molhados» que terminou com a detenção de seis elementos sindicais da polícia.
Fica o Testemunho na 1ª pessoa por parte de quem sentiu o "peso" da ordem dada... in “O crachá/Abril 2009/ Edição Especial”

" (...) O confronto por si só, entre polícias é já de si algo impensável e inquestionavelmente muito violento visto de fora, como largamente foi desenvolvido pelos media. Mas visto por dentro, por alguém que estava dos dois lados, que se sentiu molhado e seco, é naturalmente mais violento.(...)"

   O 21 de Abril de 1989 decorreu num contexto muito próprio típico do culminar dos processos que deixam de ter condições para se susterem a si próprios.
  Portugal e os seus governos deixaram de ter condições para suster a marcha da verdade, da razão e do progresso neste domínio muito particular referente à consagração do associativismo nas forças de segurança. Não era possível conter por mais tempo a legalização de um processo que a maioria dos cidadãos considerava absurdo, sem explicação e sobretudo que a constituição previa. Porque motivo não haviam os polícias, à semelhança de todos os restantes cidadãos, de ter a sua organização representativa?

  O acontecimento que marcou esta transição entre clandestinidade e legalidade do movimento sindical na polícia, ficou marcado e posteriormente conhecido,pelo incidente ocorrido, na tarde do dia 21 do mês de Abril de 1989, no Terreiro do Paço, entre polícias que se reuniam em frente do Ministério da Administração Interna, depois de desfilarem até ali desde a “Voz do Operário”,e os colegas do Corpo de Intervenção.
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Secos e molhados” é assim que as pessoas recordam aquele dia. Os primeiros foram inicialmente atingidos com canhões de água provenientes de potentes carros de água do Corpo de Intervenção. Mais do que molhados, ficaram totalmente encharcados por resistirem corajosamente a este primeiro ataque, demonstrando assim que com água jamais dali dispersariam. Os segundos, os elementos do corpo de intervenção que receberam ordens da parte do governo para dispersar os colegas, ficaram conhecidos como os secos, os polícias que molharam os colegas, que atiçaram cães para os atacarem e foram atacados e que, por fim, utilizaram os seus bastões para os obrigarem a desfazer a concentração e a abandonar o local em frente ao MAI, dando assim por cumprida a missão que culminou com a detenção de seis colegas da Pró-Associação Sindical dos Profissionais da PSP.

 Foi efectivamente uma tarde muito difícil para ambos os lados. O confronto por si só, entre polícias é já de si algo impensável e inquestionavelmente muito violento visto de fora, como largamente foi desenvolvido pelos media. as visto por dentro, por alguém que estava dos dois lados, que se sentiu molhado e seco, é naturalmente mais violento. Na altura, a média das idades dos operacionais do Corpo de Intervenção andava na casa dos 27 anos, éramos muito jovens. Até aquela data, eu tinha inscrito cerca de 221 operacionais nas listas clandestinas da Pró-Associação Sindical dos profissionais da PSP. A larga maioria manifestava interesse em associar-se mas receava fazê-lo devido a um clima de enorme pressão e medo que reinava na instituição e, em particular numa unidade com aquelas características. Um mês depois do 21 de Abril, éramos 487 associados, num total de cerca de 800 homens daquela unidade especial de polícia.

O ambiente dentro da unidade era de uma enorme coesão e compreensão pela luta que se vinha travando em prol da legalização do movimento. Dentro da unidade, um punhado de homens que recordo com saudade pela sua valentia, coragem, determinação e inteligência, com que me apoiaram na construção, cuidadosa, de um ambiente de aceitação, compreensão e pertença ao movimento que cá fora aumentava. Por este motivo, a participação dos elementos do Corpo de intervenção foi um acontecimento duplamente violento. Duplamente violento porque a grande a maioria daqueles operacionais eram associados e simpatizantes da Pró-Associação Sindical, percebiam a justeza daquela luta e não viam porque motivo teriam de ser chamados para uma intervenção daquele género, pois nada daquilo lhes parecia ilegal e a razão da sua intervenção tinha que ter este requisito como justificação do uso da sua força. O ambiente na unidade era naturalmente muito pesado. Naquele dia cheguei ao Corpo de Intervenção às 04H25 devido a preparativos onde tinha estado envolvido para a preparação dos trabalhos da Pró-Associação Sindical. Tudo decorreu com normalidade, logo no encontro ao pequeno-almoço, as palavras foram mais contidas. A comunicação social estava a fazer uma larga cobertura das atividades da Pró-Associação Sindical, tendentes a criar as condições para uma grande reunião na “Voz do Operário”. Alguns dos media avançavam prognósticos de que os polícias, após a reunião se deslocariam para junto do MAI, onde se pretenderiam concentrar até que uma delegação constituída por vários dirigentes entregasse uma moção no Ministério.

  Dentro da unidade as poucas palavras andavam à volta da questão “eles vão descer até ao Ministério?” Fui informando que tal decisão dependia da decisão tomada pelos colegas em plena reunião, mas que era provável. Depois do almoço, a sala da televisão ficou repleta, de tal modo que houve colegas que ficaram na rua para poderem ver o destaque que os telejornais davam ao acontecimento e, concretizava-se cada vez mais o previsível. Tudo indicava que os colegas se encaminhariam para uma decisão no sentido de acompanhar os colegas da direção a entregar a moção no MAI. Rádios, jornais e televisões, davam destaque ao acontecimento e instalavam-se no Terreiro do Paço. Durante a manhã, foi visível um movimento estranho e inédito na unidade com colegas dos serviços de manutenção e apoio a prepararem os seus fatos e materiais de intervenção. Nunca tinha visto estes colegas, que há alguns anos tinham deixado de integrar as companhias operacionais, vestidos com os fatos operacionais que envergavam os elementos que pertenciam aos PAM – Pelotões de Alerta Máximo, com um grau máximo de prontidão. Naquele dia, por grande coincidência, eu integrava um PAM. De dentro das camaratas saíam cada vez mais elementos vestidos a rigor com estes fatos. Os operacionais olhavam-se num ar de surpresa para estes colegas que até ali estavam nos serviços de apoio e que se olhavam de alto a baixo esboçando aqui e acolá um sorriso pela oportunidade que lhes era dada.

  O Candeias Cordeiro e o Sousa ultrapassaram vários colegas num passo atlético e ao chegarem ao cima da parada encontraram- me ofegantes. “Marçal o que vai acontecer?“ e olhavam a parada sul cada vez mais cheia de operacionais, que naquele dia se multiplicavam a cada instante. Tinha acabado de ir à parada norte e vi os caros da água todos perfilados e os colegas da sua manutenção a fazer os últimos preparativos. Por momentos, o ambiente era de uma tensão enorme, já não se falava e temia-se o pior. Chegou-nos a ordem de formatura na parada norte e a calma com que tudo se pretendia fazer era uma ilusão difícil de conter. Formámos sem pressas de modo a que tudo fosse o mais discreto. A companhia estava largamente aumentada com os colegas dos serviços de manutenção e apoio. Estavam ali todos os carros de água e, pouco depois, chegavam os colegas do Grupo Operacional Cinotécnico, com os cães.

 O Américo Mateus Amaro, destacável operacional com quem momentos antes me cruzei junto à messe de graduados, sorriu confortavelmente e eu achei aquele gesto estranho. Seguramente dispunha de alguma informação que me escapava, pensei na altura.
  Depois de sermos informados que iríamos concentrar em frente à Câmara Municipal de Lisboa, onde se previa que, nas imediações, decorresse uma concentração de colegas da Pró- Associação Sindical, recebemos a ordem para entrar para as “carrières”, veículos de intervenção que nos transportaram ao local. Sentámo-nos nos nossos lugares do costume e até lá não se falou alto, olhávamos em frente ou para o chão, olhar baixo e peito menos esticado.
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  Ao chegar junto da Praça do Município, fiquei surpreendido e contente com a quantidade de cidadãos ali presentes e dei conta que, durante o dia, não me tinha apercebido do real impacto que a reunião dos polícias tinha provocado na população. Algumas pessoas voltavam-se para nós, sorriam e com os dedos faziam-nos o V da vitória. As câmaras procuravam filmar esses gestos e as nossas reações.

 O ambiente era muito difícil. Num dado momento, apercebemo-nos que os colegas da Pró-Associação Sindical tinham chegado. À sua chegada, ouviram-se palmas, os cidadãos e jornalistas andavam num rodopio entre a Praça do Comércio, onde os polícias se concentraram, e a Praça do Município onde estavam estacionadas as carrinhas do Corpo de Intervenção. Os minutos dentro das carrinhas pareciam eternos, em silêncio, todos pensávamos o mesmo, que tudo se resolvesse sem ser preciso sairmos para a rua. Mas o momento indesejável chegou. “Vamos sair”, disse o comandante do PAM. Na rua, o meu pelotão alinhou na frente da companhia com a minha secção em primeiro lugar. Progredimos lentamente à medida que deixávamos a Praça do Município. Pouco depois de entrar na Rua do Arsenal, assistimos à projeção dos canhões de água sobre os colegas. Muitos dos colegas que estavam nos comandos dos canhões de água não tinham experiência sobre este trabalho, era a primeira vez que o faziam e a instrução recebida era insuficiente. Fosse por este motivo ou por outro, muitos dos jatos de água não incidiam sobre os colegas, passavam-lhe muito por cima provocando sobre eles um efeito de chuva intensa. Outros, atingiam-nos com elevada violência. Atrás dos carros de água e já numa segunda tentativa para dispersar os colegas que resistiam aos canhões de água, apercebi-me da ação dos cães que os colegas, com muita dificuldade, atiçavam contra os colegas mas que os pobres bichos, confusos por verem as mesmas fardas, teimavam em não agredir. Conhecia todos aqueles colegas, eram companheiros de profissão, colegas das mesmas causas. Resistiam corajosamente a tudo aquilo de tal maneira que num momento deixei de pensar onde estava e fiquei impávido perante aquele cenário.
 Do outro lado, alguns colegas gritavam o meu nome, a minha secção deu um passo atrás, foi a confusão total. Envolvemo-nos todos num ambiente de tamanha confusão com os colegas da Pró-Associação Sindical a apelar insistentemente à nossa calma, um abraço a um e outro colega, tristeza, indecisão, angústia e tudo o mais ali era visível. Momento de enorme indecisão e dificuldade, pois a missão que nos levara a li parecia impossível. O comandante do Corpo de Intervenção voltando-se para mim e, vendo que não tinha pegado no meu bastão gritou-me num tom ameaçador: “Para quê que quer o bastão? Logo não entra na unidade!” Nem tinha dado por tal, olhei-o e nada disse. Foi muito difícil reunir os operacionais. Tinha a sensação que a nossa intervenção poderia ter sido evitada e tudo aquilo me parecia inútil. Pelas 00H25 do dia seguinte, já dentro da unidade, fomos chamados ao grande refeitório dos agentes onde o senhor General Amílcar Morgado, Comandante-Geral da PSP na altura, se nos dirigiu para enaltecer a missão muito difícil que o Corpo de Intervenção e os seus operacionais tinham levado a cabo. Esse momento foi igualmente muito difícil. O senhor general teve dificuldade em falar sob um sussurrar dos agentes e graduados envolvidos no incidente.
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  O sentimento era de revolta pela situação em que tínhamos estado envolvidos, nada nos parecia justificar tal situação. Na unidade, os dias que se seguiram foram igualmente de tensão entre quem tinha atuado e quem se tinha abstido. Lá fora, nas esquadras, perdurou, por algum tempo, um ambiente de certa animosidade em relação aos colegas do Corpo de Intervenção, apesar de a Pró-Associação Sindical se desfazer em iniciativas e comunicados apelando à compreensão de todos os polícias para entenderem o papel que tinha sido atribuído aos colegas do Corpo de Intervenção. "

Álvaro da Silva Marçal
Secretário da Assembleia Geral da ASP/PSP

in“O crachá/Abril 2009/ Edição Especial”
Ver edição completa AQUI

Detido homem que baleou duas pessoas e se barricara em casa


A PSP de Lisboa deteve um homem que alvejou duas pessoas num estabelecimento comercial em Lisboa e depois se barricou em casa.

O caso ocorreu na noite de último sábado. O suspeito envolveu-se em desacatos com um grupo de indivíduos que conhecia, na Travessa da Boa hora à Ajuda, em Lisboa. Foi a casa, pegou numa arma de fogo e voltou ao local, abrindo fogo. Dois homens ficaram feridos e tiveram de receber assistência médica.

Deslocou-se para a sua residência e ali se barricou, antes de efetuar disparos para a rua com uma pistola de calibre 6,35mm.

Um perímetro de segurança foi montado no local pelas autoridades e para ali foram mobilizados o Grupo de Operações Especiais (GOE), Corpo de Intervenção (CI) e Grupo Operacional Cinotécnico (GOC).

Os negociadores da polícia não conseguiram fazer com que o homem se entregasse pacificamente e foi uma intervenção tática do GOE, sem recurso a meios letais, que levou à detenção do suspeito.

fonte "a bola" 14Abr2014

38º aniversário do Corpo de Intervenção

  A cerimónia do 38º Aniversário do Corpo de Intervenção foi presidida pelo Exmo Sr Diretor Nacional da PSP Superintendente Luís Farinha e estiveram presentes outros membros da DN, Comandante da UEP, Comandantes das outras SO/UEP, Comandantes de outros Comandos, alguns antigos Comandantes do CI e alguns convidados entre eles antigos operacionais desta força . 

  As forças em parada foram compostas por 2 Grupos Operacionais.
  O Sr DN compareceu na cerimónia usando a Boina do CI .

  No seu discurso, o Sr Comandante do CI mencionou as missões desempenhadas no ultimo ano (perto do milhar) e as dificuldades que há a nível material e de instalações, o Sr DN por sua vez, mostrou a sua preocupação e vontade de resolver salientando no entanto as poucas verbas disponiveis... sublinhou ainda a confiança e o orgulho que tem em comandar uma força como esta. 

    Após os discursos e depois da atribuição de algumas condecorações e louvores, foi lido o CÓDIGO de HONRA do CI e cantado o HINO do CI, dando por encerrada a cerimónia. Seguiu-se uma visita a uma exposição com alguns meios de que o CI dispõe e por fim, o convívio no refeitório onde se cantou mais uma vez os Parabéns e claro...fez-se um brinde com o GRITO do CI...

foto A.Ramos
foto A.Ramos
foto A.Ramos
foto C.Jorge

Dez pessoas ficaram feridas e dois manifestantes foram detidos

Manifestação de polícias 6 de Março

  Elementos das forças de segurança que se manifestam frente ao parlamento estavam, pelas 21:30, a tentar furar o cordão de segurança pela zona lateral da Assembleia, uma área que entretanto teve reforço policial. Trata-se de uma área mais vulnerável, sem tantos efetivos de segurança e com o terreno mais acidentado, zona onde no início da concentração algumas grades de proteção foram derrubadas.

Entretanto, um elemento do corpo de intervenção da PSP ficou ferido e foi retirado do cordão policial.
Alguns manifestantes vão, esporadicamente, arremessando objetos contra os seus colegas do corpo de intervenção.
A PSP já identificou vários manifestantes e retirou elementos do protesto por estes se terem sentido mal.
Também elementos da PSP que estão a fazer a segurança do local sentiram-se mal e foram assistidos por elementos do INEM.

Organização dá por terminada a manifestação às 21:40

A organização da manifestação dos profissionais de segurança deu por encerrado o protesto, cerca de duas horas depois de terem chegado à Assembleia da República, mas os manifestantes não desmobilizaram.

“Esta organização dá por terminada a manifestação”, disse um dos elementos dos sindicatos da polícia às 21:40, declaração que foi seguida por fortes assobios por parte dos manifestantes.

Derrubadas barreiras ao início da noite

Ao início da noite já tinham sido derrubadas as barreiras de segurança junto à Assembleia da República e o corpo de intervenção tentou impedir a subida das escadarias. Os manifestantes ocuparam parte das escadarias e gritaram "Polícia unida jamais será vencida!" e "Juntem-se a nós!". A unidade de intervenção.

Dez pessoas ficaram feridas e dois manifestantes foram detidos. A PSP já avisou que caso os manifestantes não recuem tem legitimidade para usar força . A PSP já vez várias advertências aos manifestantes para recuarem e para adotarem uma conduta pacífica à frente da Assembleia da República, onde já conseguiram subir até metade da escadaria frontal do parlamento.

O cordão de segurança foi reforçado após manifestantes terem derrubado as grades de proteção, na parte lateral da escadaria, tendo chegado um novo reforço do Corpo de Intervenção. Os elementos do Corpo de Intervenção (CI), que se encontravam na terceira linha de segurança, ocorreram rapidamente ao local e formaram a primeira barreira, compacta.

A PSP já colocou no local, pelo menos, um grupo de cinco equipas cinotécnicas.

Chegada ao Parlamento

Os milhares de polícias chegaram ao Parlamento já passava das 20h, gritando "invasão", demissão" e "vergonha". Os cortes salariais e as actuais condições de trabalho são as principais reinvindicações.

O arranque estava previsto para as 18:00, mas a coluna de manifestantes apenas partiu mais de uma hora depois por estarem à espera da chegada de elementos oriundos do Norte do país. Pelo caminho os manifestantes cantaram o hino nacional e lançaram petardos.

A opinião é unânime junto dos manifestantes: não aconselham "ninguém neste momento a vir" para as forças policiais.

À espera dos manifestantes estava um enorme aparato de segurança junto à Assembleia da República, com o objectivo de impedir que se registe uma nova invasão da escadaria, como ocorreu na manifestação de 21 de Novembro.

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Numa parte lateral à escadaria, os manifestantes derrubaram as grades de protecção, o que levou ao reforço da primeira barreira de agentes com elementos do Corpo de Intervenção.

Um contigente policial superior ao normal em circunstâncias anteriores, disposto num perímetro em torno da escadaria da Assembleia da República, esperou hoje a manifestação das forças de segurança, em protesto contra os cortes salariais.

Numa parte lateral à escadaria, os manifestantes já derrubaram as grades de proteção, o que levou ao reforço da primeira barreira de agentes com elementos do Corpo de Intervenção, que neste momento estão perto dos manifestantes.

O subintendente da Polícia de Segurança Pública, Paulo Flor, não revelou à agência Lusa o número de efetivos - entre elementos do Secção de Intervenção Rápida (SIR) e Corpo de Intervenção (CI) - destacados para a Assembleia da República, mas constata-se que estão mais agentes do que em manifestações anteriores, incluindo a de 21 de novembro de 2013.

Paulo Flor adiantou, todavia, que o perímetro de segurança não foi alargado, estando os agentes em serviço dispostos ao longo do jardim que ladeia a escadaria do parlamento, reforçado com duas filas de polícias do SIR, antes dos dos elementos do CI.

O cortejo chegou ao parlamento pouco minutos depois das 20:00 e os manifestantes, a empunharem bandeiras e cartazes, enchem por completo o largo fronteiro à Assembleia da República.

Às 20:23, uma enorme multidão ainda está a afluir ao largo, proveniente da rua de São Bento, que se apresenta ainda parcialmente coberta de manifestantes.

À semelhança do que aconteceu durante o percurso desde o Marquês de Pombal até ao parlamento, ouve-se o rebentamento de petardos no largo fronteiro ao parlamento.

*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa

fonte jornal i 

LISBOA - 4 Carteiristas detidos por furto no interior de elétrico.

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, no dia 02 de fevereiro de 2014, pelas 18h00, na Av.ª da Ilha da Madeira, nesta cidade, procedeu à detenção de 4 homens, com idades compreendidas entre os 22 e 77 anos, pelo crime de Furto.

Elementos policiais do Corpo de Intervenção da Unidade Especial de Polícia, encontravam-se a realizar prática desportiva, quando surpreenderam os suspeitos com movimentos e atitudes suspeitas, junto a uma caixa multibanco, situada na Av.ª Ilha da Madeira, os quais já haviam efetuado levantamentos em dinheiro, com os cartões subtraídos à vítima, um homem com 49 anos de idade. 

O furto ocorrera no interior do elétrico da Carris – carreira n.º 15, na Rua de Belém, em Lisboa, onde os suspeitos lhe retiraram uma carteira do bolso das calças, depois de lhe terem dado um ligeiro empurrão.

Na posse dos suspeitos, foram encontrados:
• 3 Cartões Multibanco;
• € 200 em notas e o respetivo talão de levantamento, o qual correspondia à conta do lesado.

Os detidos já se encontravam referenciados, pela prática deste tipo de ilícito, nos transportes públicos.

Os detidos serão presentes a 1.º Interrogatório Judicial e aplicação da medida de coação.

fonte: facebook PSP

LISBOA - Operação de madrugada resulta em 10 detidos.



O Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, através da Divisão de Investigação Criminal, ontem, realizou uma operação de combate à criminalidade violenta em vários concelhos da área metropolitana de Lisboa, tendo procedido à detenção de 10 homens, com idades compreendidas entre os 25 e 33 anos de idade.

No decurso de um processo-crime que decorria há cerca de 8 meses, em que se investigava crimes de tráfico de estupefacientes, roubo, recetação, ofensas à integridade física, detenção de arma proibida, extorsão e ameaça, sob a coordenação da Unidade Especial de Combate ao Crimes Especialmente Violento (UECCEV) do DIAP de Lisboa, foram realizadas um total de 32 buscas, das quais 24 foram domiciliárias. 

Além das buscas foram também cumpridos 8 mandados de detenção fora de flagrante delito emitidos pela Autoridade Judiciária competente.

Para o cumprimento das buscas, que ocorreram nos concelhos de Lisboa, Sintra, Setúbal, Seixal, Amadora, Oeiras, Moita e Santiago do Cacém, foram empenhados cerca de 140 polícias da estrutura de Investigação Criminal do Comando Metropolitano de Lisboa, com reforço da Unidade Especial de Polícia da PSP, Comando Distrital de Setúbal e GNR de Setúbal.

As buscas efetuadas resultaram na apreensão de:
• 1 Revólver de calibre .22;
• 1 Revolver de calibre .32;
• 1 Arma de alarme;
• 1 Bastão extensível; 
• 1 Gás CS; 
• 544g de produto suspeito de ser cocaína, suficiente para 5.440 doses;
• 657 Munições de calibre .22;
• 8 Munições de calibre 7.65;
• 4550 Euros em moeda falsa;
• 4000 Euros;
• Vários artigos em Ouro;
• 7 Computadores;
• Diversos artigos eletrónicos.



Refira-se que a operação em causa visou um dos grupos mais ativos na noite lisboeta, sobretudo em crimes praticados no interior ou junto dos estabelecimentos de diversão noturna da cidade.

Os 10 detidos serão presentes a Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa para serem sujeitos a 1º interrogatório Judicial e aplicação de medidas de coação.

fonte facebook da PSP

Lisboa Armas, munições e droga apreendidas em discoteca

A PSP levou a cabo, na madrugada desta segunda-feira, uma operação especial de prevenção criminal na Av. 24 de Julho, em Lisboa. Foram apreendidas armas, munições e várias doses de droga durante a fiscalização de um espaço de diversão noturna.

Armas, munições e droga apreendidas em discoteca

Durante a madrugada desta segunda-feira, a PSP desenvolveu uma operação de controlo e prevenção criminal, em Lisboa. A Avenida 24 de Julho, zona de bares e discotecas, foi a escolhida, tendo sido fiscalizado um espaço de diversão noturna.

O Notícias Ao Minuto sabe que durante a ação de fiscalização na discoteca Art foram apreendidos um computador, 11 munições, uma pistola, uma navalha e 21,75 gramas de haxixe. Foram ainda apreendidas oito viaturas.

A Operação foi desencadeada com a coordenação da Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento do DIAP de Lisboa. Em reforço 4.ª Divisão Policial, participaram elementos do Corpo de Intervenção, da Divisão de Investigação Criminal, bem como a Autoridade Tributária e a ASAE, as quais desencadearam procedimentos no âmbito das suas competências específicas”, pode ler-se no comunicado enviado às redações.

in noticiasaominuto.com 16:39 - 13 de Janeiro de 2014 | Por 

Clássico de “risco elevado” para a PSP


Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública classificou o Benfica-FC Porto do próximo domingo de “risco elevado”, encontro que abre a jornada 15 do campeonato e no qual são esperados entre 60 a 63 mil adeptos.


As portas do Estádio da Luz abrem às 14 horas, duas antes do início do encontro, mas a ação da PSP começa logo pela manhã de forma a garantir a segurança e controlar o trânsito nas imediações do Estádio, com os agentes a monitorizarem «os fluxos de trânsito bem como a movimentação de adeptos, essencialmente, aqueles que são considerados de risco».



As claques do FC Porto serão acompanhas através de uma caixa de segurança desde o local destinado ao estacionamento dos autocarros até à entrada no estádio: «Faz-se um especial alerta para o facto do local de concentração destes adeptos ser num novo local, pelo que as claques devem seguir as indicações policiais dos diversos pontos da cidade, em especial desde Alverca.»



Como é hábito, a PSP não revela o número de agentes destacados, sublinhando que será um «dispositivo policial entendido como adequado às circunstâncias», com elementos da Divisão Policial (patrulhamento a pé, carro e à civil), Equipas de Intervenção Rápida, Divisão de Investigação Criminal, Divisão de Trânsito, a Unidade Metropolitana de Informações Desportivas e Unidade Especial de Polícia.



Uma das principais missões será prevenir alterações da ordem pública, «principalmente no que diz respeito a rivalidades entre claques e adeptos das equipas». «Mais uma vez se realça, no sentido de tranquilizar todos os cidadãos, que a PSP está convicta que todas as medidas foram tomadas, no sentido do evento não ser visto como um problema de segurança, mas sim como uma festa de convivência saudável entre todos os participantes.»


10/01/2014 in bola.pt

Polícia "invadiu" bairros da cidade do Porto

"foto porto24.pt"

A PSP efetuou, este domingo de manhã, cerca de 30 buscas domiciliárias nos bairros do Dr. Nuno Pinheiro Torres e Pasteleira Nova, no Porto . Deteve 20 pessoas, apreendeu cerca de sete mil doses de droga (nomeadamente heroína e cocaína), nove carros (alguns de gama alta) e 15000 euros.

A operação envolveu cerca de 250 agentes, incluindo do Corpo de Intervenção e do Grupo de Operações Especiais, e culminou meio ano de trabalho da 1ª Divisão de Investigação Criminal. De acordo com a PSP, foi "desmantelada uma extensa e bem estruturada rede de tráfico de estupefacientes", que abastecia o Grande Porto. Segundo o responsável pela operação, subintendente Rui Mendes, "foram detidas diversas pessoas e foram apreendidas milhares de doses de estupefacientes". 

fonte JN

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PSP garante efetivo necessário para o derby



O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP garante montar o efetivo necessário para o derby deste sábado no Estádio da Luz, entre Benfica e Sporting, mostrando-se atento a todas as movimentações para evitar situações de conflito entre adeptos.

Sem revelar o número concreto de efetivos destacados, o subintendente Pedro Pinho, que irá comandar a operação, explicou que estarão presentes diversas valências da PSP, tais como: efetivos da divisão policial da área em patrulhamento apeado, auto e à civil, equipas de intervenção rápida, divisão de trânsito, divisão de segurança a transportes públicos, unidade metropolitana de informações desportivas e unidade especial de polícia (Corpo de Intervenção e Grupo Operacional Cinotécnico).

Os recentes problemas ocorridos no FC Porto-Sporting servirão para estar mais alerta. «O que vamos fazer é colocar o efetivo onde for necessário e estar atentos a movimentações de qualquer tipo, tentando sempre adaptar e corrigir o efetivo para evitar situações de conflito entre adeptos. Os cuidados serão exatamente iguais a outros jogos», explicou o responsável.

O facto de ser esperado grande número de adeptos do Sporting também obrigará a maiores cuidados, mas Pedro Pinho deixou a garantia: «Teremos número de efetivos ligeiramente acima do que é normal, mas acreditando ser o suficiente para garantir a segurança de todos.»

De resto, as habituais recomendações para os adeptos utilizarem os transportes públicos e chegarem com antecedência ao estádio, com o policiamento a ter início pelas 16.15 horas e a abertura das portas do recinto marcado para duas horas antes do início do jogo, marcado para as 19.45 horas.

fonte bola.pt

PSP detém sete pessoas com 5 mil doses de droga e armas ilegais



  A detenção de sete pessoas e a apreensão de quase cinco mil doses de cocaína, heroína e haxixe e armas de fogo foram o resultado da operação que a PSP realizou na quinta-feira em Vila Real de Santo António.

Em comunicado de imprensa, a PSP informou, esta sexta-feira, que todos os detidos - «mãe, filhos, nora e vizinhos» - são suspeitos de tráfico de estupefacientes e que, à exceção da matriarca, nenhum deles tem ocupação profissional.

A operação, denominada «BDC» (Bairro da Caixa), começou pelas 14:00 de quinta-feira e permitiu dar cumprimento a sete buscas domiciliárias em Vila Real de Santo António e Monte Gordo, sete mandados de busca e apreensão para três ciclomotores, uma embarcação, duas viaturas e uma barraca de apoio e dois mandados de detenção fora de flagrante delito.

A operação culminou com a detenção de duas mulheres de 21 e 43 anos e cinco homens, com idades entre os 18 e os 31 anos, que vão ser presentes ao tribunal de turno no sábado a partir das 09:30.

A PSP apreendeu armas de fogo (pistola de alarme, shot gun em plástico e uma carabina), 300 doses de cocaína já dividida em sacos pequenos e médios, 180 doses de heroína, placas de haxixe e línguas equivalentes a 4.305 doses, canábis Sativa equivalente a 327 doses e 4.200 euros em dinheiro.

Foram ainda apreendidos punhais, uma catana, um bastão extensível, um spray paralisante, várias munições, três bastões, 22 telemóveis, utensílios para corte de droga, duas viaturas, um barco e três motociclos e dois televisores LCD, dois computadores portáteis, um tablet, um iPhone, uma soqueira, um crachá da PSP não numerado do Comando Distrital de Faro, duas máquinas fotográficas e duas máquinas de filmar.

Na operação, realizada após 12 meses de investigação, participaram agentes da PSP de Vila Real de Santo António, do Corpo de Intervenção da Unidade Especial da PSP, elementos da Investigação Criminal da PSP de Faro e de Tavira e ainda a GNR de Monte Gordo.

Durante a operação, elementos da PSP com gorros e metralhadoras controlaram o perímetro da casa e impediram a aproximação de transeuntes, enquanto outros procederam às buscas domiciliárias na casa dos suspeitos.

Um morador, que pediu anonimato, disse à Lusa que a casa alvo das buscas era frequentada por «pessoas que estão ligadas ao consumo de droga, de fora do bairro, a entrar e a sair a qualquer hora», sem preocupações de serem vistas pelos vizinhos, que «ainda eram insultados se dissessem alguma coisa».

fonte TVI24 
foto google

Confrontos entre adeptos do FC Porto e do Sporting junto ao Dragão

Adeptos do FC Porto e do Sporting envolveram-se em hoje confrontos junto ao Estádio do Dragão, no Porto, antes do jogo da 8.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O corpo de intervenção da Polícia de Segurança Pública (PSP) teve de intervir para repor a ordem no local, onde se aglomeravam várias dezenas de adeptos dos dois clubes, depois de se terem registado algumas trocas de agressões.
Nas imagens difundidas da RTP, vê-se que um grupo de cerca de 50 adeptos do Sporting avançou para a Alameda do Dragão, fora da caixa de segurança formada pela polícia para conduzir os adeptos visitantes para estádio.
As cenas de violência ocorreram cerca de duas horas antes do encontro, não se sabendo para já se houve detenções.
No encontro está em causa o comando do campeonato, já que o FC Porto, tricampeão nacional, lidera com dois pontos de vantagem sobre o Sporting, segundo classificado.


fonte TSF

Homem esteve sete horas barricado

Um homem esteve barricado, durante cerca de sete horas, na pizzaria da ex-mulher, na rua Elias Garcia, Barcelos. Foi montado enorme aparato policial, culminando com a entrada de elementos do corpo de Intervenção da PSP que conseguiram neutralizar o homem, passavam poucos minutos das 14 horas.

Quando os funcionários da Pizzaria Divinal chegaram para trabalhar, esta segunda-feira de manhã, depararam-se com as portas trancadas, por dentro. No interior, Richard, de nacionalidade canadiana, dava ordens para que ninguém se aproximasse, ameaçando disparar sobre quem não respeitasse.
"Desde as sete da manhã que o homem está ali barricado e ameaça fazer explodir o restaurante", dizia uma funcionária de uma loja vizinha.

Elementos da Proteção Civil cortaram o abastecimento de gás ao restaurante, com receio que o barricado provocasse uma explosão e o acesso ao local passou a estar condicionado.
A PSP montou vigilância apertada, nomeadamente nas entradas das garagens e nos acessos ao prédio que também tem frente para a avenida Alcaides de Faria. À medida que as horas passavam, adensava-se o ambiente, com chegada de quatro carrinhas com elementos do Corpo de Intervenção, da PSP que delimitaram toda a zona. Centenas de populares juntaram-se nas ruas próximas, tentando perceber o que se passava, mediante tamanho aparato policial.

Cerca das 14 horas, um grupo de cinco elementos, equipados com material de intervenção irrompeu pelo prédio, manietando o homem que foi detido e transportado pelos elementos da PSP para a esquadra de Braga, onde foi submetido a interrogatório, ainda esta segunda-feira.

Chegado do Canadá, há cerca de dez anos do Canadá, o casal abriu a pizzaria Divinal, em Barcelos e, posteriormente, uma extensão em Lisboa. Era o marido que se ocupava deste restaurante na capital, mas não foi bem sucedido e fechou. Na partilha de bens, a mulher ficou com o restaurante de Barcelos, onde agora Richard se barricou.

clique na imagem para ver o video

fonte JN

"Missão-Lisboa/Fátima 2013"

"    Pelo 2º ano consecutivo organizou-se um passeio a Fátima de bicicleta, com partida da calçada da Ajuda nº23 . Mais uma vez, este "passeio" de 160 Km sublinha o elevado espírito de camaradagem e de sacrifício existente entre os elementos desta Unidade.
   Realizado pela 1ª vez em 2012, desta vez contou com mais do dobro de participantes e espera-se que este nº venha a aumentar no próximo ano"
 
   Não só no desempenho da atividade profissional, mas também fora dela, a Camaradagem , o espírito de Corpo e a inter-ajuda nos é peculiar e nos distingue...sendo também, reforçados e solidificados nestes convívios... À FORTIORI









A organização agradece ao Núcleo Sportinguista da Golegã - Secção Triatlo, à GNR - posto Territorial de Fátima e ao Comando UEP/CI o apoio , disponibilidade e colaboração dados, que em muito contribuíram para o sucesso desta "missão".


Confrontos à entrada do Estádio da Luz

 
Liga Campeões SLB vs Anderlecht 17/09/2013
 
Confrontos entre adeptos do Benfica e do Anderlecht esta tarde, à entrada do Estádio da Luz, para o jogo da Liga dos Campeões, obrigaram à ação do corpo de intervenção da PSP.
O incidente ocorreu cerca de meia hora antes do início da partida, no exterior do estádio. Os adeptos envolveram-se em agressões e atiraram pedras e garrafas pelo ar durante alguns momentos de tensão.

A polícia, que estava no local, conseguiu sanar rapidamente a situação, com a detenção de cerca de sete pessoas. Não há indicação de feridos ou danos materiais.

Num comunicado, a polícia precisa que os adeptos foram detidos junto do Estádio da Luz «no início de uma desordem que envolveu adeptos benfiquistas».

Segundo a PSP, os detidos estavam «todos referenciados pela polícia belga como adeptos violentos».

«O grupo, que havia estado no centro da cidade e que era vigiado por spotters portugueses e belgas, desde o meio da tarde, atuou de forma concertada no sentido de se dirigir diretamente para as sedes dos adeptos benfiquistas, desrespeitando as recomendações que haviam sido transmitidas a todos os adeptos belgas, sobre os acessos ao Estádio da Luz», explicita o comunicado.

Durante a intervenção policial, «os adeptos confrontaram os spotters, tendo-se mesmo registado episódios de agressão a polícias», acrescenta o texto.

A detenção do líder do movimento hooligan belga «originou imediata troca de informações com a congénere belga, através do Ponto Nacional de Informações de Futebol (PNIF), organismo internacional que em Portugal está sediado na PSP».

«Os detidos serão presentes na quarta-feira de manhã, nos serviços do Ministério Público junto do Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa», concluiu o comunicado da PSP.
 
iol.pt

Agentes da PSP agredidos no Bairro da Cova da Moura

Dois polícias ficaram feridos e onze pessoas foram detidas

Por: tvi24 / CM    |   2013-08-31
 
Polícias pedem reunião ao ministro das Finanças
Vários agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) foram agredidos na última madrugada no bairro da Cova da Moura, na Amadora, tendo o incidente terminado com dois polícias feridos e onze pessoas detidas.

De acordo com o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, por volta das 02:20, um carro patrulha juntamente com uma equipa de intervenção rápida deslocou-se ao bairro da Cova da Moura por causa de um acidente de viação.

Fonte do Comando explicou à agência Lusa que a ida de uma equipa de intervenção rápida por causa de um acidente de trânsito por ser explicada pela hora e pelo local onde ocorre o incidente, entre outros fatores.

Já no interior do bairro, os elementos da PSP dão conta de que «diversos indivíduos tomaram posições nos telhados das habitações e começaram a projetar objetos com o intuito de ofender a integridade física dos elementos policiais».

A fonte do Comando Metropolitano de Lisboa não soube precisar quantos agentes da PSP estavam no local.

«Beneficiando da conjuntura daquela zona urbana sensível, os suspeitos foram impedindo as autoridades policiais de conseguirem abandonar o local em segurança, arremessando pedras e garrafas de vidro, tendo inclusivamente efetuado disparos de armas de fogo contra a PSP», diz o Comando.

Perante esta situação, os agentes no local pediram reforços e foi enviado para o local uma equipa do Corpo de Intervenção.

A fonte do Comando garantiu à Lusa que apesar dos disparos de que os agentes no local foram alvo, não houve troca de tiros.

Deste incidente resultaram dois agentes feridos, tendo a PSP detido onze pessoas, com idades entre os 17 e os 38 anos.

Durante a última madrugada, a PSP deteve ainda outros cinco indivíduos por crimes contra a propriedade, condução sob influência de álcool, desobediência e posse de arma ilegal.

Foram também apreendidas cinco armas de fogo, entre dois revólveres, uma pistola e duas espingardas, bem como 461 munições e um bastão extensível
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Dois feridos em manifestação antitourada em Viana do Castelo

Com muita tensão no ar, confusão instalou-se quando PSP tentou criar perímetro de segurança a cerca de 300 metros da praça de touros.
 
 
Um homem ficou sem um dente e uma mulher foi arrastada por agentes do corpo de intervenção da PSP, quando estes tentavam concentrar os manifestantes que protestam em Viana do Castelo contra a corrida de touros que está a decorrer nesta tarde de domingo.
 
Os mais de 20 agentes que se encontram no local, entre elementos da PSP de Viana do Castelo e do corpo de intervenção, forçaram a criação de um perímetro de segurança, para permitir a circulação na estrada que passa ao lado da praça de touros amovível montado pela Prótoiro.
 
Os ânimos exaltaram-se quando os manifestantes – mais de duas centenas – perceberam que iriam ser obrigados a manter-se a cerca de 300 metros do recinto erigido de propósito para o espectáculo desta tarde. Os dois feridos resultaram dos momentos de tensão que se seguiram. A mulher que foi arrastada estava deitada chão – foi assistida pelo INEM no local.
 
Defensor Moura, ex-presidente da câmara de Viana do Castelo, ainda tentou negociar com a PSP, mas sem sucesso. O candidato às últimas eleições presidenciais foi o responsável, em 2009, quando liderava ainda o executivo da autarquia, pela aprovação da declaração que transformou Viana do Castelo na primeira cidade antitouradas do país.
 
A manifestação foi organizada pelo movimento Viana Antitouradas, à qual se juntou a Animal. A presidente desta associação, Rita Silva, mostrou-se muito indignada pelo facto de os manifestantes terem sido concentrados afastados do recinto e garantiu que fará chegar à Assembleia da República e a todos os partidos com assento parlamentar o relato do que se passou neste domingo em Viana, que qualifica como um “escândalo”.
 
Ao mesmo tempo, a corrida decorria com praça cheia e muitos aplausos.
 
fonte Publico 18/08/2013

Assaltantes caçados

Seixal: Dois detidos por assalto a loja de ouro com ameaça de faca .
Operação foi desenvolvida pelos militares da GNR com o apoio dos grupos especiais da PSP
 
 
 
Dois homens, de 23 e 33 anos, suspeitos de terem encostado uma faca ao pescoço da funcionária de uma loja de compra de ouro no Bombarral, ameaçando-a de morte, foram detidos ontem no Seixal, no distrito de Setúbal. Conhecidos por ‘Pomba’ e ‘Galinha’, foram caçados pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR das Caldas da Rainha, com a colaboração das forças especiais da PSP.

As duas operações ocorreram ao mesmo tempo nos bairros Quinta da Princesa e Santa Marta do Pinhal, ambos no concelho do Seixal. Para levar a cabo as detenções, a GNR mobilizou 15 militares do Núcleo de Investigação Criminal e cinco viaturas. Já a PSP disponibilizou dez equipas com cerca de 50 homens do Grupo de Operações Especiais, Corpo de Intervenção, Grupo Operacional Cinotécnico, Grupo de Intervenção Rápida e Divisão de Investigação Criminal.
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Apesar do aparato criado, a operação decorreu de forma rápida e tranquila – demorou menos de uma hora. De acordo com os moradores da Quinta da Princesa, "foi tudo tranquilo. Eles entraram no prédio, arrombaram uma porta e vasculharam tudo", contou um vizinho, que não quis ser identificado.
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No do a loja de compra de ouro. A funcionária foi agredida e ameaçada de morte com uma faca. Levaram 200 euros, dois computadores e um telemóvel.
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O cúmplice foi apanhado no dia seguinte na Amora, também no concelho do Seixal. Foi intercetado ao volante do carro que terá sido utilizado no assalto e tinha na sua posse a arma do crime e cerca de 100 euros. Ficou em liberdade.
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‘Pomba’ e ‘Galinha’ vão ser hoje presentes no Tribunal do Bombarral para aplicação das medidas de coação.
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fonte CM 31Jul2012

Aniversário da Força Destacada da Unidade Especial de Polícia

Celebrou-se, dia 12 Jul 2013, o 3º aniversário da Força Destacada da Unidade Especial de Polícia da PSP do Porto.
 
clique na imagem para ver o album
 
fonte facebook da
 

Detidos 12 suspeitos de tráfico de explosivos em Vila Real e no Porto

foto google
 
Operação policial permitiu apreender 225 quilos de produtos explosivos e centenas de munições. Trinta pessoas foram constituídas arguidas.
 
Doze pessoas foram detidas por suspeita de tráfico de explosivos e posse ilegal de armas e munições durante uma operação nos distritos do Porto e Vila Real, informou nesta sexta-feira a PSP.
Em comunicado, a PSP refere que a operação Desmontes foi efectuada pelo Departamento de Armas e Explosivos da Direcção Nacional, com o apoio da Divisão de Investigação Criminal do Comando Metropolitano do Porto e da Unidade Especial de Polícia de Lisboa e da sua força destacada no Porto, entre as 15h de quarta-feira e as 10h de quinta-feira.

Durante a operação policial foram executados, em especial na área dos distritos do Porto e de Vila Real, 34 mandados de busca domiciliária e não domiciliária e seis mandados de detenção.

A PSP deteve 12 cidadãos de nacionalidade portuguesa, todos do sexo masculino, e apreendeu 15 automóveis, 225 quilos de produtos explosivos, 1437 detonadores, 160 quilos de pólvora, 741 metros de cordão detonante, 1505 metros de rastilho e quatro quilos de nitrato de amónio.

As autoridades apreenderam também 16 armas, entre as quais três armas brancas, 12 armas de fogo (espingardas, pistolas, revolveres e uma pistola de alarme), 475 munições de diversos calibres, telemóveis, pequena quantidade de produto estupefaciente, dinheiro (notas e moedas) e “documentação associada ao crime em investigação”.

No âmbito das diligências efectuadas, foram identificados e constituídos arguidos ainda cerca de 30 cidadãos por suspeita da prática dos mesmos crimes.

A PSP adianta ainda que durante a execução dos mandados judiciais e as diligências desenvolvidas não se verificaram quaisquer incidentes. Os detidos vão ser presentes nesta sexta-feira no Tribunal de Instrução Criminal do Porto.

fonte publico.pt

Reforço policial nas zonas turísticas do Algarve arranca na segunda-feira


Agentes vão patrulhar as praias e zonas turísticas

O reforço policial de verão para o Algarve arranca na segunda-feira com a permanência, até 15 de setembro, de 234 agentes do Corpo de Intervenção (CI) da PSP, que vão patrulhar as praias e zonas turísticas.

Durante o reforço sazonal da PSP, entre 15 de julho e 15 de setembro, estarão no Algarve 18 equipas do CI, com 234 homens e 36 viaturas, que patrulharão alternadamente as áreas onde se regista uma maior concentração de pessoas.

Em declarações à Lusa, fonte da PSP de Faro explicou que, durante aquele período, estarão semanalmente duas equipas da força especial na região - com 26 homens e quatro viaturas -, que serão, após sete dias, substituídas por outras duas.

A primeira fase de reforço do dispositivo iniciou-se a 01 de junho, com a chegada ao Algarve de 150 efetivos da GNR, que permanecerão no Algarve até 15 de setembro, e 14 agentes do CI da PSP, que vão reforçar permanentemente o comando de Faro.

Os agentes da PSP que chegaram em primeiro lugar estão agrupados na Unidade Especial de Polícia (UEP), que funciona em novas instalações junto ao aeroporto de Faro, embora o seu raio de ação seja distrital.

Até ao final de junho chegaram ainda mais 20 agentes da PSP, que irão reforçar de forma permanente aquele comando, elevando para 874 o número definitivo de polícias na região.

Já os 150 militares da GNR destacados para o Algarve entre 01 de junho a 15 de setembro serão reforçados por mais 224 homens, que atuarão, pontualmente, em eventos desportivos ou musicais de grande dimensão.

Assim, 78 serão destacados para a concentração de motos de Faro, 46 para o torneio internacional do Guadiana, 50 para Odeceixe devido à realização do Festival do Sudoeste e outros 50 para um festival de música em Sagres.

O horário dos três postos de turismo da PSP na região, em Lagos, Portimão e Vila Real de Santo António, foi também alargado para a época de verão.

diariOnline RS com Lusa
16:12 quinta-feira, 11 julho 2013