Este, é um espaço não oficial.


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Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

Visita de Merkel a Portugal

  Estado de sítio, mas pouco

Forças de segurança em alerta máximo, trânsito cortado, mas poucos manifestantes.
Centenas de polícias, dezenas de carrinhas do corpo de intervenção, todos os acessos fechados e até um helicóptero militar a sobrevoar a zona. Podia ser um exercício das forças de segurança, um encontro de agentes do corpo de intervenção ou uma cimeira da Nato, mas às cinco da tarde de ontem, o silêncio sepulcral que se abatia sobre os jardins de Belém contrastava com o momento: a visita de Angela Merkel, a toda poderosa chanceler alemã, vista por muitos como a mãe da austeridade. Só faltaram os manifestantes, os que durante a semana que antecedeu a visita promoveram nas redes sociais protestos em número suficiente para que o dia fosse considerado de alto risco para a segurança nacional.
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Menos de 100 manifestantes no CCB após saída da chanceler
 
Menos de 100 manifestantes no CCB após saída da chanceler
 
Pouco depois da saída de Angela Merkel do CCB, menos de uma centena de manifestantes resistia no local onde decorreu o protesto contra a visita da chanceler alemã. Horas antes, cerca das 15:30, os ânimos tinham ficado mais exaltados com os manifestantes a derrubarem as grades da barreira de segurança e a queimarem um espantalho de Angela Merkel.
(...)
Todo o espaço nas redondezas na residência oficial do Presidente da República foi vedado com grades e desde o Mosteiro dos Jerónimo até ao palácio há um agente da PSP de cinco em cinco metros, de ambos os lados da rua de Belém.
Frente ao edifício do Museu dos Coches e em outros pontos perto do Palácio de Belém há ainda carrinhas de elementos do Corpo de Intervenção da PSP.
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artigo DN completo aqui

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Manifestantes derrubam grades junto ao CCB
 
As grades junto ao Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, foram derrubadas pelos manifestantes que se concentraram naquele local em protesto contra a visita a Portugal da chanceler alemã, Angela Merkel.
 
O policiamento na zona do CCB, localizado na Praça do Império, foi reforçado depois de as grades fixadas ao chão com cimento terem sido derrubadas.
 
A barreira de protecção acabou por ser feita por um cordão policial dos elementos do corpo de intervenção da PSP.
No local estão também elementos do grupo cinotécnico da PSP e equipas de intervenção rápida.
 
 
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Polícia de intervenção reage aos distúrbios dos manifestantes
 
Polícia de intervenção reage aos distúrbios dos manifestantes
 
Depois dos manifestantes terem derrubados as barreiras metálicas que separavam os jardins da Praça do Império do Centro Cultural de Belém (CCB), onde estava Angela Merkel num encontro com empresários portugueses e alemães, o Corpo de Intervenção foi obrigada a agir para repôr a ordem.
(...)
Num momento de alguma tensão, num dia até então calmo, as forças da autoridade reagiram após um grupo de manifestantes ter investido contra os policiais com quatro grades, formando uma espécie de escudo de protecção. Apesar da contenção, as forças de segurança foram obrigadas a reagir para evitar o pior.
 
Recorde-se que, antes, os manifestantes tinham derrubado algumas barreiras de protecção. Sem grades, as forças policiais «construíram» duas barreiras humanas, a primeira constituída pelo corpo de intervenção.
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PSP invadiu forte São Julião da Barra
 

Uma centena de polícias tomou conta do forte. Unidade Especial está presente com elementos armados com metralhadoras e "shotguns". Jornalistas revistados.
 
O forte de São Julião da Barra, a residência oficial do ministro da Defesa que hoje recebe a chanceler alemã, Angela Merkel, está transformado numa instalçaão de alta segurança. Centenas de polícias estão no perímetro do forte, enquanto no seu interior mais elementos da PSP vigiam cada metro quadro da instalação. A Unidade Especial de Polícia também destacou elementos do corpo de intervenção para o local. Estes passeiam-se no interior do forte com metralhadoras e "shot guns".
O dispostitivo de segurança para a chanceler alemã, que almoça e dá uma conferência de imprensa no Forte de São Julião da Barra com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, é de tal forma elevado que os jornalistas são revistados à entrada.
 
fonte DN
 

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Sacos de folhas a arder frente ao CCB
Passos Coelho dá as boas-vindas a Angela Merkel antes do almoço de trabalho no Forte de S. Julião da Barra
 
A presença de Ângela Merkel, no CCB, exaltou os ânimos dos milhares de manifestantes. Entretanto, os manifestantes da CGTP, concentrados frente ao Parlamento, impedidos de seguir até à residência oficial de primeiro-ministro, dispersam após discurso de Arménio Carlos.
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fita de tempo
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16h51 - CCB - Ouvem-se conversas entre manifestantes, com troca de argumentos a favor e contra o uso da violência. Mas também há quem cumprimente os elementos do corpo de intervenção e até troque algumas palavras amáveis com eles.
16h50 - CCB - Novas escaramuças entre manifestantes e polícia. Alguém atira garrafa de cerveja contra agentes da PSP. Alguns, manifestantes de cara tapada.Tentativa de derruba, de novo, as barreiras policiais.
16h49 - S. Bento - manifestantes estão diante do Parlamento.
16h47 - S. Bento - Em vez de seguir até a residência oficial do primeiro-ministro, a manifestação vai ficar diante do Parlamento. Foram obrigados a desviar para surpresa e desagrado de Arménio Carlos. Segundo fontes da CGTP, o perímetro policial não permitiu que avançassem em direcção à residência.
16h36 - CCB - Manifestantyes apupam a passagem de uma comitiva de carros. Ouve-se: "Estão a chegar" e "gatunos".
16h34 - CCB - Situação controlada. "Está na hora, está na hora, da Merkel ir embora", gritam os manifestantes.
16h33 - CCB - Confusão entre manifestantes e polícia. Escaramuças. Manifestantes formaram em quadrado e atiraram gardemaento para cima dos agentes.
(...)
ver completo aqui "expresso"

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Manifestantes aguardam Angela Merkel perto de Belém, com forte contingente policial
 
 
Cerca de três dezenas de manifestantes aguardava pelas 12:00 a chegada de Angela Merkel ao Palácio de Belém, mas o dispositivo policial no local superava largamente o seu número, com centenas de agentes presentes.
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ver artigo completo aqui SIC noticias

Porto: PSP detém 33 pessoas em operações nocturnas

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A PSP do Porto deteve, em operações realizadas entre as 21h00 de sexta-feira e as 09h00 deste sábado, 33 pessoas, a maioria por condução sob o efeito de álcool.
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A identificação de 730 condutores e respectivas viaturas levaram a submeter ao teste do álcool 701 pessoas, acabando por serem detidos 22 indivíduos.
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Além de 34 multas passadas, a PSP deteve ainda três pessoas por conduzirem sem carta de condução de automóveis e três por desobediência, numa operação em que participaram agentes da Divisão de Vila Nova de Gaia, Divisão de Trânsito e da Força Destacada da Unidade Especial de Polícia - Corpo de Intervenção.
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Numa outra frente, elementos da Divisão de Investigação Criminal procederam a duas buscas domiciliárias no Bairro de São Roque da Lameira, no Porto, no âmbito de uma operação de combate ao tráfico de droga.
Destas buscas resultaram a detenção de três mulheres e dois homens, com idades compreendidas entre os 26 e os 55 anos, e a apreensão de cocaína suficiente para 145 doses e de heroína para 17 doses individuais.
fonte CM 

Residências oficiais de Cavaco e Passos são os pontos críticos na visita de Merkel

A PSP está a preparar ao pormenor a visita da chanceler alemã, mas, ao público, diz apenas que as residências de Cavaco Silva e Passos Coelho são os pontos mais críticos.
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Merkel estará em Belém e São Bento
 
A subcomissária, Carla Duarte, admitiu que já recebeu informação sobre várias manifestações, mas garante estar atenta aos protestos convocados por meios informais.

A chanceler alemã, Angela Merkel, estará em Lisboa, na próxima segunda-feira, para uma visita que a subcomissária da Polícia de Segurança Pública, Carla Duarte, não considera de “alto risco”.

A preparação está a ser efectuada com a máxima confidencialidade e, por isso, a PSP não revela números nem itinerários.

Em conferência de imprensa, a subcomissária afirmou que haverá um policiamento adicional em diversas cidades do país, com maior incidência em Lisboa. Apesar de não divulgar o itinerário de Angela Merkel, a PSP tem como locais mais importantes da visita a residência oficial do primeiro-ministro, a Assembleia da República, a Presidência da República e o Centro Cultural de Belém (CCB).

Durante o percurso da chanceler alemã, as estradas não serão cortadas, mas encerradas temporariamente, de modo a causar “o mínimo constrangimento possível”. A única excepção será a Avenida da Índia, que liga o CCB à Presidência da República, onde o trânsito estará interdito a partir das 8h30 de segunda-feira.

Em relação a possíveis protestos, Carla Duarte disse ter recebido informação formal sobre várias manifestações, mas assegurou que a PSP está a “monitorizar todas as manifestações de que tem conhecimento, mesmo por meios informais”. Neste sentido, estará preparada uma unidade de reserva.

Na operação estão envolvidos o Comando Metropolitano de Lisboa (segurança de área, intervenção rápida, segurança aeroportuária, trânsito, investigação criminal), a Unidade Especial de Polícia (Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo, Grupo Operacional Cinotécnico, Corpo de Intervenção, Grupo de Operações Especiais e Corpo de Segurança Pessoal) e demais forças e serviços de segurança.

A segurança pessoal de Angela Merkel e forças policiais alemãs vão também estar presentes durante a visita, sendo que vários representantes estiveram em Portugal para reuniões de preparação.
 
fonte "Publico" 08.11.2012

Manifestantes derrubam barreiras de protecção e lançam objectos à polícia

31 de Outubro, 2012
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Os manifestantes que se concentram em frente à Assembleia da República derrubaram as barreiras de protecção e lançaram pedras, garrafas e outros objectos contra os agentes de autoridade.
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De seguida os agentes da PSP deslocados para o local, onde se encontram agora centenas de manifestantes, alargaram o perímetro de segurança.
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A polícia reforçou o número de elementos do Corpo de Intervenção junto à escadaria da Assembleia da República, tendo ainda deslocado para o local elemento das equipas cinotécnicas formadas por agentes acompanhados por cães.
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Várias centenas de pessoas permanecem frente à Assembleia da República em protesto contra o Orçamento de Estado hoje aprovado na generalidade, depois da saída de milhares de manifestantes convocados pela CGTP.
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Alguns manifestantes, com cara tapada, uns com máscaras, outros com capuz e lenços na cara, gritam «demissão, demissão».
Entre as palavras de ordem gritadas estão «gatunos, gatunos», tendo ainda já sido lançados alguns petardos.
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Uma «vigília de protesto», prevista para se prolongar noite dentro, visa denunciar a austeridade que está a ser imposta aos portugueses e exigir a demissão de «um Governo que está ao mando da ‘troika’», como afirmam os vários grupos e movimentos que aderiram ao apelo ‘Que se lixe a Troika! Este Orçamento não passará’.
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Lusa/SOL
 
 

 
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in "diariodigital"
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"(...)O corpo de intervenção mantém um cordão compacto frente à escadaria, erguendo os escudos, na tentativa de impedir que os manifestantes subam até à Assembleia da República. Todavia, os agentes têm-se mantido tranquilos, a tentar chegar à fala com os protestantes, apesar dos objectos que lhes são arremessados, entre garrafas e copos.(...)"
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in RTP
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"(...) Ao início da noite alguns manifestantes derrubaram as barreiras de proteção e lançaram pedras, garrafas e outros objetos contra os agentes de autoridade, o que obrigou ao reforço do contingente de segurança do Corpo de Intervenção junto à escadaria da Assembleia da República.(...)
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in "Visão"
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Dezenas de manifestantes ficaram cara a cara com a primeira linha de agentes do corpo de intervenção da Polícia de Segurança Pública, colocada no final da escadaria da Assembleia da República, em Lisboa. Depois de derrubadas as grades que separavam a multidão do perímetro de segurança delimitado em torno do parlamento, muitos manifestantes subiram os primeiros degraus e, a curta distância dos agentes, pediram-lhes que se juntarem ao protesto.
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Durante a tarde, os manifestantes lançaram pedras, garrafas e outros objetos contra os agentes de autoridade, que alargaram o perímetro de segurança. A polícia reforçou o número de elementos do Corpo de Intervenção junto à escadaria da Assembleia da República, tendo ainda deslocado para o local elemento das equipas cinotécnicas formadas por agentes acompanhados por cães.
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Polícia carrega sobre manifestantes na AR depois de agredida com objetos

Elementos do Corpo de Intervenção concentrados na escadaria da Assembleia da República, em Lisboa, avançaram com cães contra vários manifestantes que arremessaram pedras, garrafas e outros objectos, havendo jé pelo menos um ferido, constatou a Lusa no local.

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O Corpo de Intervenção da PSP avançou com cães, após várias dezenas de manifestantes terem atirados pedras, garrafas, caixotes de lixo contra os polícias, a partir da rua leteral ao parlamento, onde três ecopontos foram arrancados do chão pela multidão em protesto contra as medidas de austeridades decretadas pelo Governo e contra o Orçamento do Estado, hoje apresentado oficialmente.
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Cerca das 23:15, um dos manifestantes ficou ferido e foi transportado para longe por elementos do Corpo de Intervenção da PSP, tendo poucos minutos depois chegado uma ambulância do INEM.
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Fonte da PSP confirmou à agência Lusa que um dos manifestantes ficou ferido e que vai ser hospitalizado, não confirmando para já a detenção deste elemento alegadamente envolvido nos desacatos.
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A mesma fonte adiantou que a ação do Corpo de Intervenção "visou apenas dispersar os manifestantes" e ocorreu após "o arremesso de inúmeros objectos contra a polícia".
Na sequência da investida policial, várias dezenas de manifestantes fugiram a subor a Calçada da Estrela, uma das vias laterais ao parlamento.
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Várias centenas de pessoas continuam concentradas nas imediações da Assembleia da República.
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Lusa 15.10.2012
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Confrontos entre manifestantes e polícia junto à residência oficial do primeiro-ministro
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Pelo menos dez agentes e um manifestante ficaram feridos na sequência de confrontos durante a manifestação «Cerco a São Bento», que visava cercar o Parlamento.
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Segundo fontes da autoridades os agentes da PSP sofreram ferimentos ligeiros, devido ao arremesso de garrafas e pedras por parte dos manifestantes, enquanto um destes ficou ferido, em resultado dos confrontos com a polícia e acabou por ser transferido para o Hospital São José. Uma outra pessoa acabou detida.

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Em direto do Parlamento, a estação televisiva Sic afirmou que os confrontos terão acontecido porque alguns manifestantes tentaram invadir a residência oficial do primeiro-ministro.
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Segundo as imagens, o Corpo de Intervenção da PSP avançou com cães sobre os manifestantes, na rua lateral da Assembleia da República que dá acesso à Calçada da Estrela.
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Centenas de pessoas compareceram a esta manifestação em protesto contra as medidas de austeridades decretadas pelo Governo e contra o Orçamento do Estado, hoje apresentado oficialmente.
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abola.pt


Protestos 5 Outubro - Polícia detém sete manifestantes junto ao Parlamento

Pelo menos sete pessoas foram hoje detidas e outras cinco foram identificadas na manifestação que pelas 21h20 ainda decorre em frente à Assembleia da República, em Lisboa.
De acordo com uma fonte da polícia, os detidos são todos homens e foram detidos principalmente por arremesso de garrafas contra as autoridades.
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Algumas centenas de pessoas estiveram concentradas desde as 17:00 de hoje frente à Assembleia da República, numa iniciativa convocada através da internet, para protestar contras medidas de austeridade governamentais.
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Pelas 19:50, os manifestantes derrubaram as grades que impedem o acesso à escadaria frente ao Parlamento, levando à chegada de um reforço policial do Corpo de Intervenção da PSP.
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Já foram lançados alguns petardos por manifestantes, ouvindo-se palavras de ordem como "o povo unido jamais será vencido" ou incitamentos aos polícias para se juntarem ao protesto.
Os manifestantes são predominantemente jovens e alguns apresentam-se mascarados.

Polícia detém sete manifestantes junto ao Parlamento

fonte DN

Video sic noticias
 

Quinze detidos em operação de prevenção criminal

A PSP anunciou hoje a detenção de 15 pessoas e a apreensão de sete armas e 44 munições de diversos calibres, numa operação de prevenção criminal realizada na sexta-feira, no concelho da Amadora.
 
foto CM
As 15 pessoas foram detidas pelos crimes de roubo, imigração ilegal, tráfico de droga, violência doméstica e condução sob efeito de álcool, além de ter sido executado um mandado de captura para cumprimento de prisão efetiva, refere o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, em comunicado.
Segundo a PSP, da operação de prevenção criminal, realizada em todo o concelho da Amadora, resultou ainda a apreensão de uma caçadeira, uma pistola, um revolver, uma réplica de arma de fogo, 44 armas de diversos calibres e três armas brancas, além de 104, 47 gramas de haxixe, 0,69 gramas de heroína e 100 euros em notas.
A Polícia adianta que operação se realizou após uma "análise cuidada e permanente da criminalidade praticada no concelho da Amadora", e teve como objetivo o "combate dos fenómenos criminais emergentes".
Na operação de prevenção criminal estiveram presentes agentes da investigação criminal, Equipas de Intervenção Rápida e elementos da fiscalização rodoviária da PSP, assim como um reforço da Unidade Especial de Polícia com o Corpo de Intervenção e Grupo Operacional Cinotécnico.
Segundo a Polícia, dois dos três suspeitos detidos pelo crime de roubo a um motorista de táxi ficaram em prisão preventiva
 
fonte DN

Protestos em Belém: Palavras de ordem, cartazes e petardos lançados com a polícia atenta

 
21 Setembro 2012 - Quase uma hora após o início do Conselho de Estado, o protesto frente ao Palácio de Belém subiu de tom com ruidosas palavras de ordem, derrubamento de algumas das grades colocadas pela polícia e o lançamento de alguns petardos.
Cerca das 17:45 alguns manifestantes começaram a afastar as grades que os separam do jardim do Palácio de Belém, num gesto largamente aplaudido e que não teve qualquer tipo de oposição por parte dos agentes que policiam a concentração.

O número de manifestantes presentes já se situa na casa dos milhares, gritando palavras de ordem como "O povo unido jamais será vencido" e "gatunos, gatunos", entre outras frases ofensivas dirigidas ao Chefe de Estado, nomeadamente por parte de um grupo de estivadores que se deslocou ao local.

E foi no mesmo local que se concentraram várias dezenas de agentes da PSP, incluindo o Corpo de Intervenção (CI), devido ao rebentamento de vários petardos, com os manifestantes a abanarem as grades de protecção.

Este grupo tomou posição junto às grades, enfrentando os agentes da polícia cujo número foi momentaneamente reforçado. Naquele local ouviu-se um petardo, mas a polícia não reagiu.

Na mesma zona vários manifestantes gritaram para os polícias se juntarem a eles no protesto.

Na manifestação destaca-se um grupo de fuzileiros, alguns deles fardados, que decidiu juntar-se ao protesto.

Tomás Pereira, 66 anos, fuzileiro, disse à Agência Lusa que "como cidadão fardado" pertence "a uma geração que foi tirada dos campos, das carteiras e dos colos dos pais e mães e enviada para uma guerra sem retorno".

"Agora digo não e sinto-me indignado com a situação do país, dos meus filhos e dos meus netos", disse.

Se conseguisse chegar à sala onde estão reunidos os 19 conselheiros de Estado, a sua mensagem seria clara: "Demitam-se, não estão aí a fazer nada".

A vereadora da Câmara Municipal de Lisboa Helena Roseta disse à Agência Lusa que está, como estas pessoas à frente do Palácio de Belém, a dizer "basta, os órgãos políticos têm que nos ouvir".

Encostada a uma grade afirmou não perceber "para que é tanta polícia" no local.

"A polícia devia estar a fazer segurança a nós todos. Não queremos mal ao Chefe de Estado, não queremos violência, queremos que nos oiçam. Não são precisas tantas grades, é um povo pacífico", declarou Helena Roseta que se deslocou a Belém de bicicleta.

A vereadora afirmou que a mensagem de protesto "vai ter que chegar" às lideranças políticas: "Nós somos mais dos que eles. Vai ter que ser".
 
fonte "negócios online"
foto iol.pt

Imagem de uma manifestante a abraçar um agente do Corpo de Intervenção que está a correr a web e os jornais estrangeiros

Adriana e o polícia de olhos tristes
 
O abraço de Adriana, a aluna de artes, a Sérgio, o polícia de choque, de uma beleza desconcertante e "irreal", num dos momentos mais tensos da manifestação deste sábado em Lisboa, é já um ícone nos jornais de todo o mundo.
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A imagem, captada pelo repórter fotográfico José Manuel Ribeiro, da Reuters, está hoje nas edições impressas do "Público" e do "i" (que lhe dá destaque de capa). Ela perpetua um momento inesperado e perturbador de uma manifestação a todos os títulos exaltante que espalhou nas ruas de Lisboa a mais digna indignação e durante a qual a polícia teve um comportamento exemplar. É uma imagem tão desconcertante, a tal ponto que parece encenada. Mas, na sua sinceridade surpreendida, ela celebra um momento tocante e improvável.
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Adriana, 18 anos, veio de Lagos a Lisboa. É a primeira manifestação em que participa. Está junto à sede do FMI, assiste a um dos momentos muito tensos, quando alguns manifestantes lançam tomates e garrafas contra a troika. Ela repara num polícia de viseira levantada. Chama-se Sérgio, o RoboCop de olhos tristes.
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Adriana e Sérgio já contaram aos jornalistas o que se passou nos breves minutos antes de um abraço que suscitara, entretanto, as interpretações mais fantasiosas. Sabe-se agora que Adriana se dirigiu a Sérgio tentando perceber o motivo para aquele aparato policial. Ele respondeu-lhe que estava a trabalhar. Ela perguntou-lhe se não preferia estar do outro lado, com os manifestantes. Ele ficou em silêncio e, conta ela, "olhou em frente, com olhos tristes". Ela explica ao "Público": "Aproximei-me dele, abracei-o. Ele ficou estático. Depois afastou-se suavemente. Não me afastou, afastou-se".
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O jornal "i" ouviu a versão de Sérgio, o polícia " de olhos tristes": "Apesar de haver arruaceiros, tinhamos de permanecer calmos e, apesar de estar ali como agente do Corpo de Intervenção, também sinto na pele as decisões e medidas do governo". Sobre o abraço de Adriana: "Ela perguntou-me se não tinha vontade de me juntar à multidão e manifestar-me e a minha reacção foi olhar para ela com um ar de quem assume:'Sim, estou convosco no sentido da manifestação e sou parte do seu sentido'. E olhei em frente para a multidão. Momentos depois ela voltou e simplesmente abraçou-me. Fiquei estático e dois segundos depois disse-lhe 'Já chega'. E recuei ligeiramente".
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Na imagem, captada pela arte de olhar de José Manuel Ribeiro, ela pousa a mão no colete táctico dele, sobre o peito. Ele pousa a mão enluvada no braço dela. Como se a protegesse. Há uma leveza tensa. Parece um movimento suspenso de uma dança.
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Há um olhar abraçado, um silêncio comunicante.
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Não estão condenados a viver abraçados. Da revoada de palavras destes dias colho a legenda para o silêncio com que Sérgio responde a Adriana. Este é, sem equívocos, um silêncio patriótico.
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video SIC noticias

 
Uma fotografia tirada na manifestação de sábado em lisboa está a espalhar-se pelo mundo. A imagem mostra uma jovem a abraçar um policia do corpo de intervenção e está a ser apresentada como um símbolo do protesto. A jovem chama-se Adriana Xavier e explica que se tratou de um gesto de amor.
 

Manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!" - 15SET2012

TVi
Três detidos em Lisboa em frente ao Parlamento
 
Pelo menos três pessoas foram detidas, este sábado à noite, em frente à Assembleia da República, em Lisboa, onde milhares de pessoas se concentraram em protesto contra as medidas de austeridade do Governo.

Um repórter de imagem do jornal Correio da Manhã ficou ferido na cabeça pelos objetos lançados por alguns manifestantes, quando estava a fazer a cobertura dos protestos. O repórter foi assistido no local e levado para o hospital para observação, refere a edição online do Correio da Manhã.

Depois da ação da polícia, cerca das 23:00, os manifestantes que estavam na primeira fila do protesto, de cara tapada, atiraram pedras da calçada e vários objetos para as escadarias onde estava o cordão policial que protegia o Parlamento.

O mesmo tinha acontecido pelas 21:30, altura em que também foram atirados alguns petardos.

As autoridades nunca reagiram às provocações e o dispositivo policial foi reforçado à medida que os ânimos se exaltaram.

 
 
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Videos SIC noticias
Tensão aumenta frente à Assembleia da República, há registo de dois feridos
 




A manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!", um protesto pacífico que decorreu em vários pontos do país, terminou em Lisboa na Praça de Espanha. Depois disso, muitos manifestantes decidiram prosseguir o protesto, de forma espontânea, e seguiram para a Assembleia da República (AR). Pouco passava das 20h00, registou-se um primeiro desacato com uma manifestante a romper a barreira de segurança imposta pela polícia na escadaria da AR. Cerca de uma hora mais tarde, os repórteres da SIC Ana Moreira e Pedro Carpinteiro registavam sinais de descontrolo da situação, com manifestantes a lançaram petardos, pedras, garrafas e outros objetos em direção às forças de segurança.
 
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EXPRESSO
PSP faz balanço no Facebook do protesto de ontem por todo o país contra a troika e o Governo.
 
Quatro pessoas foram detidas por agressões a polícias destacados para garantirem a segurança durante as manifestações do 15 de setembro contra a troika e contra o Governo, revelou a PSP.
 
Num comunicado na página do Facebook da Polícia de Segurança Pública lê-se que dos "vários episódios que ocorreram nas últimas horas, de referir a detenção de quatro cidadãos nacionais por motivos ligados às agressões que promoveram contra os polícias de serviço, diverso equipamento policial danificado, um jornalista ferido [um repórter do "Correio da Manhã", revelou o próprio jornal] e inúmeras apreensões de material pirotécnico, pedras e outros objetos que serviram de arremesso contra os polícias".
 
Depois da desmobilização - voluntária e pacífica - dos manifestantes que se encontravam a ocupar as vias da Avenida dos Aliados no Porto e o espaço fronteiro à Assembleia da República, em Lisboa, a polícia "procedeu ao levantamento do policiamento".

Os manifestantes lançaram tinta contra os polícias
 
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SOL
O desabafo do povo e o problema de Passos
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O receio sobre o presente e o futuro desceram de mãos dadas a Avenida da República. À medida que a manifestação avançava na enorme avenida que tem por nome a palavra que denomina a forma de governo na qual o chefe de Estado é eleito pelos cidadãos, estes mesmos cidadãos gritaram palavras de ordem contra o primeiro-ministro, contra o Governo de uma forma geral, e contra o FMI. Aliás, à passagem pela delegação do Fundo Monetário Internacional em Lisboa, os ânimos alteravam-se. A porta do edifício 57 estava protegida por elementos do corpo de intervenção da PSP.
 
 Nada mais apetecível para os grupos organizados marginais infiltrados na manifestação. O perímetro de segurança, garantido por cerca de 20 elementos da polícia de choque, acabou por ser alargado enquanto eram arremessados tomates, petardos e garrafas de cerveja em direcção à porta. «A nossa luta é na Praça de Espanha», recordava um dos membros da organização a partir de um megafone. Não foi a tempo de evitar a detenção de um indivíduo por polícias à paisana.
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(internacional)
RT
Portugal marches against austerity
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More than 150,000 people marched through the streets of Portugal to voice anger against a planned tax hike announced by the center-right government. Chanting, "Out of here! IMF is hunger and misery!", the mob called for the government to resign.
(...)

 
 
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 JN
PSP elogia participação ordeira na manifestação
 
PSP elogia participação ordeira na manifestação
 
Quatro pessoas foram detidas em Lisboa, três montras estilhaçadas no Porto. O balanço dos incidentes causados pela manifestação "Que se lixe a troika, queremos as nossas vidas" não impediu a polícia de agradecer aos manifestantes a forma ordeira como se comportaram.
Às 20.30 horas de sábado, a PSP publicou uma mensagem na rede social Facebook referindo que a corporação estava a acompanhar as manifestações em todo o país e não tinha, até àquela hora, "incidentes de maior". Garantia que "as milhares de pessoas que têm participado nas manifestações, em todos os distritos, têm-no feito de forma pacífica e ordeira".
Mesmo depois de terem ocorrido alguns confrontos em frente ao prédio que alberga a missão do Fundo Monetário Internacional, um dos três vértices da troika, e, às 21 horas, junto ao Parlamento, ter havido alguns desacatos, a PSP concluía, um comunicado divulgado às 3,30 horas no Facebook com o agradecimento aos cidadãos e aos polícias que "prestigiaram o país".
Apesar disso, a PSP deteve quatro pessoas por promoverem agressões contra os polícias e um fotojornalista. A primeira detenção ocorreu junto ao edifício do FMI, enquanto as restantes foram levadas a cabo no exterior da Assembleia da República.
A ação mais violenta de sábado ocorreu às 23 horas, quando uma placa de sinalização foi arrancada e as pedras da calçada arremessadas à PSP, que se limitou a proteger-se. A PSP abandonou aquele local às duas da manhã de domingo, quando estavam, segundo a polícia, "duas dezenas de pessoas que mantinham um comportamento pacífico".
No Porto, a PSP não quer associar a manifestação ao vandalismo ocorrido durante a madrugada, "até porque não houve testemunhas", explicou ao JN. Porém, os alvos escolhidos são óbvios: duas dependências bancárias (Montepio Geral, na Boavista, e Caixa Geral de Depósitos, na rua Rodrigues de Freitas) e a Companhia de seguros Zurich, no Largo da Paz. As três instituições ficaram com os vidros das montras partidos.
 
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Manifestações de sábado em todo o país motivam receios de violência

Os protesto marcados para sábado contra as medidas de austeridade decretadas pelo Governo e tacitamente aceites pela troika não se vão cingir às 25 cidades nacionais que ontem já estavam confirmadas. As manifestações, em frente a embaixadas e consulados nacionais, vão também chegar a Barcelona, Berlim, Paris, Londres, até ao outro lado do Atlântico, nomeadamente a Fortaleza, no Brasil.

As novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro são um dos principais pontos de protesto
 
A manutenção da segurança na via pública está entregue à PSP que, apesar de não divulgar o número total de efectivos que vai mobilizar, já assegurou que, sobretudo em Lisboa e no Porto, irão estar de prevenção grupos do Corpo de Intervenção.

Nos locais de passagem das manifestações (embora sem confirmação oficial diz-se que em Lisboa, por exemplo, o protesto foi desviado das principais avenidas devido ao receio de maiores prejuízos provocados por eventuais desacatos) irão ser feitos os habituais avisos para que sejam removidos bens e objectos que possam ser vandalizados.

Em declarações ao PÚBLICO, a realizadora Ana Nicolau, uma das 29 pessoas que deram origem ao movimento que convocou as manifestações, revelou que ontem, só em Lisboa, já havia 42 mil confirmações de presença. "Estes números nunca são fiáveis. São apenas estimativas, mas pensamos que poderá ser atingido o número mais significativo de pessoas em protesto", disse.
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Tiros na Praça Paiva Couceiro assustaram

Polícia de intervenção foi mobilizada para o local (foto de arquivo) (foto AP)

Momentos de pânico viveram-se esta noite na Praça Paiva Couceiro, em Lisboa, quando um indivíduo disparou vários tiros, não resultando quaisquer feridos do incidente.

Cerca das 22 horas pelo menos três tiros foram disparados naquela praça lisboeta, lançando o pânico nas ruas mais próximas.

Fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa contou a A BOLA que foram mobilizados para o local elementos do corpo de intervenção. O alegado atirador deixou a arma para trás e fugiu numa carrinha.

Recuperadas foram uma arma e um carregador. No local é visível uma marca de uma bala perdida numa cabina telefónica.
Decorrem as investigações para apurar as circunstâncias dos disparos, numa zona muito próxima daquela onde há dias decorreu um tiroteio, na rua Mouzinho de Albuquerque.
 
 07-08-2012

PSP voltou em força ao Casal da Mira na Amadora

Pela segunda vez em três dias, o Casal da Mira, na Amadora, foi alvo de operação policial. A PSP deteve dezenas de pessoas e apreendeu uma arma, alegadamente usada num crime.
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VIDEO

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Noticia jn
A PSP voltou, este sábado, pela segunda vez esta semana ao Bairro do Casal da Mira, para mais uma operação policial de grande envergadura. Desta vez, encontraram uma arma, que segundo o comandante da PSP da Amadora, Luís Pebre, poderá estar envolvida num crime. Também terá sido apreendida droga.
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A PSP confirma ainda que foram levados para a esquadra 30 pessoas para verificação da identidade e possível envolvimento em ilícitos criminais. Na passada quarta-feira, a PSP, acompanhada pela Unidade Especial de Polícia apreendeu droga, armas e deteve sete homens.
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"Há muita gente para identificação, pelo menos 30, e estamos a avaliar quem terá de ser apresentado ao juiz", explicou Luís Pebre, acrescentando que tal decisão só será conhecida no domingo.
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A ação policial desta noite "é o corolário da operação de quarta-feira" e teve como "objetivo principal localizar indivíduos suspeitos da prática de vários crimes", referiu o subintendente. Na operação de quarta-feira, foi apreendida "documentação que indicia crimes diversos", recordou.
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A ação está relacionada com várias ocorrências naquele bairro em que as autoridades sofreram emboscadas. O JN sabe que, em algumas ocasiões, chegaram mesmo a ser feitas chamadas a pedir auxílio com o intuito de atingir a patrulha que se deslocaria ao local. Entre os objetos que já foram arremessados contra a PSP no Casal da Mira, estão um bidé, uma trotineta e um divã.
 Lusa

Polícia cerca bairro da Amadora e detém 15 pessoas

Dezena e meia de pessoas foram esta noite de quarta-feira encaminhadas para a esquadra no âmbito de uma operação policial que encerrou os acessos ao bairro de Casal da Mira, na Amadora, em cumprimento de mandados de busca.

Polícia cerca bairro da Amadora e detém 15 pessoas
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De acordo com o comandante da Divisão da PSP da Amadora, o subcomissário Luís Pebre, estiveram envolvidos nesta operação 200 agentes da unidade especial de polícia e da divisão da Amadora.
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O comandante adiantou aos jornalistas que foram apreendidas várias armas, droga e munições e que o objetivo desta operação era controlar um grupo de pessoas - que por hábito são hostis à presença da polícia no bairro - e que se dedicam a vários atos ilícitos, como o tráfico de droga.
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"Este é um bairro sensível, onde têm acontecido situações delicadas. Há um conjunto de indivíduos que apedreja os carros patrulha e os agentes da polícia, que prepara emboscadas, em que atiram pedras e garrafas com ácido", explicou Luís Pebre.
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O subcomissário disse que alguns destes suspeitos fazem falsas chamadas telefónicas para a polícia, denunciando situações de violência doméstica para chamar a PSP ao bairro, montando de seguida emboscadas.
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Segundo Luís Pebre, noutras ocasiões, já foram atiradas sanitas, divãs e trotinetes do alto dos prédios, provocando lesões a alguns agentes.
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Elementos da PSP, apoiados por forte aparato policial, fecharam ao final da tarde de hoje os acessos ao Bairro Casal da Mira, Amadora, para cumprimento de mandados de busca.
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Na operação estão envolvidos cerca de 200 agentes fortemente armados, que pelas 21:00, segundo testemunhou a agência Lusa, tinham já feito uma dezena de detidos, levados do local numa viatura policial. " mesma hora, todos os acessos ao bairro se encontravam vedados.
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Apesar do aparato, os ânimos estão calmos, com os moradores recolhidos nas suas casas. O Bairro Casal da Mira está situado junto ao Centro Comercial Dolce Vita Tejo e é conhecido pela hostilidade dos moradores relativamente à polícia.
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fonte JN
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foto sic noticias

PM visita Unidade Especial de Polícia

Passos avisa a PSP que Governo quer um modelo de "polícia dual"

O primeiro-ministro deixou esta segunda-feira vários avisos à PSP: é preciso rentabilizar e melhor aproveitar os dinheiros públicos, e o Governo quer o sistema policial a funcionar num “modelo dual puro”.    

  No final da visita que realizou à Unidade Especial de Polícia, em Belas, no concelho de Sintra, Pedro Passos Coelho afirmou que o Governo preconiza “uma clarificação do sistema policial português, através da evolução, programada e gradual” do modelo actual “para um modelo dual puro”.

O cenário hoje é o de um “sistema por vezes dispendioso, mal dimensionado e menos racional” do que deveria, disse, precisamente por culpa da existência de uma “multiplicidade de intervenientes, conjugada com uma manifesta confusão conceptual do modelo existente”, que tem levado a “concorrências e a conflitos indesejáveis”.

“O princípio da complementaridade permite explorar as sinergias das componentes, com a consequente redução de custos” a par da “eliminação da conflitualidade” e de uma “clara distinção na distribuição de competências e alicerçada em princípios doutrinários e em exemplos testados noutros países”, acrescentou Passos Coelho sobre omodelo futuro para que as forças policiais portugueses devem evoluir.

No seu discurso perante o director nacional da PSP e dos directores adjuntos, o primeiro-ministro não se cansou de lembrar a necessidade de “fazer mais e melhor com uma utilização mais adequada dos recursos”, de melhorar a coordenação, e de fazer reduções de custos.

Passos Coelho recordou que a recente proposta de reorganização daquela força policial “determinará uma significativa redução da despesa”. Está prevista a eliminação de cargos e uma redução de categorias e postos de chefia, de acordo com os objectivos definidos no Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC). Quando tomou posse, o Governo “deparou com um Ministério da Administração Interna com graves insuficiências financeiras e orçamentais e atrasos na aplicação de legislação aprovada”, queixou-se o primeiro-ministro.

O chefe do Governo realçou que a taxa de cobertura policial é em Portugal de 488 polícias por 100.000 habitantes, “bastante acima” da média europeia, que se situa nos 352. O valor português, realçou Passos, “só é ultrapassado, na Europa, pelo Chipre e pela Itália”.
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fotos TVI






30.07.2012
                   

ABERTO CONCURSO DE ADMISSÃO AO 37.º CURSO DE ORDEM PÚBLICA

Algarve: Trezentos efetivos das forças especiais da PSP vão reforçar segurança no verão

Faro, 28 jun (Lusa) -- Cerca de 300 efetivos das Unidades Especiais da Polícia (UEP) vão reforçar a partir de julho a segurança no Algarve, o que representa uma duplicação do reforço de meios relativamente ao ano passado, disse à Lusa fonte da PSP.


No caso da GNR, os postos territoriais e grupos especiais têm vindo a ser reforçados desde o início do ano, pelo que não deverá ser feito qualquer reforço adicional a pretexto do verão, disse à Lusa fonte daquela força de segurança. Apesar disso, uma parte significativa de um grupo de 556 guardas provisórios recentemente formados na Escola da GNR deverá estagiar no Algarve durante o verão, o que constituirá um reforço das forças estacionadas, adiantou a mesma fonte.

No caso da PSP, os 300 efetivos adicionais distribuem-se por 20 equipas, que de 14 de julho a 30 de setembro ficarão instaladas em Lagos e Portimão e têm por missão o reforço do patrulhamento àquelas cidades e a manutenção da segurança e ordem públicas, com especial incidência no período noturno.

Em resposta enviada à Lusa, a Direção Nacional da PSP informa que durante toda a presente época estival ficarão também afetas ao policiamento e segurança de turistas e veraneantes todas as cinco equipas de ordem pública do Corpo de Intervenção estacionadas em Faro, num total de 90 polícias, igualmente integrados nas UEP.

Além do reforço das forças especiais, o Comando Distrital da PSP de Faro, vai também aumentar as equipas de ciclo-patrulhas, para as áreas de Vila Real de Santo António, Tavira, Olhão, Portimão, Lagos e Aeroporto Internacional de Faro.

Na cidade de Faro aquelas equipas já funcionam durante todo o ano.
A Polícia de Segurança Pública conta integrar nessas equipas elementos habitualmente afetos ao Programa Integrado de Policiamento de Proximidade e a serviços de apoio.
Essas equipas de patrulhamento em bicicleta privilegiarão as zonas comerciais, acessos às zonas balneares e centros históricos/turísticos.

Em períodos considerados mais críticos, o patrulhamento e fiscalização no aeroporto de Faro é reforçado com equipas do destacamento da UEP/Grupo Operacional Cinotécnico (homem/cão) e UEP/Equipas de Inativação de Engenhos Explosivos e Segurança e Subsolo.

A Divisão de Segurança Aeroportuária é ainda reforçada com equipas da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Faro, vocacionadas particularmente para o combate aos carteiristas e crimes de oportunidade.

Como justificação para o não reforço propositado para o verão, fonte do Comando Geral da GNR disse à Lusa que se verificaram sucessivos reforços desde o início do ano, devido ao clima de algum alarme social em função do aumento da perceção de casos de violência na região.

A mesma fonte sublinhou que esse aumento da perceção de casos violentos não teve qualquer correspondência com a realidade estatística e se deveu em exclusivo à visibilidade dos crimes, tal como foram veiculados pela comunicação social.

No entanto, a fonte observou que o período estival trás consigo uma mudança na estratégia de segurança da GNR, com um reforço de meios junto das zonas balneares e do litoral.
Assim, a GNR desloca mais meios para as zonas de Albufeira, Vilamoura e Quarteira, onde passam a ser mais visíveis os militares das forças de intervenção e ordem pública, as patrulhas cinotécnicas (homem/cão) e as equipas de patrulhamento em bicicleta.

Por outro lado, a mesma fonte assegurou que a estratégia da força militarizada passa pelo aumento das condições de segurança durante os eventos de verão, tais como os vários festivais previstos e a concentração motard de Faro.

JMP.Lusa

Reforço de segurança chega já sexta-feira

Está prevista para sexta- -feira a chegada ao Algarve do reforço policial para o Verão. PSP e GNR vão receber meios para assegurar um policiamento de proximidade aos turistas que visitam a região.

Apesar de ainda não haver dados oficiais, o CM sabe que já a partir de 15 de Junho é esperado no Algarve um pelotão da Unidade de Intervenção da GNR. Constituído por 30 homens, o pelotão ficará às ordens do Comando de Faro.

Já na PSP, e apesar de não haver, igualmente, dados oficiais, o dispositivo na região deverá receber duas equipas do Corpo de Intervenção, num total de 26 homens. Este reforço, na PSP, terá o dobro do número de polícias recebidos pelo Comando de Faro no Verão de 2011.

"Vamos ter redobrado cuidado e redobrado empenhamento, quer da PSP, quer da GNR, em relação ao ano passado", referiu o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, em declarações, ontem, no Algarve. A região poderá contar, no Verão, com "mais visibilidade, mais presença e mais proximidade" da GNR e PSP, garantiu Miguel Macedo, que falava à margem da reunião do Comité Interministerial da EUROGENDFOR, em Estói, perto de Faro.

Destacando o "trabalho antecipado" feito pelas forças de segurança, que auscultaram forças vivas e entidades regionais, o ministro defendeu que o reforço permitirá atenuar "o sentimento subjectivo de insegurança" que existe no Algarve. E adiantou que os dados provisórios apontam para uma redução da criminalidade na região entre os últimos três meses do ano passado e o primeiro trimestre de 2012. Macedo atribuiu o sentimento de insegurança à visibilidade dos crimes de maior violência.

fonte CM

PSP atenta aos perigos do Bairro Alto

O Bairro Alto pode ser frequentado por cerca de 40 mil pessoas nas noites de fim de semana. É muita gente que a polícia tem que vigiar, até porque são muito frequentes os roubos e as agressões, de que foi vítima, por exemplo, esta semana, o cineasta José Fonseca e Costa.

É um espaço singular, que atrai milhares de pessoas todos os dias, portugueses e estrangeiros, mas com problemas por resolver também eles únicos para quem frequenta, trabalha ou ali vive.

A responsabilidade dos elementos do corpo de intervenção da PSP é reforçar e apoiar as equipas da esquadra ali localizada, mas a presença da polícia sente-se de outras formas nestas ruas estreitas e a certa altura densamente frequentadas do bairro.


Mesmo assim, apesar dos casos de assaltos denunciados, moradores e comerciantes até falam num decréscimo de ocorrências e num aumento de policiamento.

Além do barulho em excesso que preocupa os habitantes, da violência provocada pelo consumo excessivo de álcool e dos assaltos de madrugada, as autoridades estão atentas ao fenómeno da presença de adolescentes no bairro.

Comportamentos de risco que estão ligados à fase mais perigosa do Bairro Alto: a madrugada, quando os bares fecham. É nessa altura que os assaltantes entram em acção, atacando, normalmente, pessoas sozinhas ou alcoolizadas que ofereçam pouca resistência.
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fonte iol

Barricado de Valbom entregou-se sem resistência ao fim de quatro horas


fotos "Bola.pt"
O homem que esta tarde se barricou em Valbom, depois de esfaquear a mãe e a irmã, entregou-se à polícia sem oferecer resistência após algumas horas de negociações, explicou a PSP no local.
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«Houve negociações, a equipa de negociadores conseguiu convencê-lo a abrir a porta. A dado momento abriu a porta, não ofereceu qualquer resistência e não houve necessidade do uso da força perante o homem», contou o comissário Teixeira Pinto, momentos depois de o homem se ter entregado.
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O agente explicou que se tratou de «uma situação familiar de um rapaz, que terá problemas de saúde, que agrediu com uma faca a mãe e uma irmã e depois barricou-se em casa».
«Tivemos que depois fazer os normais procedimentos para se resolver a situação», acrescentou.
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Durante as negociações, a polícia permitiu a entrada do irmão do barricado, que «colaborou na negociação para facilitar a situação».
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O alerta das agressões foi dado entre as 13h e as 14h, confirmaram o INEM e vizinhos do barricado, que contaram ter ouvido gritos vindos do andar onde mora.
Depois de agredir a mãe e a irmã, que foram transportadas para o Hospital de Santo António, no Porto, o homem barricou-se na sua residência, que se situa na Travessa Engenheiro Duarte Pacheco, entregando-se pelas 18h.
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O incidente acabou por provocar ferimentos numa terceira pessoa, uma jovem de 19 anos, que caiu nas escadas ao tentar socorrer as outras duas mulheres.
No local estiveram o INEM, bombeiros de Valbom, vários efectivos da PSP, agentes da PJ e elementos do corpo de intervenção.
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Fontes no local contaram à Lusa que o homem tem entre 34 a 38 anos, é taxista mas recentemente perdeu a licença de condução depois de ter sido apanhado a conduzir sob o efeito de álcool.
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Durante a tarde estiveram junto ao perímetro de segurança vários vizinhos que conheciam o homem e que se mostraram surpreendidos pela situação, descrevendo-o como sendo uma pessoa «calma e muito educada» que tinha «uma boa relação com a mãe» com quem morava.
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Lusa / SOL