Este, é um espaço não oficial.


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Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

Quinze detidos em operação de prevenção criminal

A PSP anunciou hoje a detenção de 15 pessoas e a apreensão de sete armas e 44 munições de diversos calibres, numa operação de prevenção criminal realizada na sexta-feira, no concelho da Amadora.
 
foto CM
As 15 pessoas foram detidas pelos crimes de roubo, imigração ilegal, tráfico de droga, violência doméstica e condução sob efeito de álcool, além de ter sido executado um mandado de captura para cumprimento de prisão efetiva, refere o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, em comunicado.
Segundo a PSP, da operação de prevenção criminal, realizada em todo o concelho da Amadora, resultou ainda a apreensão de uma caçadeira, uma pistola, um revolver, uma réplica de arma de fogo, 44 armas de diversos calibres e três armas brancas, além de 104, 47 gramas de haxixe, 0,69 gramas de heroína e 100 euros em notas.
A Polícia adianta que operação se realizou após uma "análise cuidada e permanente da criminalidade praticada no concelho da Amadora", e teve como objetivo o "combate dos fenómenos criminais emergentes".
Na operação de prevenção criminal estiveram presentes agentes da investigação criminal, Equipas de Intervenção Rápida e elementos da fiscalização rodoviária da PSP, assim como um reforço da Unidade Especial de Polícia com o Corpo de Intervenção e Grupo Operacional Cinotécnico.
Segundo a Polícia, dois dos três suspeitos detidos pelo crime de roubo a um motorista de táxi ficaram em prisão preventiva
 
fonte DN

Protestos em Belém: Palavras de ordem, cartazes e petardos lançados com a polícia atenta

 
21 Setembro 2012 - Quase uma hora após o início do Conselho de Estado, o protesto frente ao Palácio de Belém subiu de tom com ruidosas palavras de ordem, derrubamento de algumas das grades colocadas pela polícia e o lançamento de alguns petardos.
Cerca das 17:45 alguns manifestantes começaram a afastar as grades que os separam do jardim do Palácio de Belém, num gesto largamente aplaudido e que não teve qualquer tipo de oposição por parte dos agentes que policiam a concentração.

O número de manifestantes presentes já se situa na casa dos milhares, gritando palavras de ordem como "O povo unido jamais será vencido" e "gatunos, gatunos", entre outras frases ofensivas dirigidas ao Chefe de Estado, nomeadamente por parte de um grupo de estivadores que se deslocou ao local.

E foi no mesmo local que se concentraram várias dezenas de agentes da PSP, incluindo o Corpo de Intervenção (CI), devido ao rebentamento de vários petardos, com os manifestantes a abanarem as grades de protecção.

Este grupo tomou posição junto às grades, enfrentando os agentes da polícia cujo número foi momentaneamente reforçado. Naquele local ouviu-se um petardo, mas a polícia não reagiu.

Na mesma zona vários manifestantes gritaram para os polícias se juntarem a eles no protesto.

Na manifestação destaca-se um grupo de fuzileiros, alguns deles fardados, que decidiu juntar-se ao protesto.

Tomás Pereira, 66 anos, fuzileiro, disse à Agência Lusa que "como cidadão fardado" pertence "a uma geração que foi tirada dos campos, das carteiras e dos colos dos pais e mães e enviada para uma guerra sem retorno".

"Agora digo não e sinto-me indignado com a situação do país, dos meus filhos e dos meus netos", disse.

Se conseguisse chegar à sala onde estão reunidos os 19 conselheiros de Estado, a sua mensagem seria clara: "Demitam-se, não estão aí a fazer nada".

A vereadora da Câmara Municipal de Lisboa Helena Roseta disse à Agência Lusa que está, como estas pessoas à frente do Palácio de Belém, a dizer "basta, os órgãos políticos têm que nos ouvir".

Encostada a uma grade afirmou não perceber "para que é tanta polícia" no local.

"A polícia devia estar a fazer segurança a nós todos. Não queremos mal ao Chefe de Estado, não queremos violência, queremos que nos oiçam. Não são precisas tantas grades, é um povo pacífico", declarou Helena Roseta que se deslocou a Belém de bicicleta.

A vereadora afirmou que a mensagem de protesto "vai ter que chegar" às lideranças políticas: "Nós somos mais dos que eles. Vai ter que ser".
 
fonte "negócios online"
foto iol.pt

Imagem de uma manifestante a abraçar um agente do Corpo de Intervenção que está a correr a web e os jornais estrangeiros

Adriana e o polícia de olhos tristes
 
O abraço de Adriana, a aluna de artes, a Sérgio, o polícia de choque, de uma beleza desconcertante e "irreal", num dos momentos mais tensos da manifestação deste sábado em Lisboa, é já um ícone nos jornais de todo o mundo.
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A imagem, captada pelo repórter fotográfico José Manuel Ribeiro, da Reuters, está hoje nas edições impressas do "Público" e do "i" (que lhe dá destaque de capa). Ela perpetua um momento inesperado e perturbador de uma manifestação a todos os títulos exaltante que espalhou nas ruas de Lisboa a mais digna indignação e durante a qual a polícia teve um comportamento exemplar. É uma imagem tão desconcertante, a tal ponto que parece encenada. Mas, na sua sinceridade surpreendida, ela celebra um momento tocante e improvável.
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Adriana, 18 anos, veio de Lagos a Lisboa. É a primeira manifestação em que participa. Está junto à sede do FMI, assiste a um dos momentos muito tensos, quando alguns manifestantes lançam tomates e garrafas contra a troika. Ela repara num polícia de viseira levantada. Chama-se Sérgio, o RoboCop de olhos tristes.
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Adriana e Sérgio já contaram aos jornalistas o que se passou nos breves minutos antes de um abraço que suscitara, entretanto, as interpretações mais fantasiosas. Sabe-se agora que Adriana se dirigiu a Sérgio tentando perceber o motivo para aquele aparato policial. Ele respondeu-lhe que estava a trabalhar. Ela perguntou-lhe se não preferia estar do outro lado, com os manifestantes. Ele ficou em silêncio e, conta ela, "olhou em frente, com olhos tristes". Ela explica ao "Público": "Aproximei-me dele, abracei-o. Ele ficou estático. Depois afastou-se suavemente. Não me afastou, afastou-se".
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O jornal "i" ouviu a versão de Sérgio, o polícia " de olhos tristes": "Apesar de haver arruaceiros, tinhamos de permanecer calmos e, apesar de estar ali como agente do Corpo de Intervenção, também sinto na pele as decisões e medidas do governo". Sobre o abraço de Adriana: "Ela perguntou-me se não tinha vontade de me juntar à multidão e manifestar-me e a minha reacção foi olhar para ela com um ar de quem assume:'Sim, estou convosco no sentido da manifestação e sou parte do seu sentido'. E olhei em frente para a multidão. Momentos depois ela voltou e simplesmente abraçou-me. Fiquei estático e dois segundos depois disse-lhe 'Já chega'. E recuei ligeiramente".
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Na imagem, captada pela arte de olhar de José Manuel Ribeiro, ela pousa a mão no colete táctico dele, sobre o peito. Ele pousa a mão enluvada no braço dela. Como se a protegesse. Há uma leveza tensa. Parece um movimento suspenso de uma dança.
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Há um olhar abraçado, um silêncio comunicante.
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Não estão condenados a viver abraçados. Da revoada de palavras destes dias colho a legenda para o silêncio com que Sérgio responde a Adriana. Este é, sem equívocos, um silêncio patriótico.
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video SIC noticias

 
Uma fotografia tirada na manifestação de sábado em lisboa está a espalhar-se pelo mundo. A imagem mostra uma jovem a abraçar um policia do corpo de intervenção e está a ser apresentada como um símbolo do protesto. A jovem chama-se Adriana Xavier e explica que se tratou de um gesto de amor.
 

Manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!" - 15SET2012

TVi
Três detidos em Lisboa em frente ao Parlamento
 
Pelo menos três pessoas foram detidas, este sábado à noite, em frente à Assembleia da República, em Lisboa, onde milhares de pessoas se concentraram em protesto contra as medidas de austeridade do Governo.

Um repórter de imagem do jornal Correio da Manhã ficou ferido na cabeça pelos objetos lançados por alguns manifestantes, quando estava a fazer a cobertura dos protestos. O repórter foi assistido no local e levado para o hospital para observação, refere a edição online do Correio da Manhã.

Depois da ação da polícia, cerca das 23:00, os manifestantes que estavam na primeira fila do protesto, de cara tapada, atiraram pedras da calçada e vários objetos para as escadarias onde estava o cordão policial que protegia o Parlamento.

O mesmo tinha acontecido pelas 21:30, altura em que também foram atirados alguns petardos.

As autoridades nunca reagiram às provocações e o dispositivo policial foi reforçado à medida que os ânimos se exaltaram.

 
 
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Videos SIC noticias
Tensão aumenta frente à Assembleia da República, há registo de dois feridos
 




A manifestação "Que se lixe a troika! Queremos as nossas vidas!", um protesto pacífico que decorreu em vários pontos do país, terminou em Lisboa na Praça de Espanha. Depois disso, muitos manifestantes decidiram prosseguir o protesto, de forma espontânea, e seguiram para a Assembleia da República (AR). Pouco passava das 20h00, registou-se um primeiro desacato com uma manifestante a romper a barreira de segurança imposta pela polícia na escadaria da AR. Cerca de uma hora mais tarde, os repórteres da SIC Ana Moreira e Pedro Carpinteiro registavam sinais de descontrolo da situação, com manifestantes a lançaram petardos, pedras, garrafas e outros objetos em direção às forças de segurança.
 
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EXPRESSO
PSP faz balanço no Facebook do protesto de ontem por todo o país contra a troika e o Governo.
 
Quatro pessoas foram detidas por agressões a polícias destacados para garantirem a segurança durante as manifestações do 15 de setembro contra a troika e contra o Governo, revelou a PSP.
 
Num comunicado na página do Facebook da Polícia de Segurança Pública lê-se que dos "vários episódios que ocorreram nas últimas horas, de referir a detenção de quatro cidadãos nacionais por motivos ligados às agressões que promoveram contra os polícias de serviço, diverso equipamento policial danificado, um jornalista ferido [um repórter do "Correio da Manhã", revelou o próprio jornal] e inúmeras apreensões de material pirotécnico, pedras e outros objetos que serviram de arremesso contra os polícias".
 
Depois da desmobilização - voluntária e pacífica - dos manifestantes que se encontravam a ocupar as vias da Avenida dos Aliados no Porto e o espaço fronteiro à Assembleia da República, em Lisboa, a polícia "procedeu ao levantamento do policiamento".

Os manifestantes lançaram tinta contra os polícias
 
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SOL
O desabafo do povo e o problema de Passos
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O receio sobre o presente e o futuro desceram de mãos dadas a Avenida da República. À medida que a manifestação avançava na enorme avenida que tem por nome a palavra que denomina a forma de governo na qual o chefe de Estado é eleito pelos cidadãos, estes mesmos cidadãos gritaram palavras de ordem contra o primeiro-ministro, contra o Governo de uma forma geral, e contra o FMI. Aliás, à passagem pela delegação do Fundo Monetário Internacional em Lisboa, os ânimos alteravam-se. A porta do edifício 57 estava protegida por elementos do corpo de intervenção da PSP.
 
 Nada mais apetecível para os grupos organizados marginais infiltrados na manifestação. O perímetro de segurança, garantido por cerca de 20 elementos da polícia de choque, acabou por ser alargado enquanto eram arremessados tomates, petardos e garrafas de cerveja em direcção à porta. «A nossa luta é na Praça de Espanha», recordava um dos membros da organização a partir de um megafone. Não foi a tempo de evitar a detenção de um indivíduo por polícias à paisana.
(...)
 
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(internacional)
RT
Portugal marches against austerity
(...)
More than 150,000 people marched through the streets of Portugal to voice anger against a planned tax hike announced by the center-right government. Chanting, "Out of here! IMF is hunger and misery!", the mob called for the government to resign.
(...)

 
 
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 JN
PSP elogia participação ordeira na manifestação
 
PSP elogia participação ordeira na manifestação
 
Quatro pessoas foram detidas em Lisboa, três montras estilhaçadas no Porto. O balanço dos incidentes causados pela manifestação "Que se lixe a troika, queremos as nossas vidas" não impediu a polícia de agradecer aos manifestantes a forma ordeira como se comportaram.
Às 20.30 horas de sábado, a PSP publicou uma mensagem na rede social Facebook referindo que a corporação estava a acompanhar as manifestações em todo o país e não tinha, até àquela hora, "incidentes de maior". Garantia que "as milhares de pessoas que têm participado nas manifestações, em todos os distritos, têm-no feito de forma pacífica e ordeira".
Mesmo depois de terem ocorrido alguns confrontos em frente ao prédio que alberga a missão do Fundo Monetário Internacional, um dos três vértices da troika, e, às 21 horas, junto ao Parlamento, ter havido alguns desacatos, a PSP concluía, um comunicado divulgado às 3,30 horas no Facebook com o agradecimento aos cidadãos e aos polícias que "prestigiaram o país".
Apesar disso, a PSP deteve quatro pessoas por promoverem agressões contra os polícias e um fotojornalista. A primeira detenção ocorreu junto ao edifício do FMI, enquanto as restantes foram levadas a cabo no exterior da Assembleia da República.
A ação mais violenta de sábado ocorreu às 23 horas, quando uma placa de sinalização foi arrancada e as pedras da calçada arremessadas à PSP, que se limitou a proteger-se. A PSP abandonou aquele local às duas da manhã de domingo, quando estavam, segundo a polícia, "duas dezenas de pessoas que mantinham um comportamento pacífico".
No Porto, a PSP não quer associar a manifestação ao vandalismo ocorrido durante a madrugada, "até porque não houve testemunhas", explicou ao JN. Porém, os alvos escolhidos são óbvios: duas dependências bancárias (Montepio Geral, na Boavista, e Caixa Geral de Depósitos, na rua Rodrigues de Freitas) e a Companhia de seguros Zurich, no Largo da Paz. As três instituições ficaram com os vidros das montras partidos.
 
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Manifestações de sábado em todo o país motivam receios de violência

Os protesto marcados para sábado contra as medidas de austeridade decretadas pelo Governo e tacitamente aceites pela troika não se vão cingir às 25 cidades nacionais que ontem já estavam confirmadas. As manifestações, em frente a embaixadas e consulados nacionais, vão também chegar a Barcelona, Berlim, Paris, Londres, até ao outro lado do Atlântico, nomeadamente a Fortaleza, no Brasil.

As novas medidas anunciadas pelo primeiro-ministro são um dos principais pontos de protesto
 
A manutenção da segurança na via pública está entregue à PSP que, apesar de não divulgar o número total de efectivos que vai mobilizar, já assegurou que, sobretudo em Lisboa e no Porto, irão estar de prevenção grupos do Corpo de Intervenção.

Nos locais de passagem das manifestações (embora sem confirmação oficial diz-se que em Lisboa, por exemplo, o protesto foi desviado das principais avenidas devido ao receio de maiores prejuízos provocados por eventuais desacatos) irão ser feitos os habituais avisos para que sejam removidos bens e objectos que possam ser vandalizados.

Em declarações ao PÚBLICO, a realizadora Ana Nicolau, uma das 29 pessoas que deram origem ao movimento que convocou as manifestações, revelou que ontem, só em Lisboa, já havia 42 mil confirmações de presença. "Estes números nunca são fiáveis. São apenas estimativas, mas pensamos que poderá ser atingido o número mais significativo de pessoas em protesto", disse.
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Tiros na Praça Paiva Couceiro assustaram

Polícia de intervenção foi mobilizada para o local (foto de arquivo) (foto AP)

Momentos de pânico viveram-se esta noite na Praça Paiva Couceiro, em Lisboa, quando um indivíduo disparou vários tiros, não resultando quaisquer feridos do incidente.

Cerca das 22 horas pelo menos três tiros foram disparados naquela praça lisboeta, lançando o pânico nas ruas mais próximas.

Fonte do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa contou a A BOLA que foram mobilizados para o local elementos do corpo de intervenção. O alegado atirador deixou a arma para trás e fugiu numa carrinha.

Recuperadas foram uma arma e um carregador. No local é visível uma marca de uma bala perdida numa cabina telefónica.
Decorrem as investigações para apurar as circunstâncias dos disparos, numa zona muito próxima daquela onde há dias decorreu um tiroteio, na rua Mouzinho de Albuquerque.
 
 07-08-2012

PSP voltou em força ao Casal da Mira na Amadora

Pela segunda vez em três dias, o Casal da Mira, na Amadora, foi alvo de operação policial. A PSP deteve dezenas de pessoas e apreendeu uma arma, alegadamente usada num crime.
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VIDEO

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Noticia jn
A PSP voltou, este sábado, pela segunda vez esta semana ao Bairro do Casal da Mira, para mais uma operação policial de grande envergadura. Desta vez, encontraram uma arma, que segundo o comandante da PSP da Amadora, Luís Pebre, poderá estar envolvida num crime. Também terá sido apreendida droga.
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A PSP confirma ainda que foram levados para a esquadra 30 pessoas para verificação da identidade e possível envolvimento em ilícitos criminais. Na passada quarta-feira, a PSP, acompanhada pela Unidade Especial de Polícia apreendeu droga, armas e deteve sete homens.
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"Há muita gente para identificação, pelo menos 30, e estamos a avaliar quem terá de ser apresentado ao juiz", explicou Luís Pebre, acrescentando que tal decisão só será conhecida no domingo.
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A ação policial desta noite "é o corolário da operação de quarta-feira" e teve como "objetivo principal localizar indivíduos suspeitos da prática de vários crimes", referiu o subintendente. Na operação de quarta-feira, foi apreendida "documentação que indicia crimes diversos", recordou.
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A ação está relacionada com várias ocorrências naquele bairro em que as autoridades sofreram emboscadas. O JN sabe que, em algumas ocasiões, chegaram mesmo a ser feitas chamadas a pedir auxílio com o intuito de atingir a patrulha que se deslocaria ao local. Entre os objetos que já foram arremessados contra a PSP no Casal da Mira, estão um bidé, uma trotineta e um divã.
 Lusa

Polícia cerca bairro da Amadora e detém 15 pessoas

Dezena e meia de pessoas foram esta noite de quarta-feira encaminhadas para a esquadra no âmbito de uma operação policial que encerrou os acessos ao bairro de Casal da Mira, na Amadora, em cumprimento de mandados de busca.

Polícia cerca bairro da Amadora e detém 15 pessoas
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De acordo com o comandante da Divisão da PSP da Amadora, o subcomissário Luís Pebre, estiveram envolvidos nesta operação 200 agentes da unidade especial de polícia e da divisão da Amadora.
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O comandante adiantou aos jornalistas que foram apreendidas várias armas, droga e munições e que o objetivo desta operação era controlar um grupo de pessoas - que por hábito são hostis à presença da polícia no bairro - e que se dedicam a vários atos ilícitos, como o tráfico de droga.
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"Este é um bairro sensível, onde têm acontecido situações delicadas. Há um conjunto de indivíduos que apedreja os carros patrulha e os agentes da polícia, que prepara emboscadas, em que atiram pedras e garrafas com ácido", explicou Luís Pebre.
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O subcomissário disse que alguns destes suspeitos fazem falsas chamadas telefónicas para a polícia, denunciando situações de violência doméstica para chamar a PSP ao bairro, montando de seguida emboscadas.
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Segundo Luís Pebre, noutras ocasiões, já foram atiradas sanitas, divãs e trotinetes do alto dos prédios, provocando lesões a alguns agentes.
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Elementos da PSP, apoiados por forte aparato policial, fecharam ao final da tarde de hoje os acessos ao Bairro Casal da Mira, Amadora, para cumprimento de mandados de busca.
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Na operação estão envolvidos cerca de 200 agentes fortemente armados, que pelas 21:00, segundo testemunhou a agência Lusa, tinham já feito uma dezena de detidos, levados do local numa viatura policial. " mesma hora, todos os acessos ao bairro se encontravam vedados.
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Apesar do aparato, os ânimos estão calmos, com os moradores recolhidos nas suas casas. O Bairro Casal da Mira está situado junto ao Centro Comercial Dolce Vita Tejo e é conhecido pela hostilidade dos moradores relativamente à polícia.
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fonte JN
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foto sic noticias

PM visita Unidade Especial de Polícia

Passos avisa a PSP que Governo quer um modelo de "polícia dual"

O primeiro-ministro deixou esta segunda-feira vários avisos à PSP: é preciso rentabilizar e melhor aproveitar os dinheiros públicos, e o Governo quer o sistema policial a funcionar num “modelo dual puro”.    

  No final da visita que realizou à Unidade Especial de Polícia, em Belas, no concelho de Sintra, Pedro Passos Coelho afirmou que o Governo preconiza “uma clarificação do sistema policial português, através da evolução, programada e gradual” do modelo actual “para um modelo dual puro”.

O cenário hoje é o de um “sistema por vezes dispendioso, mal dimensionado e menos racional” do que deveria, disse, precisamente por culpa da existência de uma “multiplicidade de intervenientes, conjugada com uma manifesta confusão conceptual do modelo existente”, que tem levado a “concorrências e a conflitos indesejáveis”.

“O princípio da complementaridade permite explorar as sinergias das componentes, com a consequente redução de custos” a par da “eliminação da conflitualidade” e de uma “clara distinção na distribuição de competências e alicerçada em princípios doutrinários e em exemplos testados noutros países”, acrescentou Passos Coelho sobre omodelo futuro para que as forças policiais portugueses devem evoluir.

No seu discurso perante o director nacional da PSP e dos directores adjuntos, o primeiro-ministro não se cansou de lembrar a necessidade de “fazer mais e melhor com uma utilização mais adequada dos recursos”, de melhorar a coordenação, e de fazer reduções de custos.

Passos Coelho recordou que a recente proposta de reorganização daquela força policial “determinará uma significativa redução da despesa”. Está prevista a eliminação de cargos e uma redução de categorias e postos de chefia, de acordo com os objectivos definidos no Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC). Quando tomou posse, o Governo “deparou com um Ministério da Administração Interna com graves insuficiências financeiras e orçamentais e atrasos na aplicação de legislação aprovada”, queixou-se o primeiro-ministro.

O chefe do Governo realçou que a taxa de cobertura policial é em Portugal de 488 polícias por 100.000 habitantes, “bastante acima” da média europeia, que se situa nos 352. O valor português, realçou Passos, “só é ultrapassado, na Europa, pelo Chipre e pela Itália”.
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fotos TVI






30.07.2012
                   

ABERTO CONCURSO DE ADMISSÃO AO 37.º CURSO DE ORDEM PÚBLICA

Algarve: Trezentos efetivos das forças especiais da PSP vão reforçar segurança no verão

Faro, 28 jun (Lusa) -- Cerca de 300 efetivos das Unidades Especiais da Polícia (UEP) vão reforçar a partir de julho a segurança no Algarve, o que representa uma duplicação do reforço de meios relativamente ao ano passado, disse à Lusa fonte da PSP.


No caso da GNR, os postos territoriais e grupos especiais têm vindo a ser reforçados desde o início do ano, pelo que não deverá ser feito qualquer reforço adicional a pretexto do verão, disse à Lusa fonte daquela força de segurança. Apesar disso, uma parte significativa de um grupo de 556 guardas provisórios recentemente formados na Escola da GNR deverá estagiar no Algarve durante o verão, o que constituirá um reforço das forças estacionadas, adiantou a mesma fonte.

No caso da PSP, os 300 efetivos adicionais distribuem-se por 20 equipas, que de 14 de julho a 30 de setembro ficarão instaladas em Lagos e Portimão e têm por missão o reforço do patrulhamento àquelas cidades e a manutenção da segurança e ordem públicas, com especial incidência no período noturno.

Em resposta enviada à Lusa, a Direção Nacional da PSP informa que durante toda a presente época estival ficarão também afetas ao policiamento e segurança de turistas e veraneantes todas as cinco equipas de ordem pública do Corpo de Intervenção estacionadas em Faro, num total de 90 polícias, igualmente integrados nas UEP.

Além do reforço das forças especiais, o Comando Distrital da PSP de Faro, vai também aumentar as equipas de ciclo-patrulhas, para as áreas de Vila Real de Santo António, Tavira, Olhão, Portimão, Lagos e Aeroporto Internacional de Faro.

Na cidade de Faro aquelas equipas já funcionam durante todo o ano.
A Polícia de Segurança Pública conta integrar nessas equipas elementos habitualmente afetos ao Programa Integrado de Policiamento de Proximidade e a serviços de apoio.
Essas equipas de patrulhamento em bicicleta privilegiarão as zonas comerciais, acessos às zonas balneares e centros históricos/turísticos.

Em períodos considerados mais críticos, o patrulhamento e fiscalização no aeroporto de Faro é reforçado com equipas do destacamento da UEP/Grupo Operacional Cinotécnico (homem/cão) e UEP/Equipas de Inativação de Engenhos Explosivos e Segurança e Subsolo.

A Divisão de Segurança Aeroportuária é ainda reforçada com equipas da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial de Faro, vocacionadas particularmente para o combate aos carteiristas e crimes de oportunidade.

Como justificação para o não reforço propositado para o verão, fonte do Comando Geral da GNR disse à Lusa que se verificaram sucessivos reforços desde o início do ano, devido ao clima de algum alarme social em função do aumento da perceção de casos de violência na região.

A mesma fonte sublinhou que esse aumento da perceção de casos violentos não teve qualquer correspondência com a realidade estatística e se deveu em exclusivo à visibilidade dos crimes, tal como foram veiculados pela comunicação social.

No entanto, a fonte observou que o período estival trás consigo uma mudança na estratégia de segurança da GNR, com um reforço de meios junto das zonas balneares e do litoral.
Assim, a GNR desloca mais meios para as zonas de Albufeira, Vilamoura e Quarteira, onde passam a ser mais visíveis os militares das forças de intervenção e ordem pública, as patrulhas cinotécnicas (homem/cão) e as equipas de patrulhamento em bicicleta.

Por outro lado, a mesma fonte assegurou que a estratégia da força militarizada passa pelo aumento das condições de segurança durante os eventos de verão, tais como os vários festivais previstos e a concentração motard de Faro.

JMP.Lusa

Reforço de segurança chega já sexta-feira

Está prevista para sexta- -feira a chegada ao Algarve do reforço policial para o Verão. PSP e GNR vão receber meios para assegurar um policiamento de proximidade aos turistas que visitam a região.

Apesar de ainda não haver dados oficiais, o CM sabe que já a partir de 15 de Junho é esperado no Algarve um pelotão da Unidade de Intervenção da GNR. Constituído por 30 homens, o pelotão ficará às ordens do Comando de Faro.

Já na PSP, e apesar de não haver, igualmente, dados oficiais, o dispositivo na região deverá receber duas equipas do Corpo de Intervenção, num total de 26 homens. Este reforço, na PSP, terá o dobro do número de polícias recebidos pelo Comando de Faro no Verão de 2011.

"Vamos ter redobrado cuidado e redobrado empenhamento, quer da PSP, quer da GNR, em relação ao ano passado", referiu o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, em declarações, ontem, no Algarve. A região poderá contar, no Verão, com "mais visibilidade, mais presença e mais proximidade" da GNR e PSP, garantiu Miguel Macedo, que falava à margem da reunião do Comité Interministerial da EUROGENDFOR, em Estói, perto de Faro.

Destacando o "trabalho antecipado" feito pelas forças de segurança, que auscultaram forças vivas e entidades regionais, o ministro defendeu que o reforço permitirá atenuar "o sentimento subjectivo de insegurança" que existe no Algarve. E adiantou que os dados provisórios apontam para uma redução da criminalidade na região entre os últimos três meses do ano passado e o primeiro trimestre de 2012. Macedo atribuiu o sentimento de insegurança à visibilidade dos crimes de maior violência.

fonte CM

PSP atenta aos perigos do Bairro Alto

O Bairro Alto pode ser frequentado por cerca de 40 mil pessoas nas noites de fim de semana. É muita gente que a polícia tem que vigiar, até porque são muito frequentes os roubos e as agressões, de que foi vítima, por exemplo, esta semana, o cineasta José Fonseca e Costa.

É um espaço singular, que atrai milhares de pessoas todos os dias, portugueses e estrangeiros, mas com problemas por resolver também eles únicos para quem frequenta, trabalha ou ali vive.

A responsabilidade dos elementos do corpo de intervenção da PSP é reforçar e apoiar as equipas da esquadra ali localizada, mas a presença da polícia sente-se de outras formas nestas ruas estreitas e a certa altura densamente frequentadas do bairro.


Mesmo assim, apesar dos casos de assaltos denunciados, moradores e comerciantes até falam num decréscimo de ocorrências e num aumento de policiamento.

Além do barulho em excesso que preocupa os habitantes, da violência provocada pelo consumo excessivo de álcool e dos assaltos de madrugada, as autoridades estão atentas ao fenómeno da presença de adolescentes no bairro.

Comportamentos de risco que estão ligados à fase mais perigosa do Bairro Alto: a madrugada, quando os bares fecham. É nessa altura que os assaltantes entram em acção, atacando, normalmente, pessoas sozinhas ou alcoolizadas que ofereçam pouca resistência.
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fonte iol

Barricado de Valbom entregou-se sem resistência ao fim de quatro horas


fotos "Bola.pt"
O homem que esta tarde se barricou em Valbom, depois de esfaquear a mãe e a irmã, entregou-se à polícia sem oferecer resistência após algumas horas de negociações, explicou a PSP no local.
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«Houve negociações, a equipa de negociadores conseguiu convencê-lo a abrir a porta. A dado momento abriu a porta, não ofereceu qualquer resistência e não houve necessidade do uso da força perante o homem», contou o comissário Teixeira Pinto, momentos depois de o homem se ter entregado.
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O agente explicou que se tratou de «uma situação familiar de um rapaz, que terá problemas de saúde, que agrediu com uma faca a mãe e uma irmã e depois barricou-se em casa».
«Tivemos que depois fazer os normais procedimentos para se resolver a situação», acrescentou.
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Durante as negociações, a polícia permitiu a entrada do irmão do barricado, que «colaborou na negociação para facilitar a situação».
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O alerta das agressões foi dado entre as 13h e as 14h, confirmaram o INEM e vizinhos do barricado, que contaram ter ouvido gritos vindos do andar onde mora.
Depois de agredir a mãe e a irmã, que foram transportadas para o Hospital de Santo António, no Porto, o homem barricou-se na sua residência, que se situa na Travessa Engenheiro Duarte Pacheco, entregando-se pelas 18h.
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O incidente acabou por provocar ferimentos numa terceira pessoa, uma jovem de 19 anos, que caiu nas escadas ao tentar socorrer as outras duas mulheres.
No local estiveram o INEM, bombeiros de Valbom, vários efectivos da PSP, agentes da PJ e elementos do corpo de intervenção.
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Fontes no local contaram à Lusa que o homem tem entre 34 a 38 anos, é taxista mas recentemente perdeu a licença de condução depois de ter sido apanhado a conduzir sob o efeito de álcool.
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Durante a tarde estiveram junto ao perímetro de segurança vários vizinhos que conheciam o homem e que se mostraram surpreendidos pela situação, descrevendo-o como sendo uma pessoa «calma e muito educada» que tinha «uma boa relação com a mãe» com quem morava.
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Lusa / SOL

PSP desencadeia operação para dissuadir autores de incêndios a carros

A PSP desencadeou, esta quinta-feira, uma operação de combate à criminalidade com 62 agentes - 10 deles vestidos à civil - para dissuadir o(s) autore(s) que incendiaram 11 carros no espaço de uma semana no concelho de Gaia, Porto.
PSP desencadeia operação para dissuadir autores de incêndios a carros
Dois carros foram incêndiados em Canidelo, Vila Nova de Gaia, na noite de 24 para 25 de maio
"O 'modus operandis' para o ataque de vandalismo passa por incendiar as viaturas num dos pneus dianteiros, por intermédio de um líquido de combustível e acionamento por fósforo ou isqueiro", explicou à Agência Lusa António Jesus, comandante da Divisão da PSP de Vila Nova de Gaia.
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Os ataques ocorrem em sítios diferentes, registam-se dois ou três casos por noite quase à mesma hora e é sempre entre as 23:00 e as 03:00 da madrugada, acrescentou António Jesus, referindo que a zona mais afetada é Canidelos, mas também Gaia.
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No total foram destacados 62 agentes para efetuar a operação de prevenção da criminalidade, sendo que há 10 elementos da investigação descaracterizados para detetar movimentos em algumas zonas, enquanto que os restantes agentes da PSP estão uniformizados.
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Duas equipas de investigação criminal, elementos do corpo de intervenção, quatro equipas de intervenção rápida com minis operações STOP, uma equipa de trânsito são algumas das forças policiais da PSP destacadas para esta operação preventiva e de dissuasão.
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O objetivo da operação é "causar desconforto ao adversário" e "aumentar o sentimento de segurança à população", concluiu António Jesus, adiantando que os trabalhos policiais culminam na manhã do dia 31 de maio.

fonte JN

Incidentes no Dragão Caixa depois do final do encontro

FC Porto-Benfica em basquete termina em confusão [Lusa]

O Benfica teve de receber o troféu de campeão nacional de basquetebol no balneário dos visitantes do Pavilhão Dragão Caixa, no Porto. O arremesso de objetos, incluindo cadeiras, no Pavilhão Dragão Caixa impediu esta quarta-feira a consagração dos encarnados, logo depois da vitória sobre o FC Porto no quinto jogo da final (53-56).

Os encarnados deixaram o campo sob proteção policial, perante uma chuva de objetos lançados por adeptos portistas, que motivou à intervenção dos agentes da PSP para conter os mais exaltados. Tudo terá começado com uma discussão entre o treinador do Benfica, Carlos Lisboa, e jogadores do FC Porto, que provocou uma reação do jogador portista Nuno Marçal.

Os adeptos reagirem em poucos segundos, com o arremesso de vários objetos para o campo. Elementos do corpo de intervenção da PSP foram chamados para dispersar os elementos da claque, e chegaram a recorrer às bastonadas. Em resposta, os adeptos atiraram pedras para dentro do pavilhão. Após os incidentes, o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, reuniu-se com o corpo policial presente.
fonte e noticia completa aqui "maisfutebol.iol"

Convívio "Missão-Lisboa/Fátima"

"Um "passeio" de bicicleta de 160 Km confirma o elevado espírito de camaradagem e de sacrifício existente entre os elementos desta Sub-Unidade. Assim, um grupo de Camaradas juntou-se com uma finalidade... fazer Lisboa/Fátima de bicicleta. Uns com mais experiência outros com menos, a vontade, a garra e o querer atingir um objetivo falaram mais alto... e como sempre , cumpriu-se a Missão.
Não só no desempenho da atividade profissional, mas também fora dela, a Camaradagem , o espírito de Corpo e a inter-ajuda nos é peculiar e nos distingue...sendo, também, reforçados e solidificados nestes convívios... À FORTIORI . "
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Enviado por "1G"

PSP assegura condições de segurança no Jamor


O Comando Metropolitano da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Lisboa apresentou hoje o seu dispositivo de segurança para a final da Taça de Portugal, agendada para este domingo, às 17h00.

A PSP deixou o alerta aos adeptos de Sporting e Académica para chegarem cedo ao Jamor e para estes utilizarem sobretudo os transportes públicos, sendo que as viaturas particulares serão separadas em dois parques distintos: os adeptos leoninos estacionam no parque 3, enquanto os apoiantes dos estudantes vão ficar no parque 1.

«A PSP pretende que este jogo seja uma festa e apela ao espírito desportivo dos adeptos», afirmou o subcomandante Rafael Marques, em conferência de imprensa realizada no complexo de piscinas do Jamor, manifestando a sua expetativa por «uma casa cheia».

Sublinhando que, por lei, este é considerado «um jogo de risco elevado», a PSP informou ainda que existirão condicionalismos de trânsito na envolvência do Estádio Nacional e que a Guarda Nacional Republicana também estará integrada na operação. «Foram disponibilizados meios aéreos para controlar o fluxo de trânsito e a movimentação de adeptos. Caso estiver a chover não entrarão guarda-chuvas no recinto desportivo», acrescentou.

Sem especificar o número de efetivos de segurança nesta operação da final da Taça de Portugal, a PSP destaca que estarão presentes elementos apeados, auto, ciclo patrulhas, Equipa de Intervenção Rápida, Investigação Criminal, trânsito, "spotters", equipas de inativação de engenhos explosivos e segurança de subsolo, Grupo Operacional Cinotécnico e Corpo de Intervenção.

A final da Taça de Portugal, entre Sporting e Académica, está marcada para este domingo, às 15h00, no Estádio Nacional.


Corpo de Intervenção apreende uma Browning 8mm


O Corpo de Intervenção aprendeu uma pistola Browning, calibre 8mm, na zona de Bela Vista. A pistola considerada arma de guerra foi encontrada na posse de um jovem residente em Ribeira de Craquinha. Segundo o que apuramos o sujeito esteve a ameaçar pessoas na sua zona de residência. Porém o CI conseguiu intercepta-lo e aprender o Browning após receber uma solicitação.
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O NN apurou que o Corpo de Intervenção realizou uma operação policial na zona de Bela Vista para apreender uma pistola Browning, de calibre 8mm. A arma estava na posse de um indivíduo morador na Ribeira de Craquinha. Mas a apreensão da pistola aconteceu na zona de Bela Vista, local onde decorria uma actividade de cariz cultural.
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O Corpo de Intervenção recebeu uma solicitação que havia um sujeito de Ribeira de Craquinha que andava a ameaçar cidadãos com uma arma. O CI deslocou-se a aquela localidade para inteira-se da situação, mas foram informados que o suspeito havia se deslocado para a zona de Bela Vista. Os agentes do Corpo de Intervenção identificaram o jovem, mas este pôs- se em fuga e foi detido no interior de um bar na posse dessa arma.
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A Browning, calibre 8mm foi apreendida e indivíduo foi entregue às autoridades judiciais para realização dos procedimentos legais. Segundo o que apuramos o jovem foi constituído arguido e será julgado nos próximos dias. O indivíduo é acusado do crime de detenção de arma de fogo tipificado no artigo 295º do Código Penal. Neste caso poderá incorrer a uma pena de multa até 150 dias ou pena de prisão até 2 anos.
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fonte "Noticias do Norte"

4º Aniversário da Unidade Especial de Polícia

A Unidade Especial de Polícia (UEP) realizou 11 ações por dia em 2011, num total de 4.286 missões operacionais, disse hoje o comandante daquela unidade de elite da PSP, superintendente Luís Farinha.

Na cerimónia que assinalou o 4.º aniversário da UEP, Luís Farinha fez um balanço da atividade desenvolvida no ano passado para justificar que a UEP "não é uma mera unidade de reserva", destacando as ações de prevenção de segurança pública, nomeadamente no reforço da visibilidade policial e prevenção criminal, na segurança de grande eventos, no policiamento de zonas urbanas sensíveis e no apoio à investigação criminal.

Das 4.286 missões operacionais realizadas em 2011, o comandante da UEP referiu que mais de 700 relacionaram-se com ações de patrulhamento e cerca de 2.000 na área da prevenção criminal.

O Corpo de Intervenção, o Grupo de Operações Especiais (GOE), o Corpo de Segurança Pessoal, o Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo e o Grupo Operacional Cinotécnico são as cinco subunidades que compõem a UEP.

Estas subunidades estão instaladas num único local, em Belas, Queluz, à exceção do Corpo de Intervenção que continua no quartel da Calçada da Ajuda, em Lisboa, uma situação que, segundo o comandante da UEP, "urge encontrar uma solução" devido às "insuficiências das atuais".

A este propósito o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, afirmou que é intenção proceder à integração física e operacional das subunidades da PSP no mesmo local de comando e proceder à melhoria gradual de certas instalações e equipamentos.

Na cerimónia, Miguel Macedo disse que a UEP "não é a reserva bruta da Polícia", mas sim "um elemento central de dissuasão em situações de maior perigosidade social, complementando a intervenção regular da PSP de forma especializada, adequada e proporcional ao nível de ameaça".

Miguel Macedo sublinhou que a "força é usada apenas quando não é possível garantir de outra forma o cumprimento das obrigações legalmente impostas aos elementos policiais, nomeadamente para garantir a manutenção da ordem, da segurança e da tranquilidade públicas".

Porém, adiantou que funcionam os mecanismos normais de averiguações e de punição para "situações suscetíveis de indiciar abusos ou irregularidades na intervenção policial".

O ministro disse ainda que é intenção do Governo realizar, a curto prazo e pela primeira vez, um exercício conjunto entre a UEP e a Unidade de Intervenção da GNR, tendo por base um cenário de incidente de ordem pública, e que terá como objetivos consolidar conceitos, técnicas e procedimentos das forças de segurança em cenários de resposta operacional.


fonte "Lusa"

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MAI diz que plano de restruturação da PSP não deverá incluir mudanças na estrutura orgânica
 
O ministro da Administração interna diz que está para breve a divulgação do plano de reestruturação da PSP. Uma reorganização que, ao contrário da GNR, não deverá incluir mudanças na estrutura orgânica
VER VIDEO RTP AQUI

Perigo na Linha de Sintra

As portas do comboio abrem à 01h33 na estação do Cacém. As saídas assemelham-se a um labirinto e os passageiros seguem apressados. As paredes metem medo. Multiplicam-se os avisos e ameaças: "Cuidado, estamos na área".

(...)
"CRIME DE OPORTUNIDADE

Na Linha de Sintra toda a gente tem uma história para contar. Já foram vítimas de um assalto ou assistiram a ele. Os avisos para a presença de câmaras de videovigilância de nada servem. Os comboios seguem despidos de gente, o que facilita a acção criminosa. Os roubos dão-se na estação ou dentro das carruagens.

A PSP diz que tem os grupos identificados. "São grupos de quatro ou cinco rapazes que se associam. Mas acreditamos que não têm os assaltos marcados, ou seja, vêem uma pessoa com um objecto de valor e atacam. É o que chamamos o crime de oportunidade", admite o comissário Ribeiro, comandante da Divisão Policial de Segurança a Transportes. "É óbvio que sabemos que as pessoas ficam aflitas, é normal, mas temos lutado contra isso. Temos os indivíduos identificados. Quando os apanhamos verifica--se que já têm vários crimes cometidos. Em duas semanas, por exemplo, os assaltantes podem fazer quinze roubos".

Segundo dados da PSP, no ano passado 215 pessoas fizeram queixa de roubo por esticão. Outras 43 foram agredidas com violência. Mas os números ficam muito aquém da realidade.
Os revisores, por seu turno, dizem que são os "bombos da festa". Luís Bravo, presidente do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante, entende que eram necessários mais polícias nos comboios, sobretudo no início do Verão. "Os polícias que estão nos comboios não chegam. Muitas vezes são os revisores que protegem os passageiros dos assaltantes e depois tornam-se vítimas", lamenta.

(...)

- Como lidar com os grupos que emergem todos os anos em bairros próximos da Linha de Sintra?
- Basta um pequeno número de desordeiros para criar o caos. Nos casos mais graves é necessário recorrer ao Corpo de Intervenção da Polícia. As informações sobre os grupos delinquentes são decisivas para a prevenção e segurança.
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Multidão agride PSP em bairro

Amadora: Corpo de intervenção foi chamado à Cova da Moura

A festa ia já longa, anteontem de madrugada, no bairro Cova da Moura, na Amadora. No café Barrote estavam mais de cem pessoas que não arredavam pé. Faziam barulho e preparavam-se para desacatos. O alerta caiu na PSP cerca das 05h30.


Quando os carros-patrulha e as equipas de Intervenção Rápida chegaram ao local foram atacados pelas dezenas de pessoas com pedras e garrafas. O ataque obrigou os agentes a pedir reforços. Uma equipa do Corpo de Intervenção, que estava numa operação de trânsito, teve de pôr cobro aos confrontos.

Cinco pessoas acabaram detidas e levadas para a esquadra. Foram ontem presentes ao Tribunal da Amadora, mas foram postas em liberdade, apesar de serem já referenciadas pelas autoridades por crimes como furto, tráfico de droga e agressões a agentes de autoridade. Os polícias sofreram escoriações e ferimentos. Um deles teve de ser levado ao hospital. Segundo o CM apurou junto de fonte policial, já não é a primeira vez que tal acontece no bairro e sobretudo no café Barrote, que se mantém aberto até de madrugada por causa de festas africanas. Os vizinhos pedem ajuda à PSP para acabar com o barulho.

Ontem, durante a manhã e a tarde, os ânimos mantinham-se calmos, depois de a PSP ter enviado para o bairro uma equipa de Intervenção Rápida para evitar desacatos.

fonte CM

PSP de Beja faz “balanço positivo” da 29ªedição da Ovibeja


O Comando Distrital de Beja da PSP faz um “balanço positivo” em matéria de segurança durante toda a Ovibeja. A polícia de Beja contou com cerca de sessenta elementos a trabalhar em cada turno, com turnos com duração de seis horas cada, no recinto da feira e na cidade. A PSP contou ainda com o apoio do Corpo de Intervenção de Faro que reforçou durante a noite e madrugada os restantes membros da corporação de Beja. A subcomissária Maria do Céu, oficial de Relações Públicas do Comando de Polícia de Beja, garantiu à Rádio Pax que “o balanço é positivo” e que em “termos criminais não foi nada de relevante registado” pelas autoridades.
fonte "radiopax"

Recordar a passagem pelo CI

No passado dia 27 março e pelo segundo ano consecutivo, um grupo de Camaradas que um dia já Honraram (e continuam a Honrar) a nossa divisa "Por maioria de Razão", juntaram-se para também, comemorar o Aniversário do CI , tendo escolhido desta vez a Cidade de Lamego , a maioria desses Camaradas pertence ao Comando de Viseu. Esperam que, no próximo ano sejam ainda mais e que possam recordar e partilhar histórias e momentos que nunca esquecerão... Ainda hoje , teêm o espirito de Corpo e de Camaradagem que um dia reforçaram com a sua passagem pelo nº23 da Calçada da Ajuda. no final do convivio, cantaram o Hino do CI com Orgulho e...de Boina na cabeça.
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Também chegou informação que na mesma data , em Castelo Branco, outro grupo de Camaradas celebraram desta mesma maneira o Aniversário do CI aproveitando para se reencontrarem. Viram Imagens e videos que os fizeram recordar os momentos vividos pela sua passagem pelo CI e houve a leitura do Código de Honra do CI. No final foi nomeada uma "comissão organizadora" para realizar o convivio do próximo ano e por fim, foi cantado o Hino do CI.
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À FORTIORI
Fotos do convivio em Lamego


 Um agradecimento pela cedência da informação e das fotos