Este, é um espaço não oficial.


ESTE É UM ESPAÇO NÃO OFICIAL.
Bem vindo. Serve este espaço para divulgar acções, noticias ou acontecimentos relacionados com o CI em particular e com a PSP em geral, e ainda, assuntos que de alguma forma, para nós, tenham alguma importância a nível profissional, social e/ou cultural...

Todos poderão participar, mandem artigos para serem publicados na página principal para a.fortiori.ci@gmail.com

Guestbook LIVRO DE VISITAS

30 agentes da PSP mortos em serviço em duas décadas

Cerimónia religiosa junta hoje centenas de pessoas em Fátima. Decreto-lei de 2004 passou a pagar indemnização média de 180 mil euros a familiares de agentes vitimados.
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Três dezenas de polícias foram mortos em serviço nos últimos 20 anos. O período mais negro registou-se em 2005 (ver caixa), quando quatro agentes da PSP foram abatidos a tiro, três deles na Amadora. Para tentar minorar os efeitos destas tragédias, em 2004 foi publicado um decreto-lei para passar a pagar indemnizações às famílias dos polícias vitimados. "Antes, as viúvas e filhos não recebiam nada e ficavam na miséria. Os sindicatos é que faziam colectas a nível nacional para dar às famílias dos polícias mortos", lembrou ao DN o presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), António Ramos.
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"Não há dinheiro que pague uma vida, mas pelo menos as famílias já passaram a receber qualquer coisa", referiu o presidente do sindicato que hoje promove, pelo quarto ano consecutivo, a cerimónia religiosa do Dia Nacional de Luto pelos Polícias Mortos em Serviço. A missa, celebrada pela primeira vez pelo capelão da PSP, padre João Luís Correia Fanha da Graça, começa às 10.30, na Capelinha das Aparições, em Fátima.
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O decreto-lei 189/2004, de Agosto, referia que nessa época se assistia "a um aumento de situações em que militares da GNR e elementos da PSP com funções policiais são, no exercício das suas funções, vítimas de acidentes em serviço ou de actos criminosos de que resulta a morte ou a incapacidade permanente", determinando o pagamento de uma compensação aos feridos ou aos familiares do agente morto em serviço.
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O valor dessa compensação situa-se entre 150 vezes e 250 vezes a retribuição mínima mensal da vítima. Tendo em conta que, segundo o SPP, "900 euros é a média salarial da maioria do pessoal operacional que está mais sujeito a sofrer agressões", resulta uma indemnização média de 180 mil euros. Além deste valor, também é paga uma pensão mensal de 70% do salário base, traduzindo-se numa média de 630 euros.
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António Ramos recorda que o Dia Nacional de Luto pelos Polícias Mortos em Serviço "nasceu de uma proposta feita por um dirigente do sindicato, depois de em 2005 terem sido mortos quatro polícias em serviço, três deles na Amadora e um em Lagos, no Algarve. Foi um dos piores anos".
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Em 2007 decorreu na Igreja do Bairro da Serafina, em Lisboa, depois no Santuário do Cristo-Rei, em Almada, e em 2009 na Póvoa de Santa Iria, disse o sindicalista, frisando que "o objectivo é realizar-se sempre em locais diferentes, descentralizando esta iniciativa do SPP para homenagear os colegas que morreram em serviço e lembrá-los, senão acabavam por cair no esquecimento". Esclareceu que a cerimónia "não é para distinguir ninguém em especial, mas todos os colegas vitimados".
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fonte DN

Missa recorda mortes em serviço de agentes da PSP

Trinta vítimas em 20 anos, mais de metade em lisboa
Mais de metade das três dezenas de agentes da PSP que foram mortos em serviço nos últimos 20 anos prestavam serviço no Comando de Lisboa, foi revelado ontem, no âmbito do dia nacional de luto pelos polícias mortos em serviço, que incluiu uma missa em Fátima.
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Presidida pelo capelão da PSP, a missa contou com a participação de mais de 300 agentes e familiares. O ministro da Administração Interna fez-se representar por Luís Rebelo de Sousa, que prestou 'solidariedade' e 'reconhecimento' pelo trabalho dos agentes. O Presidente da República e o bispo das Forças Armadas e Segurança enviaram mensagens de solidariedade. O capelão da PSP salientou a missão dos agentes e os perigos a que se expõem para a cumprir.
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DISCURSO DIRECTO
"LEMBRAR QUE A NOSSA MISSÃO NÃO É FÁCIL": António Ramos presidente Sindicato Profissionais Polícia sobre Dia Nacional Luto pelos Polícias Mortos em Serviço.
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fonte CM

O estudo

27 Fevereiro 2010
Correio da Segurança
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A ASPP/PSP solicitou à Universidade Fernando Pessoa um estudo sobre vivências e percepções sobre o trabalho e as condições laborais dos Agentes da PSP. Em conclusão, percebemos que a maioria dos cidadãos confia na PSP, consideram-na de grande utilidade pública e é reconhecido que os profissionais não fazem mais e melhor por culpa das entidades competentes, que não dão à PSP todos os meios necessários para responder de forma célere e eficaz às solicitações da sociedade. Estas são as conclusões mais evidentes do estudo.
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As respostas para o uso da força por parte da PSP aceitam-se como reacção natural da sociedade actual, mas que reflecte uma percepção do desequilíbrio entre a gravidade do crime cometido e a pena aplicada pelos tribunais. Na verdade, polícias e demais cidadãos preferem uma PSP capaz de prevenir o crime a perseguir criminosos.
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Estranho foi o facto de a mais alta figura do Estado, o Presidente da República, pronunciar-se sobre um estudo que não conhece, como que numa reacção de tentar esconder possíveis realidades. Este estudo deve servir de base para reflectir sobre as políticas de segurança actuais e a melhorar para o futuro, não esquecendo o motor da instituição, os polícias.
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Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

Tiros a sério após balas de borracha

Carrinha perseguida pela PSP abalroou carros e invadiu passeios. Jovem alvejado recupera.
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Os polícias envolvidos na perseguição em que um jovem foi alvejado, anteontem, quarta-feira, no Porto, começaram por usar balas de borracha e recorreram depois a munições reais com a intenção de travar a "fuga perigosa" da vítima e um colega. Agentes foram ouvidos pela PJ.
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Ao longo dos vários quilómetros, entre as imediações do Bairro do Aleixo - onde decorria uma operação Stop ao abrigo da Lei das Armas - e a zona de Ramalde, no Porto, o condutor da Ford Transit "abalroou carros, desrespeitou linhas contínuas, sinais vermelhos e prioridades em cruzamentos e chegou a circular alguns metros em cima do passeio, obrigando os peões a saltar", contou, ao JN, fonte policial.
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Sindicato diz que estatuto da PSP está "armadilhado"

O Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da Polícia de Segurança Pública denunciou hoje, sexta-feira, "incongruências e arbitrariedades" no novo Estatuto da PSP, que entrou em vigor em Janeiro.
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O presidente do Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da Polícia de Segurança Pública (SNCC/PSP), Manuel Gouveia, em declarações à agência Lusa, classificou o novo Estatuto da Polícia de Segurança Pública (PSP) como uma "pérola", argumentando que o articulado está "armadilhado", porque a "contenção orçamental invocada na altura das 'negociações' sacrificou, apenas, as remunerações dos agentes e chefes".
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Funcionamento da Glock

Clica na imagem e vê em pormenor o funcionamento da Glock.

Polícia vs Força

Seis em cada dez pessoas ouvidas em estudo universitário têm opinião morna sobre eficácia da PSP. Destacadas falta de meios e de formação
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Não faz parte da farda, mas é um ingrediente que os portugueses gostariam de juntar à figura do polícia: força. Um estudo sobre a imagem que a população tem da PSP e das suas condições de trabalho revela ser maioritário o grupo defensor de que os polícias deviam usar mais a força. A pouca severidade com os infractores é, por outro lado, apontada como primeira causa da criminalidade.
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É o primeiro estudo científico alargado sobre a imagem da PSP e foi realizado ao longo do ano passado por Rui Maia, professor da Universidade Fernando Pessoa.
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fonte ASPP

“A criminalidade violenta não está a aumentar”

25 Fevereiro 2010
Cavaco Silva visitou Direcção Nacional da PSP e disse que o crime está, no geral, a diminuir
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O Presidente da República, Cavaco Silva, fez ontem uma visita de trabalho à Direcção Nacional da PSP, em que referiu, segundo os dados que lhe foram transmitidos, que "a criminalidade violenta não está a aumentar" em Portugal.
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"Pelo que me foi confirmado, a tendência de 2009 era de decrescimento. Em geral, a criminalidade está a diminuir e a violenta não está a aumentar", avançou Cavaco Silva, que diz ver com bons olhos possíveis alterações ao Código Penal e que os portugueses não têm de recear a actuação da PSP. "O cidadão se pudesse ter um polícia ao pé da porta ficaria mais satisfeito. Não tenho a noção de que a população esteja insatisfeita."

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Cavaco Silva efectuou visitas à sala de actuação da PSP, a uma carreira de tiro num camião e almoçou com a direcção da PSP.

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fonte CM

Ajudar a população da Madeira

A partir do dia 23/ Fevereiro, os CTT lançam uma campanha nacional de recolha de bens essenciais para envio para a Madeira, no âmbito do seu Programa de Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, com aceitação em todas as 900 Estações de Correio do País.
Basta a qualquer pessoa dirigir-se a uma Estação de Correios, pedir a caixa solidária grátis, enchê-la com os bens e marcar como destinatário a palavra MADEIRA.
Não é preciso selo nem mais morada e o ENVIO É GRÁTIS.
Os CTT tratam de entregar os bens.A Instituição destinatária será a Caritas da Madeira que, já informou que estavam a precisar principalmente dos seguintes produtos/bens:
- Lençóis
- Cobertores
- Mantas
- Almofadas
- Roupa interior (H/ S e criança)
- Roupa em geral
- Produtos de higiene
- Fraldas
- Leite em pó
- Comida para bebé
- Enlatados

CI na Madeira

Mortes confirmadas são já 42. Hoje, autoridades fazem novo balanço. As pilhagens sucedem-se na Baixa do Funchal .
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As estradas incharam, abriram crateras. As ribeiras transbordaram e inundaram caves e casas. A Baixa do Funchal foi coberta de lama, cascalho e pedregulhos onde se descobrem sapatos e outro calçado. As lojas e espaços comerciais foram desventrados. Os mortos são já 42, os hospitalizados 70 e os desaparecidos não têm contas oficiais para não preocupar a população. E, no meio disto tudo, há quem tenha aproveitado para roubar.
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As pilhagens na Baixa do Funchal são confirmadas pelo comissário Fernandes da PSP, mas desvalorizadas. "A forte devastação que houve na Baixa devido à intempérie causou prejuízos incalculáveis. Esse fenómeno acabou por gerir situações dispersas de furtos", disse sem divulgar quantas denúncias chegaram à PSP.
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Para ajudar nas operações, o Continente enviou 30 operacionais do Corpo de Intervenção cuja missão foi "reforçar o policiamento do Comando Regional da Madeira por prevenção, até porque existem zonas onde não há electricidade", explicou o responsável por estes polícias, subcomissário Luís Martins. Viajaram pela manhã de ontem num C130 do Exército, no mesmo avião em que seguiram seis bombeiros mergulhadores (canarinhos), cinco elementos do Instituto Nacional de Medicina Legal e dois do GIPS (Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro da GNR).
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Estão habituados a situações de catástrofes, ao contrário dos madeirenses que foram em romaria à Baixa do Funchal ver os estragos.
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Fonte DN

CI na Madeira

A PSP contabiliza elevados prejuízos nas instalações Jorge Cabrita, comandante da PSP Madeira, deixou ontem um voto de solidariedade e pesar às famílias enlutadas que, conforme destacou, também afecta a força de segurança pública. «Infelizmente, também temos no seio de nós pessoas nessas condições», justificou.Ao JM, explicou que a principal preocupação do efectivo foi salvaguardar e apoiar as vidas humanas e população em geral.
«Daí alguns actos de arrojo, com algumas situações de risco de vida inclusive de alguns oficiais», relevou.
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Questionado sobre o número de polícias que estão na rua, disse que está o efectivo necessário, sublinhando que vai ser um esforço que se vai prolongar durante vários dias. Ontem de manhã, foi possível contar com o efectivo garantido pelo Ministério da Administração Interna, através da Direcção Nacional da PSP, de 30 homens do corpo de intervenção da unidade especial de polícia. «Têm permissão para ajudar no apoio às acções e manobras de limpeza e de reconstrução, ao trânsito no que diz respeito aos acessos à cidade e especial vigilância em zonas comerciais ou habitacionais gravemente afectadas pelo temporal», disse.
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Quanto a actos de pilhagem, garante que a situação «não oferece preocupação», embora tenham sido identificados dois casos. «Uma situação de um indivíduo que foi surpreendido a entrar num banco, mas foi interceptado pela polícia imediatamente. Outra situação de furto oportunidade com uma montra mas que são situações pontuais.
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Foi também notícia a recolha de muitos objectos levados pela torrente».Sobre o trânsito nos próximos dias, Jorge Cabrita diz que «vamos apostar na visibilidade, a nível nocturno e diurno». A este nível, acentua que «vamos recorrer ao corpo de intervenção e temos o apoio de elementos da GNR para situações de saturação em zonas de trabalho».
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Avisa também que da Cota 40 para baixo vai haver fortes restrições de movimento. «O perímetro crítico é a Cota 40, a Pontinha, e a Zona Velha. Nessa perspectiva, vão ser feitos condicionamentos de trânsito para sul, pelo que as pessoas não deverão trazer os seus carros, devendo recorrer aos transportes públicos», avisa, deixando claro que ninguém deve parar os carros perto de linhas de água.
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Para efeitos de acesso às zonas condicionadas, só passarão os moradores ou pessoas que vão em trabalho. «As pessoas devem estar sensibilizadas que nós não vamos facilitar. Nas zonas definidas como de interdição não esperem passar por lá».
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Jorge Cabrita também confirmou que as instalações da PSP foram muito atingidas pelas cheias. «O sistema de comunicações foi fortemente afectado, mas já se encontra reposto. As oficinas da Penteada foram atingidas de forma intensa e a carreira de tiro está inundada. Temos viaturas que não sabemos ainda os danos resultantes. O que é importante é que estamos operacionais, já fizemos o diagnóstico dos danos, já estabelecemos prioridades e estamos no terreno», finalizou.
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Celso Gomes - Jornal da Madeira

Corpo de intervenção da PSP reforça patrulhamento no Funchal

Roberto Fernandes, porta voz do Comando Regional da Polícia de Segurança Pública referiu por seu turno que o rasto de destruição deixado pela intempérie afectou algumas estruturas comerciais, fenómeno que acabou por gerar «situações residuais e dispersas de furtos de oportunidade ou de ocasião».
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O comissário da PSP garantiu que, dentro da responsabilidade do Comando, está desde ontem na Madeira um contingente especial composto por 30 elementos do Corpo de Intervenção da Polícia que «têm uma doutrina de acompanhamento destes fenómenos, potenciando a capacidade de patrulhamento nas zonas comerciais».
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Roberto Fernandes considerou que os cidadãos denominados por “curiosos” são os «grandes adversários da Polícia» na operação de limpeza que decorre no Funchal. O comissário garantiu que estão envolvidos em toda esta operação todo o Comando da PSP, com os seus cerca de 800 elementos e advertiu as pessoas para respeitarem as zonas delimitadas de circulação.Roberto Fernandes esclareceu que a reacção policial não foi tardia. «Foi um trabalho coordenado com a câmara muito precoce.
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O que verificámos foi que estranhamente as pessoas não respeitaram a sinalização colocada em algumas zonas críticas, nomeadamente em entroncamentos e rotundas de grande circulação, vedadas no seu acesso».
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fonte jm.online

Capacetes azuis debaixo de fogo em Mafra

A Polícia de Segurança Pública participa activamente em seis missões internacionais. Em Timor-Leste, no Chade e na Guiné-Bissau integram missões da ONU, enquanto no Kosovo, no Congo e na Georgia, da União Europeia.
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Os 49 elementos que estão em Timor serão rendidos em Março (sendo que oito partem já no dia 21), os 16 do Kosovo em Junho e os 17 que se encontram no Chade em Julho.
Para além do valor que a experiência internacional traz a qualquer folha de serviço, a compensação financeira também pesa bastante na decisão de partir.
Sem especificar o montante, até porque "depende dos cenários e das missões", o subintendente Luís Elias garante que estes polícias podem ver os seus vencimentos crescer em 30%.

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Polícias no limite
Para poderem participar numa missão além-fronteiras, os homens da PSP têm de frequentar um curso com a duração de três semanas. Nesta segunda edição da Formação Comum para Missões Internacionais, realizada de acordo com as normas das Nações Unidas, participaram 29 polícias, entre oficiais, chefes e agentes de todo o país.

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Segundo o subintendente Luís Elias, a PSP deverá organizar dois cursos por ano, tendo em conta que será necessário formar cerca de 60 elementos policiais por ano.
O curso termina com um exercício prático durante o qual os formandos são confrontados com situações limite tais como linchamentos e emboscadas.

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Um exercício com elevado grau de realismo, que desta feita começou às 14h de terça-feira, 9, e terminou às 8h do dia seguinte, a norte de Mafra. Ou seja, 18 horas seguidas sob uma tensão permanente, pondo à prova a resistência física e psicológica dos polícias.

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1000 Profissionais da PSP que já participaram em missões internacionais desde Março de 1992, ano em que o governo português decidiu enviar polícia civil para a missão da ONU na ex-Jugoslávia.
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fonte "expresso"

Fere polícia durante fuga

21 Fevereiro 2010
Lisboa:
Rapaz de 21 anos, sem carta, foge a controlo policial e acaba por abalroar carrinha da PSP
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Desrespeitou um sinal de paragem dado, pelas 05h00 de ontem, durante uma fiscalização da Divisão de Trânsito da PSP, na Avenida Infante Santo, em Lisboa. Sempre a alta velocidade, conduziu sem carta durante meia-hora por artérias do centro da capital, iludindo a PSP e causando estragos noutros dois automóveis.
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Dupla brasileira atinge seis

21 Fevereiro 2010
Setúbal
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PSP e GNR foram alvo de fogo cerrado na perseguição aos atiradores. Um suspeito foi baleado
Saiba mais sobre os desacatos ocorridos numa discoteca em Setúbal na edição de hoje do 'Correio da Manhã'.
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fonte CM

Risco de privatização

20 Fevereiro 2010
Correio da Segurança
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Nos últimos anos, temos sido confrontados com uma política de segurança pouco clara para os cidadãos.
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A falta de estratégia ou objectividade na explicação desta política, por parte deste Governo, leva à sensação de que apenas reage aos factos consumados, com a criação de equipas, que agora até são mistas, para todo e qualquer crime mais mediatizado. Com o aumento de alguns tipos de crime e, consequentemente, do sentimento de insegurança, o Governo tem de decidir quais as suas prioridades.
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As dificuldades com que as Polícias se debatem levam a um aumento das solicitações às empresas da segurança privada que, ano após ano, vêem as suas áreas de competência aumentar, desvirtuando a responsabilidade do Estado na garantia da segurança dos cidadãos. Em 2008, comparando o orçamento da PSP com os lucros das empresas de segurança privada, percebemos a relevância que estas passaram a ter numa área basilar para o funcionamento de um Estado Democrático.
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Estes factos ajudam a perceber notícias que vieram a público, onde as empresas da área já reivindicavam a actuação em áreas exclusivas das Polícias e mesmo a utilização de armas de fogo. A privatização da segurança pública é um risco ao qual nenhum Governo pode sujeitar o País.
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Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia in CM

PSP de folga trava roubo


18 Fevereiro 2010
Agente da Unidade Especial da PSP prende ladrão em Oeiras.

Um agente da Unidade Especial da PSP (UEP), trajando à civil, e um jovem de 19 anos apanharam ambos, ao final da noite de anteontem, o mesmo autocarro, numa paragem em Campolide, Lisboa. Sem se aperceber de que estava ao lado de um polícia, o jovem tentou assaltar o motorista. Mas ficou-se pela tentativa, já que o elemento da UEP o impediu.
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A detenção do jovem ocorreu pelas 23h55 de terça-feira, no interior do 751, autocarro da Carris que liga Campolide a Linda-a-Velha. Com uma pistola de alarme, transformada para calibre 6,35 mm, o assaltante ameaçou o motorista, exigindo todo o dinheiro.

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O polícia, colocado no Corpo de Intervenção da PSP, manietou-o com força física, entregando-o sob detenção à PSP de Miraflores.
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fonte CM

Orçamento esquece novas competências da PSP

Governo deu à PSP as áreas mais problemáticas e populosas do País, mas com o Orçamento do Estado, hoje discutido na especialidade, prevê investir cinco vezes mais na GNR .
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Apesar de o Governo ter atribuído à PSP novas competências sobre mais 700 mil cidadãos e bairros problemáticos de Lisboa, Porto e Setúbal, o Orçamento do Estado (OE) pensado para este ano prevê um investimento cinco vezes inferior ao previsto para a GNR.
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"O mesmo Governo que reestrutura as forças de segurança e dá mais atribuições à PSP é aquele que agora apresenta uma discrepância enorme entre o orçamento das duas forças", critica o deputado Nuno Magalhães (CDS-PP), que pretende esclarecimentos sobre estes valores no debate na especialidade marcado para hoje na Assembleia da República. " O valor é insuficiente, um investimento a este nível é caricato e a discrepância é inexplicável", refere.
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Segundo o documento a que o DN teve acesso, o investimento previsto para a PSP é de 472 700 euros [num orçamento total de 709 932 399 euros], enquanto para a GNR é de 2 845 428 euros [num total de 889 234 106].
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Perante a diferença, o Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia pediu há duas semanas esclarecimentos, mas até agora não obteve resposta. "Há valores comparativos que não se entendem, como é o caso do suplemento de comando previsto para uma força e outra. Nem a diferença de efectivos o explica", aponta António Resende, presidente do sindicato.
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Todos os anos o OE prevê um valor superior para a GNR, por ter um efectivo maior. Mas este ano, com as novas atribuições da PSP e as dificuldades que todos os dias os operacionais enfrentam, as associações sindicais acreditavam que a PSP sairia beneficiada. "Não consigo perceber como é que este ano até tivemos problemas com as viaturas, porque não havia dinheiro para pagar os arranjos, e a GNR tem previsto um orçamento de mais de 78 mil euros só para os cavalos. Será isso uma prioridade?", critica Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP).
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Nuno Magalhães garante que insistir numa questão já levantada e que permanece sem resposta. Quer saber se o ministro das Finanças já assinou o despacho para os novos efectivos para a PSP. "Se não o fez, acontece como no ano passado e o efectivo só será reforçado em 2011 por causa do tempo de formação", recorda.
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O aumento de efectivos e o reequipamento das forças de segurança é para Bacelar Gouveia (PSD) uma questão urgente. O MAI prevê mil novos elementos para a PSP e o mesmo número para a GNR. Mas o deputado lembra que o número deve ser calculado de acordo com as necessidades. "Há um problema de administralização do efectivo, em vez de se aproveitar o pessoal em mobilidade especial da função pública."
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Sónia Simões DN

Oficiais e agentes da PSP juntos na rua contra estatuto no final do mês

Oficiais e sindicatos contestam a Direcção Nacional da PSP depois de conhecidos vários problemas com a aplicação do novo estatuto. O incómodo já chegou ao Governo, que reconhece que as mudanças "não trouxeram melhor operacionalidade mas mais gastos".
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Os comissários da PSP marcaram para o final do mês uma acção de protesto porque "à luz do Estatuto continuam sem funções". O novo estatuto, que entrou em vigor no início do ano, aumentou o número de oficiais nos comandos distritais. Mas desde o início do mês que nestes comandos não existem oficiais de serviço durante a noite. A situação está a causar mal-estar nos comissários, que até aqui asseguravam o comando nocturno e outras tarefas.
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Com o novo estatuto "todos os comandos do País, com excepção de Lisboa e Porto, passaram a ter 17 oficiais de topo, entre superintendente e subintendente", contou ao DN um oficial da PSP. Nos "comissários, que asseguravam as funções de oficial de serviço durante a noite, esse número foi reduzido e apenas estão previstos dois lugares", adiantou. A solução encontrada foi "cortar nos oficiais de serviço, que até finais do ano passado asseguravam o comando nocturno e aos quais era pago um subsídio de 150 euros". Com essa decisão, "durante a noite não há oficiais para comandar as operações, que são chefiadas pelo mais graduado dos agentes".
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Mas há mais problemas. A Direcção Nacional da PSP "ainda não publicou o despacho com as patentes que podem comandar as esquadras, o que aumentou o nível de confusão". Os 300 comissários, de carreira, da PSP estão apreensivos com a situação porque "na prática é um retrocesso nas garantias de segurança". Tudo porque "o novo estatuto criou muitos lugares para oficiais de topo, mas esqueceu-se do policiamento". Os comissários "estão unidos e a preparar uma acção de contestação, já para o final do mês, e que passará por uma grande manifestação", garantiu este oficial, do comando de Braga.
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Muitas destas preocupações foram analisadas na última assembleia geral do Sindicato Nacional de Polícia, que decretou a "perda de confiança institucional na pessoa do director Nnacional". Os 150 oficiais, chefes e agentes apontam os "processos disciplinares a dirigentes sindicais" bem como as negociações "que só são feitas quando o director nacional é forçado
a isso pelo MAI".
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fonte DN

Jogo de futebol da Liga dos Campeões: F.C. Porto e Arsenal vai contar com a reforço da PSP

Realiza-se no próximo dia 17 de Fevereiro, pelas 19H45, no Estádio do Dragão - Porto, o jogo de futebol da Liga dos Campeões, entre as equipas do Futebol Clube do Porto e do Arsenal.
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O Comando Metropolitano do Porto vai empenhar para o acontecimento desportivo em questão, um dispositivo policial de cerca de 400 elementos policiais, no intento de:
Assegurar a ordem pública e prevenir a ocorrência de situações ou actos perturbadores da mesma;
Garantir a ordem e as condições de segurança necessárias para a realização do jogo, prevenindo, sustendo ou dirimindo situações e actos susceptíveis de originar perturbação ou violência;
Proceder à regularização rodoviária e aos condicionamentos de trânsito necessários à circulação automóvel nos eixos e artérias de acesso às imediações do estádio;
Garantir a segurança das equipas intervenientes no evento desportivo;
Realizar o acompanhamento e encaminhamento das claques e adeptos das equipas envolvidas.
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Neste policiamento serão envolvidos elementos da URID – Unidade Regional de Informações Desportivas, elementos em patrulhamento preventivo, elementos com funções de “spotters”, binómios cinotécnicos e ainda elementos do Corpo de Intervenção.
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GNR recebe mais 206 milhões que PSP

Orçamento do Estado para 2010 beneficia militares. Pensões e subsídios na base da diferença.
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Investimento na GNR é cinco vezes superior ao da PSP. Diferenças têm a ver com as mudanças trazidas pelo novo estatuto, que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2010, mas também devido à maior facilidade de os militares conseguirem a reforma mais cedo.
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Conheça todos os pormenores sobre o Orçamento para a GNR e PSP na edição papel do jornal 'Correio da Manhã'.

Adeptos do Porto agridem polícias

15 Fevereiro 2010
Dois agentes foram atingidos com pedras anteontem, no final do jogo contra o Leixões



Dois agentes do Corpo de Intervenção da Polícia do Porto foram agredidos à pedrada, anteontem à noite, por adeptos do FC do Porto. Os desacatos ocorreram logo após o apito final do jogo contra o Leixões, no Estádio do Mar, e no qual o clube portista apenas conseguiu um empate (0-0).
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Após o final da partida os adeptos azuis-e-brancos entraram em confronto e acabaram por não reagir bem à intervenção das forças polícias, que tentaram acalmar os ânimos. Os apoiantes do FC Porto começaram então a atirar pedras contra os agentes, ferindo dois deles.

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Os polícias tiveram de receber assistência hospitalar em Matosinhos. Três dos adeptos portistas foram detidos e outros também foram encaminhados para o hospital.
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fonte CM

Os alvos


13 Fevereiro 2010
Correio da Segurança

Na passada semana, nos Açores, mais um polícia foi agredido violentamente, no seguimento de uma ocorrência policial. Nos últimos anos, as agressões violentas a Polícias aumentaram consideravelmente. Apesar desta evidência, as entidades competentes pouco fizeram para minimizar todos estes resultados.
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Há alguns anos, as agressões a Polícias assumiram na Lei a natureza de crime público. Se acreditámos nessa altura que o paradigma ia ser alterado e os agressores deixariam de sentir a impunidade quando praticavam tal acto contra representantes do Estado no âmbito da Segurança Pública, estávamos enganados. Na prática, a Lei alterou, mas as sentenças, essas, não lhes fazem jus.

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A título de exemplo, no Tribunal de Loures, se o Polícia agredido não manifestar o desejo de procedimento criminal, o processo é arquivado, desvirtuando o plasmado na Lei.
São estas incongruências que tornam mais difícil a vida profissional daqueles que efectuam serviço de patrulhamento na PSP e que, além das exigências permanentes, ainda são os que estão mais expostos ao risco, facto que o Governo optou por não reconhecer aquando da aprovação do novo Estatuto Profissional.

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Paulo Rodrigues, Presidente da Associção Sindical dos Profissionais da Polícia

fonte CM

Solto assaltante de ourivesarias

13 Fevereiro 2010
Almada: Tribunal liberta cadastrado de 28 anos, membro de gang
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Um homem de 28 anos, suspeito de pertencer a um gang responsável por inúmeros carjackings e assaltos à mão armada a ourivesarias na Margem Sul do Tejo, foi preso pela Polícia Judiciária de Setúbal. Presente a um juiz de instrução criminal do Tribunal de Almada, o suspeito saiu em liberdade, com apresentações à PSP.

O assaltante é o sexto membro do gang detido pela Polícia Judiciária. Três cumprem já pena de prisão, enquanto um outro aguarda julgamento em prisão preventiva. O quinto ladrão foi localizado e detido com a colaboração da polícia suíça, país onde se refugiou após ter participado em vários roubos cometidos pelo gang. Aguarda, detido, que se conclua o processo de extradição deste país, requisitado pela Justiça portuguesa.

O grupo roubou um número ainda indeterminado de viaturas por carjacking, usando-as depois para consumar os crimes nas ourivesarias. Os seis assaltantes revezaram-se nestes crimes, ameaçando as vítimas com armas de fogo, normalmente caçadeiras e pistolas. Os ladrões escolhiam peças em ouro e prata, que depois escoavam para receptadores.
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fonte CM

Militares, GNR e PSP sem congelamento

10 Fevereiro 2010
Orçamento
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Novos regimes remuneratórios, aplicados desde 1 de Janeiro, geram subidas nos vencimentos.
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O Ministério da Administração Interna deixou claro que 'não está prevista a suspensão dos diplomas que entraram em vigor em 1 de Janeiro de 2010 referentes às forças de segurança' e que o orçamento para este ano 'contempla os eventuais impactos financeiros decorrentes da legislação em vigor ao longo do ano de 2010'.
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União PSP-GNR ainda em análise

11 Fevereiro 2010
Após rejeição de dois estudos a favor da junção
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A união efectiva entre a PSP e a GNR é um cenário que ainda não está descartado.
O presidente da República, Cavaco Silva, foi ontem informado, durante a visita de trabalho que efectuou ao Comando-Geral da GNR, de que, apesar de não considerar para já essa possibilidade, o Governo analisa ainda as vantagens de uma junção entre as duas forças de segurança. Quando os jornalistas quiseram saber a sua opinião pessoal sobre o actual modelo operacional das forças de segurança (com uma polícia civil – a PSP –, e outra de cariz militar – a GNR –, ambas tuteladas pelo Ministério da Administração Interna), o presidente evitou dar uma resposta directa.
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No entanto, Cavaco Silva revelou que o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, o informou durante a visita ao Comando-Geral da GNR de que está a ser feita uma avaliação "do actual modelo de funcionamento da GNR e das forças de segurança".
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Depois de ter recusado os estudos da consultora Accenture e do universitário Nuno Severiano Teixeira, que recomendavam uma junção efectiva da PSP e GNR, o Governo pondera ainda as "vantagens e desvantagens da multiplicação de funções causada pela existência de duas polícias a patrulhar e investigar". "O Presidente da República foi informado destas análises operacionais", disse fonte ligada ao processo.
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fonte CM

Lisboa, 10 fev (Lusa) - O primeiro ministro assegurou hoje que o Governo irá "decidir o mais rápido possível o número de novas admissões" na PSP e na

Lisboa, 10 fev (Lusa)
O primeiro ministro assegurou hoje que o Governo irá "decidir o mais rápido possível o número de novas admissões" na PSP e na GNR, reclamando que nos últimos anos o executivo aumentou o número de agentes nas duas corporações.
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"Vamos decidir o mais rápido possível o número de novas admissões nos dois serviços [PSP e GNR], tendo em conta as necessidades do país. Fazemos da segurança uma prioridade", disse José Sócrates, em resposta a uma pergunta do deputado do CDS-PP Nuno Magalhães, no debate sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2010.
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O chefe do executivo salientou que o Governo aumentou em 1200 o número de efetivos na PSP e na GNR.
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Fonte JN

PJ quer GNR e PSP fora da investigação à ETA

O caso ETA está a criar tensões entre a Polícia Judiciária (PJ), que tem a competência para investigar crimes de terrorismo, e a GNR, que foi quem, na quinta-feira, descobriu a casa de Óbidos com mais de meia tonelada de explosivos.

O DN sabe que os inspectores da PJ estão pouco receptivos à presença de elementos da GNR ou da PSP nas equipas que irão investigar a existência de células em Portugal juntamente com os espanhóis.
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fonte e noticia completa "DN"

Agente da PSP agredido sem reforços por falta de efectivos

Um agente da PSP foi brutalmente agredido durante uma intervenção num episódio de violência doméstica, nas Furnas, Açores. Apesar da violência da agressão não houve reforços para o socorrer, uma vez que apenas estavam de serviço dois polícias na esquadra das Furnas.
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A agressão "ocorreu em finais de Janeiro quando o polícia se deslocou a uma ocorrência de violência doméstica, durante a qual foi selvaticamente mordido por um cão acossado pelo agressor e marido da vítima", disse ao DN fonte policial.
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O agente "ainda se tentou defender, mas o gás pimenta estava fora de validade". A patrulha "não pôde chamar reforços porque eram os únicos que estavam de serviço".
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fonte e noticia completa "DN"

PSP adere à Acção Europeia sobre a Droga

09 Fevereiro Primeira polícia portuguesa a aderir ao organismo

A Polícia de Segurança Pública anunciou esta terça-feira a adesão à Acção Europeia sobre a Droga (EAD).

Este organismo foi criado no seio da Comissão Europeia para promover boas práticas e diminuir o consumo de drogas, tornando-se a PSP na primeira polícia portuguesa a aderir.

Na sequência do Plano de Acção para as Drogas 2009-2012, estabeleceu-se o compromisso de todos os Estados-membros criarem condições para diminuir o consumo de droga na União Europeia.

‘Esta acção global assume especial preponderância junto das faixas etárias mais jovens, onde o papel informativo/preventivo de todos os actores sociais, nomeadamente da PSP, através do Programa Integrado de Policiamento de Proximidade, ganha nuclear relevo", destaca a força da autoridade em comunicado.

No ano lectivo 2009-2010 serão, deste modo, levadas a cabo, pelo menos, 30 acções de formação e sensibilização direccionadas para a prevenção das toxicodependências nos diversos níveis do ensino básico e secundário.

Outro compromisso da PSP passa por pesquisar, junto de organismos nacionais e internacionais, boas práticas relacionadas com esta temática e o seu desenvolvimento, bem como a inclusão d a temática da droga em acções de sensibilização para outros públicos.
fonte CM