Este, é um espaço não oficial.


ESTE É UM ESPAÇO NÃO OFICIAL.
Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

De criminoso a vítima

 A questão da segurança pública e do trabalho das polícias tem sido desde há algum tempo um tema em debate permanente. Se a polícia resolve com sucesso uma determinada ocorrência, existe de imediato uma tendência para encontrar defeitos à forma como se conseguiu o resultado.

Se a polícia para resolver uma determinada situação é obrigada a usar a força física dentro do estritamente necessário, vêm logo uma série de entidades criticar a actuação da polícia e exigir explicações, desvalorizando o crime e desresponsabilizando o criminoso. Há uma série de figuras públicas que têm por tradição tomar posição contra a actuação da polícia, seja esta correcta ou não, vitimizando sempre os criminosos. Esta concepção leva-nos a acreditar que em Portugal existe o cidadão comum, o cidadão polícia e o cidadão que passa de criminoso a vítima.

Um conceito que deverá ser repensado, até porque é nesta dificuldade de equilíbrio que se encontram os condicionalismos à actuação da polícia. É importante não esquecer que a Polícia está ao serviço do cidadão, combatendo a criminalidade e os seus autores. Como é evidente, não pretendo defender a violência, até porque em qualquer situação a vida humana deve sempre ser tratada com dignidade, independentemente da situação, inclusive a vida do polícia.


Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia


Tribunal de Instrução coloca arguido em prisão preventiva

Porto, 24 fev (Lusa) -- O Tribunal de Instrução Criminal do Porto (TIC) decretou hoje a prisão preventiva para o homem que na quarta-feira sequestrou uma mulher numa zona de multibanco de uma dependência bancária da cidade.

Dayana Azevedo, a advogada do arguido, disse à saída do tribunal que o seu cliente "está indiciado pelos crimes de sequestro e ofensa à integridade física".
(...)
A vítima, de 43 anos, enfermeira num centro de saúde do Porto, foi atacada numa zona de multibanco na rua Damião de Góis, às 21:45 de quarta-feira, e libertada cerca de uma hora depois, após a intervenção policial.

"No local -- explica um comunicado emitido hoje pela PSP - os agentes policiais verificaram que o suspeito através de ameaça com arma branca, retinha contra a vontade uma cidadã, no interior do espaço bancário".

Configurando-se "uma situação potencial de incidente tático policial", foram acionados meios policiais, nomeadamente elementos da Unidade Especial de Polícia, incluindo o Corpo de Intervenção e da Divisão de Investigação Criminal e meios de assistência médica, refere a polícia.

Acrescenta que "no decurso de um processo negocial efetuado pelos elementos policiais, foi possível manietar o suspeito, resgatando a vítima, que foi de imediato assistida pelos serviços de emergência médica que haviam sido acionados para o local e que a transportaram para uma unidade hospitalar", acrescenta.

Fonte do Hospital de Santo António, para onde a mulher foi conduzida, disse, entretanto, que a vítima sofreu "uma perfuração na zona do abdómen" e "escoriações", encontrando-se "estável e consciente".
(...)
JGJ (JAP/PM/SSS/JF/ND).
Lusa

Confrontos em Alvalade

Sobre alguns emails que chegaram a este BLOG sobre as imagens dos confrontos entre adeptos e Policia, no jogo SCP x SLB...publicamos este.

 "Os elementos Policiais que se vê a recuar para o tunel são elementos das EIRs , sendo as posições dos mesmos ocupadas segundos depois por elementos do CI .
 (...)
O CI tem equipamento de protecção adequado à situação, sendo essa a razão das EIRs recuarem para serem substituidas pelo CI, este é um procedimento normal.(...)"


Enviado por JF

Detenções no Sporting-Benfica


O clássico Sporting-Benfica é um jogo de alta tensão dentro e fora do estádio. A polícia já interveio para afastar grupos de adeptos rivais. Foram detidas três pessoas e apreendido diverso material pirotécnico.

RTP 2011-02-21 20:36:37
--------------------------------------------------------------------

Confrontos entre a polícia e a claque do Sporting

21.02.2011 - 22:00 Lusa

Confrontos entre a polícia e a claque do Sporting marcaram a primeira parte do “derby” frente ao Benfica, no Estádio José Alvalade.

Perto da meia-hora de jogo, na bancada sul, que alberga a Juventude Leonina, a PSP viu-se forçada a reforçar o efectivo e praticamente esvaziou a zona central do topo.

Em resposta à carga policial, os adeptos, remetidos a uma das pontas da bancada, arremessaram cadeiras, petardos e até bandeiras na direcção aos agentes, forçando a nova intervenção da PSP, que deixou completamente vazios estes lugares.

Poucos minutos depois, os ânimos dos adeptos voltaram a exaltar-se e forçaram os agentes a retirar-se desta zona, que só retomou a normalidade perto do intervalo, com novo reforço policial.

Já no início do encontro, nesta mesma bancada, o guarda-redes espanhol do Benfica Roberto tinha sido visado por uma tocha e, logo depois, por uma bola de golfe





"Publico"

NÓS, ORGÃOS POLÍCIA CRIMINAL, QUEREMOS SABER COMO AGIR.

Queremos que nos digam o que esperam que façamos..
Queremos que nos digam como querem que seja executada a nossa acção.
Até agora corremos por nossa conta e risco.

Sacrificamos a vida pessoal e familiar, sacrificamos o nosso orçamento familiar para adquirir meios que não nos facultam e agimos de acordo com a nossa avaliação dos factos com o único objectivo de manter a Ordem Pública, a Autoridade do Estado.

Quando as coisas correm mal descobrimos que não era exactamente o que a sociedade pretendia e somos punidos. E se não agimos somos acusados de complacência.

Em principio, o POLICA está investido de Autoridade do Estado, mas em quê que se traduz essa autoridade? Como pode fazer valê-la? Como se pode mantê-la inviolável?

Fisicamente, qualquer POLICIA pode ser vencido por qualquer cidadão. Ainda não há "Super-Homens", mas os POLICIAS também não podem usar a violência física, apenas podem defender-se da violência contra si.

Alguém acredita que basta uma ordem verbal para fazer sanar um crime, por menor que ele seja?
Sendo desrespeitada a ordem verbal, qual o patamar seguinte?
Ignorar o crime ou manter a Autoridade Pública? A que custo?

Reportemo-nos ao caso do militar da GNR condenado a 14 anos de prisão por ter disparado contra um jovem de 17 anos que lhe havia roubado um fio de ouro, causando-lhe a morte. Face à evolução da sociedade, face à queda de valores e da ordem social, este caso merece a nossa reflexão, merece por isso uma análise profunda. Aqui apenas serão lançados os dados..

O POLICIA em causa foi punido, assim o ditou a
justiça. Então ficamos a saber que aquela actuação foi severamente condenada, foi considerada totalmente inaceitável.
No entanto alguém deveria dizer como ele deveria ter agido para amanhã os outros POLICIAS saberem como actuar, e o cenário que se põe é o seguinte:

O POLICIA, identifica-se e oferece resistência. Se os assaltantes prosseguirem com o roubo, o POLICIA, fisicamente em desvantagem, permite que lhe levem o fio. Posteriormente, pede apoio policial para tentar identificá-los, com ou sem sucesso dada a enorme multidão e enorme área urbana. Não se livra da vergonha pessoal, social e profissional de sendo POLICIA, ter-se deixado roubar.
No dia seguinte esse mesmo POLICIA, já fardado exerce a sua actividade na zona e passa a ser vítima de chacota social. Como pode proteger um cidadão se ele próprio tinha sido assaltado?

Mesmo que fosse possível identificar os indivíduos, o POLICIA não os levaria a justiça, por uma série de razões; A Justiça é excessivamente cara , perante o seu rendimento, e não teria apoio institucional; A Justiça é lenta e seria ineficaz pois a sua Autoridade como policia já estava ferida. Restar-lhe-ia conformar-se e eventualmente mudar de zona.

Como se sentiriam os assaltantes se o POLICIA tivesse sido assaltado sem consequências? Confiantes para tentar um patamar mais acima? Qual? Qualquer um!

Agora, digam-nos como reagiremos se, estando sozinhos, virmos um cidadão a ser roubado ou agredido por alguém fisicamente superior a nós? Deixamo-lo agir e chamamos reforços para tentar identificá-lo a posteriori? É que só dizer que se está investido da Autoridade do Estado não chega para fazer cessar a agressão. O que poderá o agressor temer quando vê um POLICIA? Nada!

Mas a estas questões há duas versões: Se quem responde for a vitima, todos os meios são aceitáveis, caso seja pai, familiar do criminoso, todos os meios são escessivos. No meio destas análises está o POLICIA que tem de tomar uma decisão sozinho!

Mas o que acontece ao POLICIA se "não viu" o cidadão a ser vitima de um crime? Nada. O que acontece se reagir e essa reacção foi desproporcionada? Severamente condenado!
Então em que ficamos? Que querem de nós que ainda não somos Super-Homens?

Quem rouba um fio a um POLICIA também pode roubar a arma. Não?! Então, se amanhã um grupo de delinquentes abordar um POLICIA e lhe exigir a arma, como deve reagir?
Fisicamente inferiorizado, usa a arma para manter na sua posse (na posse do Estado) ou entrega-a para não por em risco a vida dos delinquentes? Como agirá?

Se o POLICIA usar e atingir alguém, tem destino certo na cadeia, se a entregar ainda que resista sem pôr a sua vida em perigo, pode ser expulso pela Instituição. Mas a arma roubada pode ser usada contra cidadãos comuns, qualquer um! De quem será a responsabilidade?

Vejamos ainda o seguinte:

Há doentes que entram com próprio pé num hospital e saem no estado vegetativo e outros já nem saem de lá vivos: Erro médico mas ninguém vai para a cadeia;
Há juízes que condenam inocentes e outros que libertam criminosos que voltam a cometer crimes, muitos deles violentos, e nenhum vai para a cadeia porque não se pode beliscar a Autoridade do Estado.
 É que caso acontece os Senhores Juízes passariam estar condicionados no momento de decidir. É exactamente o que acontece com os POLICIAS, estão extremamente condicionados no momento de decidir porque o risco da cadeia é real e não há desculpabilização para um erro policial, ainda que seja sobre delinquentes, ainda que seja para repelir um crime!
Precisamos que nos digam como deveremos agir!

Não podemos manter a Autoridade do Estado por nossa conta e risco! Alguém tem que assumir essa responsabilidade: Agimos até que ponto ou simplesmente não agimos? É preciso ter presente que a voz da POLICIA apenas é respeitada pelas pessoas de bem, mas com essas pessoas não resultam problemas, queremos saber como agir perante aqueles que não obedecem e até desafiam a Autoridade do Estado? Alguém dirá, levem-nos à justiça! Mas é exactamente isso que queremos que alguém diga, como levamos alguém à justiça contra a sua vontade, quando resiste e é fisicamente forte? Como fazemos cessar uma agressão contra nós ou contra um cidadão, se fisicamente estivermos em desvantagem? Deixamos agredir e identificamo-los depois?

Deixamos de ser POLICIAS e passamos a ser identificadores de criminosos?

No passado, um delinquente era severamente punido pela moral social e isso, em muitos casos, era suficiente. Hoje tal não acontece.

Para uma melhor qualidade da actuação policial, exige-se que os cidadãos digam o que esperam de nós, como querem que o POLICIA mantenha a Autoridade do Estado, ainda que seja contra si, mas para o bem comum. O risco é cada vez maior e tal verifica-se no aumento da insegurança.

O ridículo já aconteceu:

Um cidadão fugiu para uma esquadra para se proteger e foi agredido lá dentro por quem o perseguia. Alguém perguntou como é possível tal acontecer? Acontece porque o POLICIA não pode fazer nada. Essa é a realidade que ninguém quer ver! Amanhã, quando casos ridículos se banalizarem, poderá ser tarde demais! Daqui a tomarem de assalto a esquadra... pouco falta! Até por brincadeira, mas é possível."

Email enviado
autor desconhecido

PSP mantém vigilância na Arrentela


A PSP vai manter um dispositivo policial no bairro da Boa Hora, Seixal, para garantir a ordem pública, depois dos incidentes que culminaram com o incêndio de um autocarro no domingo, informou esta segunda-feira o Comando Distrital de Setúbal.

Em comunicado, a PSP confirma que se verificaram vários incidentes naquele bairro, da freguesia da Arrentela, o primeiro dos quais cerca das 21h00 de sábado, quando foi incendiada uma viatura ligeira de passageiros que constava para apreensão, por ter sido furtada, e apedrejadas outras viaturas que passavam no local.
(...)
De acordo com o documento, a PSP montou um "dispositivo policial adequado e proporcional, no sentido de identificar os responsáveis e prevenir novos incidentes, contando para o efeito com o reforço de equipas do Corpo de Intervenção e subunidade da Unidade Especial de Policia, de forma a evitar estes actos criminais, fazendo prevalecer o Estado de Direito".
(...)
CM 21Fev2011

Grupo incendeia autocarro no Seixal

O autocarro incendiado, este domingo à noite, por um grupo de 10 pessoas na Arrentela, Seixal, só foi rebocado com o auxílio do Corpo de Intervenção da PSP.

Os incendiários entraram no autocarro da Transportes Sul do Tejo (TST) enquanto este efectuava uma paragem na Boa Hora e forçaram o motorista a abandonar o autocarro. Depois regaram o pesado de passqgeiros com combustível e deitaram-lhe fogo.

Face à situação, a polícia obrigou a população a recolher às habitações e mantém-se de prevenção no local para evitar mais actos de violência.

O incidente ocorreu por volta das 21h 30 e não há registo de feridos uma vez que os passageiros do veículo conseguiram sair a tempo.

A agressão a um jovem de 17 anos pode estar na origem dos desacatos.


fonte "ionline"
relacionado

Autocarro incendiado na Arrentela na sequência de confrontos com a PSP

 Um autocarro foi esta noite de domingo incendiado, na Arrentela, no Seixal, por supostos moradores locais, num incidente que estará ligado a confrontos com a PSP que começaram no sábado.
(...)
Os passageiros e o motorista do autocarro terão sido obrigados a sair da viatura antes desta ter sido incendiada por alguns indivíduos, cujo número o PÚBLICO não conseguiu apurar.

O Corpo de Intervenção (CI) da PSP foi chamado ao local e os agentes protegeram os trabalhos de remoção da viatura, por volta das 23h.
(...)
fonte "Publico" - noticia completa AQUI

Rusga a bares do Porto leva 24 à prisão - Porto

(Foto Cláudia Lima da Costa)

Uma operação conjunta da PSP do Porto e da Autoridade Nacional para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) levou este sábado à detenção de 24 pessoas e à apreensão de droga e de uma arma branca, entre outro material.

Esta acção, que decorreu entre as 02:00 e as 07:00, teve como objectivo a fiscalização e prevenção criminal em estabelecimentos de diversão nocturna, na área da cidade do Porto, de acordo com as competências de cada uma das entidades fiscalizadoras envolvidas.

Da operação conjunta resultou a detenção de 24 indivíduos, 16 dos quais por condução sob o efeito de álcool, seis por tráfico de droga, um por falta de carta de condução e um «por outras situações» não especificadas pela PSP.
(...)
Estiveram envolvidos elementos policiais pertencentes ao efectivo da 1.ª e 2.ª divisões policiais, que contaram com a colaboração da Força Destacada da Unidade Especial de Polícia, Corpo de Intervenção e Grupo Operacional Cinotécnico - e da Divisão de Trânsito.

Na mesma operação participaram 14 inspectores da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) que fiscalizaram seis estabelecimentos de diversão nocturna.

Segurança: Rui Pereira anuncia reforço dos efetivos na GNR e PSP

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, disse hoje que, apesar da atual conjuntura de crise, o Governo continua a apostar no reforço das forças de segurança, referindo-se ao recrutamento de dois mil efetivos para a GNR e PSP.

"Estamos a desenvolver cursos para o recrutamento de mil militares para a GNR e mil agentes para a PSP a nível regional, que nos permitirão manter os elevados níveis de segurança, prevenção e repressão da criminalidade que existem no nosso País", disse Rui Pereira.

O governante falava durante a cerimónia de inauguração do novo posto da GNR em Arouca, que custou cerca de 1,7 milhões de euros.

DN

Falta de verbas obriga a cortar nas fardas

Falta de verbas obriga a cortar nas fardas

A direcção nacional da PSP foi este mês obrigada a suspender o pagamento do subsídio de fardamento ao efectivo policial.

Fonte oficial da PSP confirmou ao DN a medida mas adiantou que esta é "provisória", justificando-a com os "habituais cortes que acontecem no início dos anos até os orçamentos estarem consolidados."

Os sindicatos mais representativos não estão optimistas e consideram o corte ilustrativo da crise que está a afectar esta força de segurança.

Leia mais pormenores no e-paper do DN (18-02-2011).

Resolvido caso dos blindados

De Corpo de Intervenção
O governo civil chegou a acordo com a empresa responsável pela entrega dos blindados, aquando da Cimeira da Nato, e o caso já não vai a tribunal. A segunda viatura terá um "desconto" de cerca de cinco mil euros pelo atraso registado na entrega.

O caso remonta à Cimeira da Nato, que decorreu em Lisboa, no ano passado, quando o Governo Civil do distrito encomendou dois Veículos Tácticos de Transporte com blindagem para a Polícia de Segurança Pública, à Empresa Milícia.

O caso esteve para ir parar a tribunal mas "as partes acordaram no pagamento imediato das duas viaturas entregues nas instalações da Unidade Especial de Polícia da PSP, em Belas, com a aplicação de uma penalidade de 5 mil 38 euros euros sobre o valor da segunda viatura, pelos três dias de atraso registados", avança o Governo Civil de Lisboa em comunicado.

O comunicado adianta, ainda, que o "valor global pago pelas duas viaturas será de 330 mil 861 euros", ainda sem o IVA de 23 por cento incluido. O valor a pagar com este imposto será então de mais de 406 mil euros, valor integralmente suportado pelo orçamento do Governo Civil de Lisboa.

O comunicado explica, por fim, que a "execução do contrato determinou a renúncia a todas as acções até agora desenvolvidas no plano judicial".

NC - TVNET

Mais de 200 pessoas atacam PSP junto a discoteca de Lisboa


Uma troca de insultos no interior da discoteca Gossip, em Lisboa, acabou com 200 agressores à porta do estabelecimento a arremessar pedras e garrafas aos agentes da PSP que tentavam controlar a multidão, escreve o Correio da Manhã.

Os confrontos aconteceram na madrugada de domingo e terminaram com três polícias feridos e vários carros danificados.

Depois de o Corpo de Intervenção ter sido chamado, apenas um jovem de 22 anos ficou detido por se ter dirigido a um agente com socos e pontapés, escreve o CM. Os outros agressores conseguiram fugir.

O jornal sublinha ainda que a discoteca fica a apenas uns metros da Divisão de Investigação Criminal da PSP, em Alcântara.

SOL (15Fev2011)
-----------------------------------------------------------

Rixa à porta de discoteca

Uma rixa envolveu 200 a 300 pessoas no exterior da discoteca Gossip, na rua Cintura do Porto de Lisboa, às 04.15 da madrugada de hoje.

Alertada a PSP, dois carros patrulha e equipas de intervenção rápida acorreram ao local, reforçados por uma carrinha com operacionais do Corpo de Intervenção da PSP. Os desordeiros arremessaram pedras e garrafas aos polícias e causaram danos em automóveis. Um homem de 22 anos foi detido por agressão a um agente da PSP.

DN

PORTO

(12Fev2011) O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, através do efectivo da 2.ª Divisão Policial, com a colaboração da Divisão de Investigação Criminal, da Força Destacada da Unidade Especial de Polícia – Corpo de Intervenção, Divisão de Trânsito e das demais Divisões Policiais do Comando, realizou mais uma Operação Especial de Prevenção Criminal, no período compreendido entre as 00H00 e as 08H30 do dia 12 de Fevereiro, no âmbito da fiscalização em estabelecimentos de diversão nocturna e fiscalização rodoviária na área da cidade do Porto.

Da acção policial desenvolvida resultou:

DETENÇÕES:
· 28 indivíduos, sendo 1 por posse de arma ilegal, 1 por mandado de detenção, 1 por desobediência, 1 por falta de habilitação legal para a prática de condução de veículo automóvel e 24 por condução sob o efeito do álcool.

IDENTIFICAÇÕES
· 113 indivíduos identificados no âmbito da fiscalização em estabelecimentos de diversão nocturna;
· A identificação de 563 condutores e respectivas viaturas, dos quais 378 foram submetidos ao teste de álcool no sangue.

AUTOS DE NOTÍCIA POR CONTRA-ORDENAÇÃO:
· 5 Autos de Notícia por contra-ordenação relativos a infracções relacionadas com a Legislação que regula o funcionamento de estabelecimentos;
· 48 infracções verificadas ao Código de Estrada e demais legislação rodoviária.

APREENSÕES:
· 621 cd’s contrafeitos.

fonte PSP

"O criminoso é sempre o coitadinho"

Paulo Portas considera "uma vergonha" criminosos saírem dos tribunais em liberdade e critica outros partidos em matéria de segurança.

O líder do CDS, Paulo Portas, disse, hoje, ao DN, em Faro, após reunir-se no Comando Distrital da PSP, que "é uma vergonha" quando a polícia "arrisca a vida para proteger a segurança e a liberdade dos cidadãos, detém alguém, por exemplo, em flagrante" e ao levar o criminoso a tribunal, "em vez de ser julgado sai em liberdade, se calhar com a obrigação de se apresentar às autoridades". "Depois, volta a cometer crimes. O que antigamente era cometido apenas a solo, depois já é em grupo; o que antigamente era sem arma, depois já é em arma. E eu pergunto, como é que fica a polícia quando sai do tribunal sem ver o julgamento feito?" - lamentou Paulo Portas.

Depois de frisar que é "o único líder partidário" a visitar regularmente esquadras ou quartéis e a contactar com as forças de segurança, criticou o facto de "em Portugal quer a esquerda, quer o PS, quer o PSD" acreditarem numa política nessa área, a qual "costumo definir da seguinte maneira: o criminoso é sempre um coitadinho, a culpa é sempre da sociedade, a vítima pode voltar para trás e as forças de segurança em vez de serem apoiadas, são desautorizadas. Eu penso de forma exactamente oposta".

Assim, acrescentou, "para mim quem comete um crime, pequeno, grande ou médio, tem de ser responsabilizado. Se é apanhado tem de ser julgado, se é em flagrante o julgamento de ser imediato em vez de andarmos com paninhos quentes, se é condenado a pena é para ser cumprida e não para voltar cá para fora ao fim de pouco tempo".
(...)
in DN 09Fev2011

Incidentes verificados no Estádio do Bonfim

COMUNICADO de IMPRENSA da PSP

Incidentes verificados no Estádio do Bonfim
Jogo Liga Sagres: Vitória Futebol Clube de Setúbal e Sport Lisboa e Benfica

LISBOA - 3 detidos em Operação Especial de Prevenção Criminal.

 Comando Metropolitano da Polícia de Segurança Pública de Lisboa, através da 4.ª Divisão Policial, ontem, dia 6 de Fevereiro, entre 08h30 e 10h30 da manhã, realizou uma Operação Especial de Prevenção Criminal que visou a detecção, localização e controlo de armas e estupefacientes em estabelecimento de diversão nocturna situado na Av.ª D. Carlos I, em Lisboa, que resultou na detenção de 2 homens e 1 mulher com idades compreendidas entre os 31 e os 32 anos.

 Nesta operação estiveram envolvidos, para além dos elementos desta Divisão Policial, várias equipas da Unidade Especial de Polícia Corpo de Intervenção e Grupo Operacional Cinotécnico, perfazendo um total de cerca de 100 elementos policiais.

 Foi ainda apreendido:
• 54 (cinquenta e quatro) Embalagens de produto suspeito de ser cocaína, com o peso de 36,7 gr;
• Vários pedaços de produto suspeito de ser haxixe, com o peso de 2,67 gr;
• 6 (seis) Frascos contendo um produto suspeito;
• 7 (sete) Carteiras contendo um produto suspeito;
• 2 (dois) Inaladores, próprios para cocaína;
• 2 (dois) Doseadores, próprios para cocaína;
• 6 (seis) Navalhas;
• 1 (uma) Soqueira;
• 40,00€ (quarenta euros) em dinheiro do Banco Central Europeu.

fonte PSP Segunda, 07 Fevereiro 2011

Operação “Viúva Negra” da PSP estendeu-se a Joane e Monção e fez 11 detenções

PORTO (PRESSPOINT/JORNAL NORTE) - O Dispositivo da Polícia de Segurança Pública do Comando Metropolitano do Porto, através da Divisão de Investigação Criminal, desencadeou uma operação policial de grande envergadura, intitulada Viúva Negra”, que visou um conjunto alargado de indivíduos que de forma organizada se dedicavam ao tráfico de estupefacientes na Área Metropolitana do Porto, assim como em Águeda, Joane e Monção.

 A investigação, iniciada há cerca de um ano, contemplou a realização, nesta segunda-feira, de 28 buscas domiciliárias nas áreas do Porto, Matosinhos, e Monção, tendo resultado nas detenções de 11 homens, com idades compreendidas entre os 19 e os 40 anos de idade. Foram apreendidos estupefacientes, denominados de Haxixe, suficientes para cerca de 7.500 doses individuais, uma arma de fogo – caçadeira de canos serrados, uma soqueira e uma matraca.

 A citada operação contou ainda com a colaboração da Força Destacada da U.E.P. – através do Corpo de Intervenção, que garantiu a segurança à área e dos binómios do Grupo Operacional Cinotécnico na detecção de produtos estupefacientes.

Segunda-feira, 7 de Fevereiro

Corte para metade da verba para munições pode atingir formação


O valor orçamentado para 2011 para despesa com munições e explosivos é de 335 mil euros, menos de metade da verba de 2010, que foi 837 150 euros. Este valor, publicado pela Direcção-Geral do Orçamento, nos quadros das despesas correntes destes anos, diz respeito apenas ao Ministério da Administração Interna (MAI), que tem a tutela das maiores forças de segurança, a GNR e a PSP.
(...)
Este plano de formação tem como objectivo sujeitar todo o efectivo policial a uma formação e a testes de avaliação. Quem ficar apto recebe uma designada "certificação de tiro", quem não atingir os valores mínimos definidos é obrigado a entregar a sua arma e é colocado em funções dentro da esquadra. Segundo a mesma fonte da EPP, "é um objectivo da escola que os alunos do actual curso para novos agentes que está a decorrer já saiam da EPP com a certificação".
(...)
foto google


"A formação de tiro não pode ser sujeita a cortes"
3 perguntas a Paulo Rodrigues - ASPP

Independentemente do que venha a ser apurado no inquérito à actuação do polícia que ontem matou um suspeito, que balanço faz do plano de formação de tiro que a PSP iniciou em 2009?

Fazemos um balanço, para já, positivo. Isto apesar de a formação contínua, infelizmente , ainda não chegar para todos da forma ideal e que era que todos os agentes que fazem serviço operacional, de patrulhamento, poderem ir a uma carreira de tiro treinar-se uma ou duas vezes por ano. Situações como a que aconteceu ontem no Lumiar são cada vez mais uma constante no dia-a-dia dos profissionais e os agentes têm de saber como agir no imediato. O pessoal está cada vez mais pressionado pelos criminosos.

Um dos objectivos do plano de formação em vigor é que os polícias atinjam determinados valores mínimos para que fiquem certificados. Como tem corrido o processo?

Pelo que sabemos, o pessoal que foi alvo desse processo de certificação foram os profissionais da Unidade Especial de Polícia, que têm sempre mais treino, e das Equipas de Intervenção Rápida, das esquadras. Todos foram certificados e ninguém perdeu ainda a sua arma, que é o que acontece se não passarem os testes.

Os cortes orçamentais vão atingir a formação de tiro?

Esperamos fortemente que não. A formação de tiro não poder ser sujeita a cortes. Na PSP tem havido cortes em tudo, mas isso não pode atingir acções imprescindíveis.


Paulo Rodrigues, presidente da ASPP

fonte DN

Aumenta violência de claques


Lisboa: Época de 2010/2011 já supera temporada anterior em participações de desordens

Na corrente época desportiva, que vai em pouco mais de metade, a UMID emitiu já 39 autos de notícia por contra-ordenações em recintos desportivos como arremesso de artefactos explosivos e objectos contundentes, ou ainda actos xenófobos e racistas. "A acção da UMID, neste âmbito, é regulada pela lei 39/2009, o regime jurídico contra a xenofobia, racismo e violência no desporto", disse ao CM o subcomissário Sérgio Soares, chefe da UMID.
(...)

Milhares de alunos de Tavira vão observar exercícios da PSP nas escolas

Milhares de alunos das escolas de Tavira, Algarve, vão poder observar no mês de fevereiro e março diversas demonstrações cinotécnicas e tático policiais do Comando Distrital da PSP de Faro, informou hoje aquela polícia.

No âmbito do projeto “Escola Segura” a PSP vai realizar inúmeras demonstrações tático policiais no interior dos recintos escolares com o objetivo de “dar a conhecer a miúdos e graúdos algumas das valências da PSP e o modo como agem em situações de risco”, lê-se no comunicado enviado à comunicação social.
(...) 
No dia 23 de fevereiro é a data marcada para a segunda demonstração que vai decorrer na Escola Primária n.º 2 da Porta Nova, pelas 10:15.
(...)
Participam nos exercícios elementos do Corpo de Intervenção, elementos da Inativação de Engenhos Explosivos e elementos da cinotécnica.

in "diário online"

Lutar pelo futuro


Há uns anos, víamos os sindicatos reivindicarem, de forma justa, mais direitos para os profissionais dos sectores que representavam, e, nessa altura, era impensável que um dia os sindicatos viriam a exigir ao governo que cumprisse a lei.

Como podemos acreditar no futuro de um País quando um governo aprova as leis contra a vontade dos cidadãos e é o próprio que, logo de seguida, as menospreza, conforme aconteceu com a não colocação do efectivo da PSP na nova tabela remuneratória?

Como podem pedir aos polícias que fiscalizem o cumprimento das leis quando o próprio governo as desvaloriza?

Que futuro terá um País quando a tutela destrói, pouco a pouco, os principais pilares da democracia, nomeadamente a segurança e a justiça?

Como pode sobreviver uma instituição como a PSP quando os polícias são sujeitos, diariamente, à instabilidade interna constante na sua vida socioprofissional?

 É por tudo isto que a ASPP/PSP, com as armas que possui, continua a luta pelos profissionais mas também pela segurança dos cidadãos. Foi nesse sentido que agendou acções distritais por todo o País durante os meses de Fevereiro e Março, enquanto as questões estatutárias não forem resolvidas, dando conhecimento à população das ilegalidades e injustiças que este governo tem cometido contra os polícias.

Por:Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
22 Janeiro 2011

Corpo de Intervenção de Lisboa termina protesto de levantamento de rancho


Lisboa, 19 jan (Lusa) -- Os elementos do Corpo de Intervenção da PSP de Lisboa que fizeram na terça-feira um levantamento de rancho para contestar as novas regras de regresso ao trabalho depois de férias e folgas decidiram pôr fim ao protesto.

De acordo com o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, a decisão foi tomada depois de o grupo ter estado reunido com o comandante da Unidade Especial da Polícia (UEP).

"Conseguimos dialogar e chegar a um entendimento. Para nós, foi importante o comandante ter vindo falar sobre o que se passava e por isso decidimos terminar a contestação", disse o responsável à agência Lusa, sublinhando que se o diálogo tivesse ocorrido antes ter-se-ia evitado o protesto.

Agência Lusa

Os Negociadores


Reporter TVI - Reportagem da TVI no dia 17Jan sobre os Negociadores da PSP
Clique na imagem para ver

Polícia de choque faz levantamento de rancho...

Cimeira da NATO em Lisboa

Cerca de 70 elementos do Corpo de Intervenção (CI) de Lisboa fizeram esta terça-feira um levantamento de rancho e decidiram almoçar piza em protesto contra as novas regras de regresso ao trabalho depois das férias e folgas.

Uma fonte policial explicou à agência Lusa que há poucos dias o comandante da Unidade Especial de Polícia, em que está integrado o CI, decidiu mudar as regras sem dialogar com os profissionais.

«Mudaram a regras das folgas e das férias sem falar com ninguém e sem que isso traga nenhuma mais -valia ao serviço», explicou a fonte.

«As regras foram impostas sem ouvir os profissionais. Há pouco diálogo a nível dos comandantes locais, alteraram as regras sem informar previamente e hoje cerca de 70 polícias, por livre iniciativa, decidiram não almoçar», adiantou.

A Lusa contactou com o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), que corroborou a situação e disse que tem estado em contacto com a Direcção Nacional da PSP para que seja encontrada uma «solução viável».

«Os profissionais do CI estão desagradados com estas alterações, para as quais não foi dada justificação e que os obriga a ir trabalhar mesmo nos dias em que o seu sub-grupo está de folga, sem que isso traga nada de benéfico para o serviço», referiu Paulo Rodrigues.

Agora, a ASPP espera que seja encontrada uma «solução viável» com a Direcção Nacional da PSP, até porque tem «muitas dúvidas sobre o enquadramento legal da medida».

Entretanto, fonte do CI disse que já foram contactadas instituições de solidariedade para receberem as 70 refeições que já tinham sido confeccionadas.

A Lusa contactou a Direcção Nacional da PSP para mais esclarecimentos, mas até ao momento não obteve resposta.

fonte TVi24

"Ministro será culpado se algum polícia for ferido ou morto"

 O maior sindicato da PSP vai responsabilizar o Governo, em particular o ministro da Administração Interna e o governador civil de Lisboa, caso algum polícia fique ferido por falta de viaturas com protecção balística.

O presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, adverte que o ministro Rui Pereira e o governador civil António Galamba "serão culpados se algum profissional da polícia for ferido ou morto numa operação em que seriam necessárias as viaturas blindadas".

Paulo Rodrigues entende que "foi a má condução do processo de aquisição" dos blindados "da responsabilidade" destes governantes "que levou a que a PSP deixasse de ter este necessário equipamento tão importante para proteger a vida dos polícias". Este desígnio, da segurança e protecção dos polícias foi, aliás, inúmeras vezes repetido por Rui Pereira no Parlamento, quando justificava perante os deputados, a importância desta despesa de um milhão de euros. "Os polícias também são seres humanos", sublinhou. Também a hierarquia da PSP apresentou várias razões para esta aquisição, entre as quais as operações táctico-policiais, incluindo nos bairros problemáticos e a segurança aeroportuária.

DN

IPA - "Encontro de Amizade 2011"

Caros Amigos e Associados IPA

Para vosso conhecimento, interesse e divulgação junto de outros associados IPA, simpatizantes, amigos e familiares, anexo folheto informativo/divulgativo do evento "Encontro de Amizade 2011"- Delegação Sul/ Grupo Motard, a realizar no Hotel Porta Nova na Cidade de Tavira e Cidade de Loulé, organizado pela Delegação Sul-IPA, patrocionado pelo Hotel Porta Nova;Cãmara Municipal de Tavira; Cãmara Municipal de Loulé e Loulécópias, no intuito de juntar o maior número de associados IPA possivel neste evento.

Informo que o evento está a ser divulgado a nivel regional/nacional e internacional, junto de todas as Delegações IPA nacionais e paises IPA, com uma projecção mundial, assim como junto de mtos grupos motard IPA nacionais, internacionais e outros grupos constituidos por elementos de forças de segurança nacionais e estrangeiros.

Evento que foi idealizado para que tenha grande sucesso e que todos os associados e participantes em geral possam usufruir de grandes momentos de amizade, fazendo jus ao lema IPA "Servo per amikeco" - Servir por amizade. Vamos ser uma grande familia IPA, amiga.

Para todos um abraço amigo
Fernando Palma

P.S.:Qualquer dúvida contactem-me:  


Unidade Especial de Polícia já está a trabalhar nos Açores

A Força Destacada da Unidade Especial de Polícia do Comando Regional dos Açores já está a desenvolver actividades nas áreas da segurança pessoal, inativação de explosivos e segurança no subsolo, revelou o Ministério da Administração Interna (MAI).


A actividade desta unidade especial da PSP/Açores, que deverá ser em breve alargada à valência cinotécnica, consta da resposta dada pelo MAI às questões colocadas pelos deputados social democratas Mota Amaral e Joaquim Ponte, eleitos pelo círculo dos Açores para a Assembleia da República.

O MAI salienta que a unidade especial a valência cinotécnica está apenas dependente da “disponibilização de infraestruturas e da conclusão do processo de formação”.

O documento hoje divulgado refere ainda que a Força Destacada do Comando Regional dos Açores da PSP integra “um comandante (subcomissário), um adjunto (chefe principal), quatro chefes e oito agentes no Corpo de Segurança Pessoal, três chefes e 10 agentes no Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança no Subsolo”.
O Grupo Operacional Cinotécnico terá três chefes e 10 agentes, para oito cães de ordem pública e seis de outras especialidades.

Os elementos desta unidade especial pertencem ao efetivo do Comando Regional dos Açores, “sendo ministrados cursos de especialização aos elementos que deles necessitem”, admitindo o MAI que “está previsto, em circunstâncias especiais, o reforço deste dispositivo com elementos da UEP sediada em Belas”.

O MAI refere ainda neste documento que a Força Destacada da Unidade Especial de Polícia dos Açores “será distribuída pelas Divisões do Comando Regional”.

A 8 de outubro, os dois deputados eleitos pelo PSD nos Açores questionaram o governo sobre o início da actividade da Unidade Especial de Polícia, qual o número de elementos que a integram e a sua distribuição pelo arquipélago.

Destak/Lusa

Providência pelos blindados avança


A empresa Milícia continua a considerar-se proprietária dos dois blindados já entregues à PSP e na próxima semana vai entregar uma providência cautelar exigindo o cumprimento integral do contrato por parte do Governo. "Oficialmente as viaturas não pertencem à PSP e a Polícia não as pode utilizar. Ainda não foi emitida a factura, não recebemos dinheiro nenhum", disse o gestor da Milícia, António Amaro.

DN

Acidentes vão dar lucros milionários

Acidentes vão dar lucros milionários

Com aumentos de 25 000% nas participações de acidentes, receitas serão de quase três milhões de euros por ano.

Os acidentes de viação vão passar a representar uma larga fatia das receitas para as forças de segurança devido ao aumento brutal do custo das participações de acidentes, que vão dos 400% aos 25 000%, fazendo contas aos valores que constam da portaria do Ministério da Administração Interna publicada a 31 de Dezembro.

Na GNR, uma participação por sinistrado passou de 16 cêntimos (quatro laudas ou folhas) para 40 euros, o que representa um aumento de 25 000%. Na PSP, o custo de dez euros por quatro folhas passou também para 40 euros, o que traduz um aumento de 400%.

"São verbas que vão para os cofres da GNR e da PSP. As forças de segurança não deviam estar dependentes dos dinheiros das multas ou dos acidentes", comenta, numa toada crítica, José Alho, presidente da ASPIG (Associação Socioprofissional Independente da Guarda).

O DN fez as contas às possíveis receitas que as forças de segurança vão obter. Tome-se como exemplo-padrão uma colisão simples envolvendo duas viaturas com dois condutores. Custo das duas participações do acidente: 80 euros. Com uma média de 97 acidentes com vítimas por dia em Portugal, chega-se ao astronómico valor de 2,8 milhões de euros por ano de lucro com participações de acidentes.

As contas foram feitas tendo por base o relatório de sinistralidade de 2009 da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, que referiu 35 480 acidentes com vítimas nesse ano. O relatório de 2010 ainda não está completo e vai só até ao dia 21 de Dezembro.

Uma fonte policial avançou ao DN com um outro exemplo. "Para um acidente envolvendo cinco viaturas são necessárias 12 laudas ou folhas. Isto dá um custo de 120 euros aos envolvidos no acidente, a que há a somar os cem euros que os cinco peritos das cinco companhias de seguros vão pagar. No total, temos que, num acidente sem feridos, os custos para sinistrados e companhias de seguros foram de 1200 euros." Custos para uns, receitas para outros, neste último caso, para as forças de segurança.

Antes de a actual portaria (n.º 1334-C/2010) entrar em vigor, o valor que o cidadão pagava por certidões emitidas pela PSP era de 12,5 euros, caso o documento tivesse até 25 páginas. O custo passou a ser, quer para a GNR quer para a PSP, de dez euros por lauda (folha de um lado e outro). A emissão de declarações autenticadas custa agora 15 euros.

Uma fotocópia simples de um documento, a preto e branco, custa 0,50 cêntimos, se for a cores custa um euro. Se for autenticada custa também um euro.

"Estes aumentos são exagerados. No documento emitido em Outubro pela Direcção Nacional da PSP e enviado para todos os departamentos, sobre os cortes nas despesas de funcionamento, já se referia que os custos das certidões iam aumentar, só ainda não se tinha a dimensão completa. Até as certidões que os polícias pedem para o currículo custam agora dez euros quando custavam apenas cêntimos", critica Paulo Rodrigues, presidente da ASPP/PSP, a maior estrutura sindical da polícia.

Por Rute Pedro DN